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2 de outubro de 2015

Hoje é o dia dos Anjos da Guarda.



Cristo, que nos guarda, diz Santo Agostinho,
Adormeceu apenas uma vez, para nos salvar.
Acordou, e não dormirá jamais.
Estamos, pois, salvos e seguros,
Com Alguém sempre por perto e vigilante.
Mas é bom saber também
Que este Alguém
É Aquele-que-nos-ama,
Aquele-que-nos-chama,
A nós que adormecemos tantas vezes.
Mas, ainda assim, deu-nos também os Anjos da Guarda,
Para serem a nossa companhia,
De noite e de dia,
E acenderem na nossa alma uma luzinha de alegria
Do tamanho de um grãozinho de mostarda.
Hoje é o dia dos Anjos da Guarda.
Obrigado, Senhor, por nos dares estes companheiros,
E também mensageiros,
Vigilantes e atentos,
Que guiam os nossos passos em todos os momentos.

D. António Couto

19 de outubro de 2011

Caminho da Missão. Outubro Missionário

 

És Tu, Senhor, o clarão da tarde,
A notícia, a carícia, a Ressurreição.
Passa outra vez, Senhor, dá-nos a mão,
Levanta-nos,
Não nos deixes ociosos nas praças,
Sentados à beira dos caminhos,
Sonolentos, desavindos,
A remendar bolsas e redes.
Envia-nos, Senhor, e partiremos e pão
Juntos no caminho da missão.

D. António Couto

6 de abril de 2010

PÁSCOA É JESUS



Páscoa é Páscoa. Simplesmente.
Sem I.V.A. nem adjectivo pascal.

Páscoa é lua cheia, inconsútil, inteira,
sementeira de luz à nossa beira.

Deixa-a viver, crescer, iluminar.
Afaga-lhe a voz e o olhar.

Não lhe metas pás, não lhe deites cal.
Não lhe faças mal.
Não são notas enlatadas, brasas apagadas.
É música nova, lume vivo e integral.

Não é paragem, mas passagem,
aragem a ferver e a gravar em ponto Cruz
a mensagem que ardia no coração dos dois de Emaús.
A Páscoa é Jesus.

D. António Couto

9 de setembro de 2009

Ferreiros inaugurou renovada capela da Senhora da Misericórdia


D. António Couto presidiu celebração e elogiou novo espaço celebrativo





A paróquia de Ferreiros, do arciprestado de Braga, assistiu ontem à inauguração e bênção solene da restaurada capela de Nossa Senhora da Misericórdia, um investimento de 140 mil euros, totalmente suportado pela comunidade. A cerimónia foi presidida pelo Bispo Auxiliar de Braga D. António Couto que teceu elogios ao novo espaço celebrativo onde os crentes podem acorrer sempre para «pedir a bênção e a misericórdia de Nossa Senhora».
Na homilia da celebração, D. António Couto deixou o apelo a que todos saibam preservar o valor da memória, da história e do passado. Comentando particularmente o Evangelho – no dia em que a Igreja celebrou a festa da Natividade de Maria – o prelado, referindo-se à genealogia de Jesus, denunciou que a sociedade actual se volta mais para o futuro «relegando e esquecendo o passado e a história, que são a raiz de tudo».
Na presença dos padres Marcelino Paulo Ferreira e Miguel Paulo Simões, o Bispo que é também biblista anotou que «o povo bíblico, ao contrário de nós, é um povo com memoria», que não esquece os seus antepassados.
A genealogia de Jesus reforça que o filho de José e de Maria «não entra na história ao acaso e por acaso» e que «a Bíblia não tem memória curta, como nós, que nem sequer sabemos os nomes dos nossos bisavós ou trisavós».
Para D. António Couto é o amor permite não perder a memória nem esquecer o passado. Apontando o exemplo da religião judaica pediu estima pelo valor das gerações anteriores que são «a rede de pessoas que estão atrás de nós, porque lhe somos devedores». E defendeu: «Não devemos nunca esquecer a história para não perdermos a cadeia ou a rede de amor que nos liga».
Antes ainda de concluir a homilia, o Bispo Auxiliar disse, a respeito de Miqueias – o camponês bíblico – que há uma certa semelhança entre o século VIII antes de Cristo e o tempo actual. «Naquele tempo os reis eram ditadores e déspotas, exploravam o povo e sobrecarregavam-no de impostos». E atirou, depois, com ironia: «algo parecido com o tempo de hoje».
A cerimónia presidida por D. António Couto que decorreu na renovada capela localizada em Ferreiros começou com a bênção da cadeira presidencial, logo no início de Eucaristia. Depois, antes da Liturgia da Palavra, foi benzido o ambão, o lugar onde são feitas as leituras bíblicas e proclamado o Evangelho. Finda a oração dos fiéis, benzeu-se o altar, no momento em que se inicia a Liturgia Eucarística.



Nova igreja paroquial para breve

O padre Miguel Paulo Simões disse ao Diário do Minho que as obras do restauro interior da capela de Nossa Senhora da Misericórdia começou no passado mês de Maio e concluiu-se agora. Em relação às despesas, totalmente suportadas pelos fundos da comunidade, referiu que se tratou de um investimento na ordem dos 140 mil euros, sabendo-se que cerca de 45 mil destinaram-se ao restauro interior e o restante ao restauro exterior realizado já no ano passado.
Entretanto, o sacerdote revelou que o início da construção da nova igreja paroquial estará para breve e ocorrerá logo que se resolvam algumas questões burocráticas. O novo templo que pretende criar melhores condições para as celebrações litúrgicas da paróquia ficará situado na Rua da Gandra, em Ferreiros.
Refira-se, por fim que a festa em honra de Nossa Senhora de Misericórdia, em Ferreiros, termina este fim-de-semana. No domingo, a missa solene é às 08h00 e a procissão às 15h00. No final haverá um festival folclórico. Na sexta e sábado decorrem junto à capela actuações musicais.

4 de julho de 2009

Novo Bispo Auxiliar visitou Arquidiocese de Braga


D. Manuel Linda será ordenado a 20 de Setembro


O novo Bispo Auxiliar de Braga visitou ontem a Arquidiocese, contactando com D. Jorge Ortiga e com D. António Couto, e ficando a conhecer a “nova casa”, o Paço Arquiepiscopal, onde ficará instalado a partir de 20 de Setembro, ao que tudo indica dia da Ordenação episcopal, na Sé de Vila Real.
Na primeira visita à Arquidiocese, depois da nomeação do Papa Bento XVI, D. Manuel Linda esteve reunido com o Arcebispo Primaz e com D. António Couto para ouvir as primeiras indicações dos prelados da Arquidiocese bracarense.
No final da conversa, D. Jorge Ortiga, acompanhado por D. António Couto, mostrou a D. Manuel Linda o Paço Arquiepiscopal e os espaços anexos, particularmente a Galeria dos Arcebispos.
D. Manuel Linda confessou que sente alguma «preocupação» face à nomeação, por se tratar do início de um novo ministério. «Não sei o que é ser bispo», afirmou, mas «sei que venho para uma diocese com uma longa história, que tem sido dirigida por tantos santos Arcebispos, que tem sacerdotes extraordinários e bem formados e ainda um povo de Deus que forma um santo Povo de Deus».
O novo bispo entende a nova missão como colaboração efectiva com o Arcebispo de Braga e com o outro Bispo Auxiliar. «Não venho para fazer coisas, senão aquilo que me pedir o Arcebispo», frisou, prometendo para o seu novo ministério «proximidade afectiva e efectiva» e «simpatia», além de desejar «acalentar a esperança» e «pregar Jesus Cristo crucificado».
D. Manuel Linda deu a conhecer que tem também algumas preocupações pastorais, mas mais ao nível da Igreja universal. Em concreto, apontou a crise vocacional. Embora se manifestem «alguns sinais de superação», o número de padres ordenados não supera o número dos que morrem.
A par da crise vocacional, o novo bispo destacou igualmente a crise familiar. «As famílias estão em crise», afirmou, e isso deve ser motivo de preocupação para todos.
D. Jorge Ortiga, por seu turno, vê a nomeação de D. Manuel Linda como uma graça para a Arquidiocese particularmente por coincidir com o início do Ano Sacerdotal. Segundo o Arcebispo Primaz, tal como estabeleceu o Conselho Presbiteral, a aposta deste ano, do ponto de vista pastoral, passa por os bispos contactarem de uma forma mais próxima e especial com todos os sacerdotes de Braga.
Para o responsável máximo da Arquidiocese, a nomeação do reitor do Seminário de Vila Real, que estudou Humanidades na Faculdade de Filosofia de Braga, não se liga apenas à questão do trabalho pastoral. «O fundamental é o espírito de comunhão que podemos criar entre nós, bispos, e nossa com os sacerdotes», finalizou.

28 de abril de 2009

Dia Arquidiocesano da Juventude







Número de participantes abaixo das expectativas
D. António Couto desafia jovens
a arriscar e a dar passos em frente

Os jovens cristãos da Arquidiocese foram ontem desafiados pelo Bispo Auxiliar de Braga a arriscar e a dar passos em frente para fazer com que a sociedade e o mundo actual, «confuso e baralhado», seja mais belo e mais atraente. D. António Couto falava em Vila Nova de Famalicão, em pleno Jardim de Sinçães, no encerramento do Dia Arquidiocesano da Juventude, que reuniu cerca de mil jovens, número que ficou abaixo das expectativas da organização.
Depois das actividades previstas, D. António Couto, em representação do Arcebispo de Braga, que participou no Vaticano na cerimónia de canonização de S. Nuno de Santa Maria, pediu coragem para arriscar e dar passos em frente. Apoiado no que chamou «a parábola da tartaruga», o prelado disse que «às vezes vale a pena arriscar e transgredir, ou seja, dar passos em frente».
Servindo-se ainda do contratempo, causado pelo forte vento que se levantou a meio da tarde, e que dificultou a construção de uma tenda gigante – na linha do imaginário paulino – o Bispo Auxiliar afirmou, num misto de ironia e seriedade: «treinai na construção de tendas, mas deixai-lhe sempre buracos para que de dentro se veja o céu e para que o céu lhe veja o interior».
Os jovens agradeceram as palavras desafiadoras do prelado com uma forte e sentida salva de palmas. Aliás, esta foi uma das imagens de marca do dia, sinal da alegria e do ambiente festivo que envolveu toda a jornada.

Barcelos acolhe encontro de 2010
Nesta sessão de encerramento, antes da actuação do padre espanhol D. José, o Departamento Arquidiocesano da Pastoral Juvenil entregou os primeiros 14 cartões aos jovens que concluíram o curso de animadores. O padre Vilas Boas, coordenador da Pastoral Juvenil, aproveitou para destacar que esta é uma aposta da Arquidiocese, tanto é que já estão mais 60 jovens a fazer o curso. A informação da não realização, este ano, do Fátima Jovem, provocou um manifesto desagrado dos jovens que só se animaram quando o sacerdote revelou que no próximo ano voltará de nova a acontecer, mas agora melhorado.
Antes de terminar a intervenção e antes de se entregaram as lembranças, o responsável arquidiocesano deu a conhecer que Barcelos é o arciprestado que vai receber a celebração do Dia Arquidiocesano da Juventude em 2010, no segundo domingo a seguir à Páscoa.
O dia foi preenchido em Famalicão e alguns jovens, em declarações ao Diário do Minho, afirmaram que podiam ser menos actividades porque o tempo não dava para tudo. Depois da missa, os participantes percorreram vários pontos da cidade, divididos pelos símbolos relativos ao cartaz do Ano Paulino, ou seja correntes, Bíblia, cruz, fogo, espada e datas. Além destes pontos, havia outros intermédios, com algumas actividades para os jovens executarem.
Para quem participou do dia, com o lema “Viajar com S. Paulo nas sendas da Palavra”, o balanço foi positivo, particularmente pela congregação dos jovens e pelo convívio estabelecido entre todos.

30 de março de 2009

Levar Cristo ao mundo




D. António Couto encerrou visita pastoral a Lomar

A mensagem do Bispo Auxiliar de Braga deixada ontem, na conclusão da visita pastoral à comunidade de S. Pedro de Lomar, foi incisiva para todos os cristãos daquela paróquia do arciprestado de Braga, particularmente para os 58 que receberam o Sacramento da Confirmação. «Não vos contenteis em guardar Cristo para vós», disse D. António Couto, para logo de seguida desafiar: «Levai Cristo ao mundo».
Ao grupo de pessoas, jovens e adultos, que recebeu o Crisma, o Bispo Auxiliar pediu compromisso e empenho no anúncio da Boa Nova ao mundo deste tempo, acompanhado de um «enamoramento» cada vez maior por Jesus Cristo. Durante a homilia, o prelado foi exortando que cada vez mais se vá conhecendo Jesus, no íntimo, no interior e não apenas no exterior.
Numa celebração de cerca de duas horas, houve tempo para D. António Couto reforçar a importância da Bíblia. Na Sagrada Escritura pode conhecer-se Jesus, mas também pela Sagrada Escritura se pode e deve anunciar Jesus. Por isso, é necessário primeiro conhecer a Bíblia e depois, a partir dela, falar de Cristo ao mundo.
Com D. António Couto estiveram, no presbitério, o padre Adérito Ribeiro e o padre António Mariz e, ainda o diácono permanente Lino Santos. A celebração foi animada pelo grupo coral paroquial e contou com a numerosa presença das crianças e adolescentes da catequese.
A celebração foi marcante e significativa para os presentes que encheram a igreja paroquial de Lomar. O grupo de 58 pessoas que recebeu o Sacramento da Confirmação teve oportunidade de, no momento de acção de graças, manifestar o seu contentamento e o seu agradecimento. «Obrigado por estarmos aqui e por confirmarmos a nossa fé» foram as palavras da mensagem encenada depois da comunhão.
De registar ainda, a entrega da Bíblia a uma família da comunidade, concretamente à família de Julieta Monteiro. A dinâmica da Bíblia na família já não é novidade, dentro do que tem sido as visitas pastorais às comunidades do arciprestado de Braga. Por isso, D. António Couto entregou em mão a Bíblia àquela família que agora, semana a semana, vai percorrer as casas dos cristãos de Lomar. A família de Brígida Correia é a próxima a receber, na Eucaristia dominical, a Bíblia.

Visita pastoral traz
novo alento à comunidade
No final da Eucaristia, o padre Adérito Ribeiro fez um balanço positivo da visita pastoral à paróquia de Lomar. Em concreto, «ficam desta visita as palavras cheias de sabedoria que D. António Couto proferiu», afirmou o pároco, que ressaltou o envolvimento de toda a comunidade nos dias da visita.
«O Bispo Auxiliar trouxe – afirmou o sacerdote – alegria, sinceridade e verdade na mensagem que comunicou e, por isso, estamos todos agradecidos».
Sobre a paróquia, o sacerdote fez saber que há o interesse de se construir um edifício destinado aos movimentos. Para isso, já existe terreno e projecto e, como tal, essa obra pode arrancar logo que existam as condições mínimas.
A paróquia de Lomar tem cerca de oito mil habitantes e uma geografia difícil: «tem quatro quilómetros de cumprimento e menos de um de largura», afirmou o pároco. Além disso, tem duas partes distintas: uma mais urbana e encostada à cidade e outra, mais rural e com outros tipo de problemas.
A visita a Lomar começou na sexta-feira com algumas visitas sectoriais. De tarde, o Bispo esteve com doentes e idosos, numa Eucaristia com a administração do Sacramento da Santa Unção. À noite, realizou-se a Assembleia Paroquial na qual marcaram presença os movimentos de apostolado e várias famílias.

15 de fevereiro de 2009

Conselho Arquidiocesano de Pastoral



D. Jorge Ortiga reafirma
necessidade de pastoral bíblica

D. Jorge Ortiga reafirmou ontem de manhã ao Conselho Arquidiocesano de Pastoral reunido em Braga, a necessidade e urgência de uma pastoral mais bíblica, colocando a Palavra de Deus como nascente que deve chegar a todos os recantos do tecido eclesial. Com a presença de D. António Couto, a reunião contou com uma apresentação da carta pastoral “Tomar conta da Palavra”, publicada pelo Arcebispo Primaz a 3 de Janeiro, dia em que completou 21 anos de ordenação episcopal.
No início dos trabalhos, aludindo a essa nota pastoral, D. Jorge Ortiga pediu que o Conselho Pastoral coloque as linhas mestras, os objectivos, as estratégias e os meios que ajudem e predisponham a Arquidiocese a acolher a Palavra de Deus, uma vez que é essa que «convoca, congrega, compromete, provoca comunhão, e dá um novo rosto à vida dos cristãos e das comunidades», expressando no mundo «um estilo de vida que distingue».
Por isso, para o também presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) a pastoral tem de ser mais bíblica, fazendo com que os cristãos se encontrem com a Palavra, abandonando outras coisas.
Em relação ao caminho já percorrido na Arquidiocese, na linha do trajecto estabelecido no triénio pastoral em curso, o Arcebispo de Braga não crê que seja o suficiente e por isso, destacou a necessidade de estabelecer um «programa pastoral interpelativo e motivador» capaz de, com a Palavra, «encher a liturgia, motivar o compromisso eclesial e dar profundidade à comunhão».
Sobre as dimensões da pastoral da Igreja, o prelado disse que «não há um antes ou primeiro, nem um depois ou secundário», mas «trata-se de uma única missão da Igreja que acontece no anúncio, na celebração, no compromisso e na vivência comunitária».
Apontando falhas a um modelo ritualista e sacramentalista da pastoral do passado, D. Jorge Ortiga defendeu, na abertura do Conselho Arquidiocesano de Pastoral, que nos tempos actuais «a pastoral vale quando coloca todas as dimensões como igualmente prioritárias».
Segundo o padre António Sérgio Torres, pároco de S. Victor e secretário da Acção Pastoral, o encontro de ontem situou-se como continuação e alargamento do anterior conselho. Ambas as reuniões têm como finalidade preparar uma base de reflexão para que o Conselho Permanente possa elaborar um plano pastoral para 2009-2010.
Reunindo diversos representantes dos movimentos de apostolado e departamentos, o Conselho Pastoral realizado ontem, no Centro Cultural e Pastoral, serviu ainda para que o padre António Sérgio Torres fizesse a apresentação de um tema de carácter mais formativo.
Este tema, segundo o secretário da Acção Pastoral a nível da Arquidiocese, pretendeu reflectir sobre o que falta fazer em relação do documento emanado do Concílio Vaticano II, sobre a Revelação Divina, intitulado “Dei Verbum”.

29 de janeiro de 2009

“Uma Palavra é melhor do que um Presente”

D. António Couto lançou livro
escrito com carinho e poesia


“Uma Palavra é melhor do que um Presente” é o título do mais recente livro do Bispo Auxiliar de Braga. D. António Couto salientou que esta obra é mais um contributo para a exegese bíblica moderna e para o enriquecimento dos cristãos. Trata-se de um conjunto de nove capítulos ou ensaios que, apesar de terem autonomia própria, foram trabalhados para formarem um conjunto harmónico.
Aos participantes da Semana de Estudos Teológicos, o prelado revelou que «o livro foi escrito com carinho» e, como tal, também o entregou ao público com carinho. «Esta pequena colectânea pode vir a resultar, no futuro, em mais publicações», uma vez que vai «continuar a tecer fios» que brotam do estudo aturado da Escritura.
Na sessão de apresentação do livro, o director-adjunto da Faculdade de Teologia começou por destacar o «peso da autoridade» que D. António Couto já conquistou «com trabalho e provas dadas».
Antes de estabelecer um sintético percurso para abrir o apetite do público presente no Auditório Vita, João Duque afirmou que os capítulos do livro «não são um amontoado de considerações mais ou menos piedosas e superficiais, sobre os textos da Escritura, como acontece em tantas publicações contemporâneas».
Para o teólogo, a obra do Bispo Auxiliar de Braga expressa um «trabalho cuidadoso sobre o texto original e com originalidade de abordagem».
Dos nove capítulos, o director-adjunto da Faculdade de Teologia destacou três: um sobre a Graça, um sobre a luta contra a idolatria e um sobre a cura.
O livro de D. António Couto, além destes já apontados, contém uma abordagem aos Salmos e um aprofundamento da noção de Lectio Divina. A Sabedoria é o tema do quarto capítulo. A apresentação de Cenários Bíblicos e o estudo do Anúncio Pascal ocupam os quintos e sextos capítulos, respectivamente.
A obra encerra com um grande capítulo sobre São Paulo, «em perfeita consonância com o contexto celebrativo do ano em que é editado».
João Duque concluiu a apresentação da obra, afirmando que «o caminho de graça e da Graça é o foco de toda a Escritura e é o tema central das abordagens de D. António Couto». E finalizou: «Este livro é um belo e mesmo poético contributo para a compreensão do caminho da salvação».

Missão é partir

“Missão é partir, caminhar, deixar tudo, sair de si, quebrar a crosta do egoísmo que nos fecha no nosso Eu.  É parar de dar volta a...