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15 de maio de 2010

Gratidão (de)vida


Deram morte ao Seu corpo
Mas Cristo matou a morte
Pensavam que Lhe tiravam a vida
Mas, é Ele que dá a vida verdadeira.

Encerraram-nO nas trevas do túmulo
Mas, Ele saiu como luz vencedora.
Riscaram o Seu nome da terra
E Ele deu-nos a esperança do céu.

O amor foi vencedor
Ante a morte e o sofrimento.
Agora temos um futuro.
A nossa história tem sentido
E a nossa vida direcção.

A noite gerou o dia
E a sombra fez-se luz
E a tristeza fez-se alegria
E, vitorioso, saiu Jesus.

E todos nós recebemos
A luz da Sua ressurreição
Vivamos com esperança
Proclamemos gratidão.

JAC

10 de abril de 2010

II Domingo da Páscoa: Acredito como Tomé, meu irmão gémeo!




1. O Domingo de Páscoa, pelo Evangelho de João (20,1-10), falava-nos da descoberta do túmulo aberto, mas não vazio! Túmulo aberto no qual a pedra muito grande (Marcos 16,4), símbolo do poder da morte, tinha sido retirada! Ali, o Anjo do Senhor sentou-se sobre ela (Mateus 28,2), numa impressionante imagem de soberania e vitória sobre a morte! Mas o túmulo não está vazio: está cheio de sinais, que é preciso ler com atenção: um jovem sentado à direita com uma túnica branca (no Evangelho de Marcos 16,4), dois homens com vestes fulgurantes (no Evangelho de Lucas 24,4), as faixas de linho no chão e o sudário enrolado noutro lugar (no Evangelho de João 20,6-7). É importante ler os sinais e ouvir as mensagens! Se o túmulo estivesse vazio, como vulgarmente dizemos, estávamos perante uma ausência cega e muda. Na verdade, os sinais e as mensagens do sepulcro mostram uma presença nova que somos convidados a descobrir sempre.

2. O Evangelho deste domingo II da Páscoa (João 20,19-29) aparece depois dos percursos de várias figuras bíblicas. Este é o percurso de descoberta desta nova presença de Jesus. Pensemos em Madalena que vai ao túmulo e vê a pedra removida. Pensemos em Pedro e no Outro Discípulo que correm ao túmulo e vêm todos os sinais que lá se encontram. Pensemos, de novo, em Madalena, que encontra Jesus Ressuscitado, O vê e descobre-O como o olhar da fé. “Vi o Senhor”.

3. Sai Madalena de cena e o Evangelho de hoje apresenta-nos os discípulos reunidos num lugar, com as portas fechadas, por medo dos judeus. O Ressuscitado, que nada pode reter, vem e fica no MEIO deles e saúda-os: «A paz esteja convosco!». Mostra-lhes as mãos e o lado, sinais que identificam o Ressuscitado com o crucificado, e cola-os à sua missão, ao dizer: «Como o Pai me enviou, também Eu vos envio». O presente da nossa missão aparece, portanto, colado à missão de Jesus, e não faz sentido sem ela e sem Ele. Nós implicados e embrenhados n’Ele e na missão d’Ele, sabendo nós que Ele está connosco todos os dias (cf. Mateus 28,20). É-nos dito que os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Tal como o Outro Discípulo, também eles vêm com um olhar histórico a identidade do Senhor. O sopro de Jesus sobre eles é o sopro criador, com o Espírito, para a missão. Este sopro só aparece aqui em todo o Novo Testamento!

4. O narrador informa-nos logo a seguir que, afinal, Tomé, chamado Gémeo ou Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Mas os outros dez anunciam-lhe com a mesma linguagem de Madalena, mas no plural: «Vimos o Senhor!» Portanto, também eles são testemunhas, pois viram e continuam a ver. Mas Tomé quer tudo controlado, ponto por ponto, e refere: «Se eu não vir nas suas mãos a marca dos cravos, e meter o meu dedo na marca dos cravos e meter a minha mão no seu lado, não acreditarei».
5. Oito dias depois, estavam outra vez os discípulos com as portas fechadas (mas o medo já não é mencionado), e Tomé estava com eles. Veio Jesus, ficou no MEIO, saudou-os com a paz, e dirigiu-se logo a Tomé desta maneira: «Traz o teu dedo aqui e vê as minhas mãos, e traz a tua mão e mete-a no meu lado, e não sejas incrédulo, mas crente!». Aí está Tomé adivinhado e desarmado nos seus esquemas. Também ele podia ter pensado: e como é que ele sabia que eu queria fazer aquilo? Tomé cai aqui, adivinhado e antecipado. Não quer tirar mais provas. Diz de imediato: «Meu Senhor e meu Deus!». Esta é uma das mais belas profissões de fé de toda a Escritura. E Jesus diz para ele: «Porque me viste e continuas a ver, acreditaste; felizes os que, não tendo visto na história, acreditaram!» Esta felicitação, este macarismo ou bem-aventurança, é para nós hoje, que não vimos historicamente o ressuscitado, mas acreditamos n’Ele e somos felizes por isso.

6. É notável o percurso dos Discípulos: fechados e com medo, viram Jesus entrar e ficar no MEIO deles, sem que as portas e as paredes constituíssem qualquer obstáculo. Trocaram o medo pela alegria, e também eles começaram a ver de forma continuada o Senhor e anunciá-lo. Notável e exemplar para nós, hoje e sempre, o percurso de Tomé, chamado Gémeo: não estava com a comunidade, tão-pouco aceitou o seu testemunho; queria provas sensíveis e visíveis. Mas quando veio Jesus e o adivinhou, entregou-se completamente!
7. Tomé, chamado Gémeo! Gémeo de quem, podemos perguntar? Meu e teu, assim pretende mostrar o evangelista. De vez em quando, também nós não estamos com a comunidade. Como Tomé, chamado Gémeo. Por vezes, também duvidamos e queremos provas. Como Tomé, chamado Gémeo. Salta à vista que também devemos estar com a comunidade. Como Tomé, chamado Gémeo. E professar convictamente a nossa fé no Ressuscitado que nos preside (no MEIO) e nos precede sempre. Como Tomé, chamado Gémeo.

8. E rezo:
Senhor Jesus, embora não Te vejamos
Com estes olhos de carne,
A nossa profissão de fé ardente
é hoje a do Apóstolo Tomé, chamado Gémeo;
A princípio incrédulo e depois crente exemplar:
Nós acreditamos em Ti, nosso Senhor e nosso Deus.
Andamos à procura de razões, de provas e seguranças
Para acreditar e aceitar Deus na nossa vida.
Mas tu dizes e continuas a dizer: “Felizes os que crêem sem terem visto”.
Tu és Senhor a razão da nossa fé.

Ideias que partilho com os cristãos no II domingo da Páscoa! Reflexão à luz de D. António Couto
JAC

6 de abril de 2010

Vive e Reina o autor da vida!

À Vítima pascal
ofereçam os cristãos
sacrifícios de louvor.
O Cordeiro resgatou as ovelhas:
Cristo, o Inocente,
reconciliou com o Pai os pecadores.
A morte e a vida
travaram um admirável combate:
Depois de morto,
vive e reina o Autor da vida
Sabemos e acreditamos:
Cristo ressuscitou dos mortos:
Ó Rei vitorioso, tende piedade de nós.

 
Santa Páscoa para todos!

17 de fevereiro de 2010

Quaresma 1.º dia: Começar o caminho reconhecendo o que somos




Quarta-Feira de Cinzas. Início da Quaresma, tempo forte para os cristãos, que responsavelmente preparam a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, mistério central da nossa fé.
Começamos o caminho reconhecendo aquilo que somos. Somos pó, somos cinza, somos terra, somos criatura, não criadores, somos pequenos, frágeis e limitados.
O rito da imposição das cinzas vem recordar-nos que Deus deverá ser o centro da nossa vida. A Quaresma é, assim, a hora da humildade (do latim humus = terra), hora da deixar o egocentrismo e tornarmo-nos teocêntricos e cristocêntricos. Deus vê o escondido e vê o interior. Deus anda pelos segredos do nosso coração…
Isto é conversão, voltar o coração para Deus.
A Quaresma é o tempo em que Deus nos grita “Volta para Mim”, “Volta para Mim de todo o coração e com todo o coração”. “Rasga o teu coração e não os teus vestidos”. Rasga o que te impede de ver Deus, de te encontrares com Ele, de o experimentares…
Que grande oportunidade temos nestes 40 dias santos, de caminho, interior e exterior, de ascese, de arrependimento, de reconciliação, de confissão…

 

Quarta-feira de Cinzas



Sabes, Senhor, que em diversos momentos
Não sou totalmente puro
Porque ajo para ser visto e admirado
Porque procuro o poder, o prestígio, a boa imagem.

Chamas-me a atenção
Para o perigo da falsidade e da mentira
Das artimanhas e dos esquemas
Para agradar apenas os outros.

Sabes os meus erros e as minhas falhas
E vês os escuros do meu coração.

Por isso, peço com humildade,
Coberto de saco e de cinza:
Limpa-me da vaidade e da hipocrisia
E faz-me coerente e verdadeiro.

A isso me proponho também
Neste tempo quaresmal,
Esta nova oportunidade que me dás
Fruto do Teu amor por mim.



 Tanta coisa a mudar na minha vida. Um caminho que me é oferecido como graça, como tempo favorável. Que eu o aproveite, que Deus me dê a graça de o não desperdiçar.




Que a partir de hoje comece já a ser Páscoa, vida nova, na minha vida.


Amanhã reflectimos com a Utilia

4 de dezembro de 2009

6.º dia do Advento: Preparando a Páscoa!!!




Parece que me enganei, mas penso que não…
Advento é hora e tempo de preparar a Páscoa.
Sim, começou o advento.
E a marcha, a caminhada dos tempos de Deus orienta-se já para aquele monte sobranceiro de Jerusalém. Para o Gólgota da nossa salvação. Para a gruta da ressurreição.

A luz do presépio de Belém aponta para a luz do sepulcro vazio, da vitória da vida sobre a morte, pelo Vivente.

Assim, mais que preparar Natal – o Natal de Jesus – é imperioso olhar já a noite da nossa salvação. Noite de Páscoa, de Luz, de entrega do Cordeiro inocente (ver abaixo S. João Damasceno sobre a fé), de abandono, de doação, de serviço. Claro que esta está precedida pela noite do nascimento, humilde e silencioso, como são as coisas de Deus.

Advento é tempo de espera. As mulheres são mais conhecedoras – até fisicamente – do verbo esperar. Mas, neste tempo de frente à eternidade do Deus que se faz tempo, história e pessoa… irrompe o Filho “no mundo em meses estabelecidos com nascimento, morte e ressurreição” (Erri de Luca).

Na linha deste propósito que assumimos neste tempo de Advento faço, para mim em primeiro lugar, e para quem quiser experimentar, uma simples sugestão de caminho.

Considero estes tempos litúrgicos tempos de graça, tempos favoráveis. São também tempos de conversão, de arrependimento, de recentrar a vida em Deus.

Advento deve ser tempo dos “3 P’s”. Explico: tempo de fazer coisas possíveis, coisas pequenas e fazendo-as aos poucos. É uma sugestão em aberto que pode ser aproveitada para pequenos gestos quotidianos. Para Deus, cada gesto conta, cada passo conta, cada palavra conta, cada sorriso conta, cada copo de água conta…

É triste a mercantilização do Natal. O espírito consumista da sociedade reduz e cinge o tempo do Advento à aquisição das prendas, das compras, do consumo… E nós cristãos corremos do risco de cair na armadilha, de não estarmos vigilantes, de passar ao lado da mensagem de Cristo.

Da minha parte comprometo-me a lutar contra este espírito consumista, desenfreado e veloz… Na simplicidade e no silêncio, proponho-me remar contra a corrente, forte e arrasadora, deste tempo…

Deste logo, na linha da mensagem da liturgia da Palavra de hoje, procurarei ser visão dos cegos, voz dos mudos, ouvido dos surdos… Na prática, procurarei que estas pessoas diferentes – indevidamente chamadas deficientes – tenham lugar de predilecção na minha vida. Sei que para Deus são predilectos, mas para mim, tantas vezes, não o são.

Fica este como meu compromisso de todo este tempo de Advento aliado à minha oração mais persistente e perseverante:


O Senhor é a minha luz e a minha salvação.


O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo?


Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:
habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,
para gozar da suavidade do Senhor
e visitar o seu santuário.


Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem coragem e confia no Senhor.


_______________


Jesus, vinde ao nosso encontro.
Nós queremos preparar a vossa vinda.
Nós queremos receber-Vos.
Nós esperamos que nos deis
A vossa luz, a vossa paz, o vosso amor. Amén.

____________________________

Em dia litúrgico de S. João Damasceno, deixo mais um anexo


Sobre a fé
(Cap. I: PG 95, 417-419) (Sec. VIII)


Vós me formastes, Senhor, do corpo de meu pai; Vós me formastes no ventre de minha mãe; Vós me fizestes sair à luz, menino e nu, porque as leis da natureza seguem sempre os vossos preceitos.
Com a bênção do Espírito Santo preparastes a minha criação e a minha existência, não por vontade do homem, nem por desejo da carne, mas pela vossa graça inefável. Preparastes o meu nascimento com um cuidado superior ao das leis naturais, fizestes-me sair à luz do dia adoptando-me como vosso filho e me contastes entre os filhos da vossa Igreja santa e imaculada.
Vós me alimentastes com o leite espiritual dos vossos divinos ensinamentos. Vós me sustentastes com o vigoroso alimento do Corpo de Cristo, nosso Deus, vosso Filho Unigénito, e me inebriastes com o cálice divino do seu Sangue vivificante, que Ele derramou pela salvação de todo o mundo.
Porque Vós, Senhor, nos amastes e nos destes o vosso único e amado Filho para nossa redenção, que Ele aceitou voluntariamente e livremente; mais ainda, Ele mesmo Se ofereceu em sacrifício como cordeiro inocente, porque sendo Deus Se fez homem e por sua vontade humana Se submeteu, tornando-Se obediente a Vós seu Pai, até à morte e morte de cruz.
E assim, Senhor Jesus Cristo, meu Deus, Vos humilhastes para me levardes aos ombros como ovelha perdida e me apascentastes em verdes pastagens; Vós me alimentastes com as águas da verdadeira doutrina por meio dos vossos pastores, aos quais Vós mesmo alimentais, para que, por sua vez, alimentem a vossa grei, escolhida e nobre.
Agora, Senhor, pela imposição das mãos do vosso sacerdote, Vós me chamastes para servir os vossos discípulos. Não sei por que razão me escolhestes; só Vós o sabeis.
Senhor, tornai mais leve o peso dos meus pecados, com que Vos ofendi tão gravemente; purificai o meu coração e a minha inteligência. Sede para mim como uma lâmpada luminosa que me conduz pelo recto caminho.
Ponde as vossas palavras nos meus lábios; dai-me uma linguagem clara e fácil, mediante a língua de fogo do vosso Espírito, para que a vossa presença sempre me assista.
Apascentai-me, Senhor, e apascentai Vós comigo, para que o meu coração não se desvie nem para a direita nem para a esquerda; que o vosso Espírito me conduza pelo recto caminho e as minhas obras se realizem segundo a vossa vontade até ao último momento.
E Vós, nobre vértice da mais íntegra pureza, ilustre assembleia da Igreja, que esperais a ajuda de Deus, Vós, em quem Deus habita, recebei das nossas mãos a doutrina da fé, que fortifica a Igreja, tal como no-la transmitiram os nossos pais.

14 de abril de 2009

Páscoa na Cónega



Páscoa na Rua da Cónega!
Parabéns a todos!
Uma tradição secular a manter.
Obrigado por eu ter feito parte!

Liberdade da Ressurreição


A ressurreição dá-nos a liberdade para vivermos como Cristo: amando e servindo!
Santos dias de Páscoa para todos.

6 de março de 2009

Semana Santa de Famalicão alia tradição com novidade



As celebrações da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão aliam, este ano, a tradição com a novidade. Esta é, pelo menos, a vontade dos responsáveis da Confraria das Santas Chagas e da paróquia de Santo Adrião, que promovem diversas iniciativas religiosas e culturais para atrair, em primeiro lugar, os famalicenses e só depois pensar no turismo.
A aliança entre a tradição e a novidade será feita nas diversas celebrações previstas com uma conexão e comunhão à temática pastoral da Arquidiocese de Braga e à celebração do Ano Paulino. Na linha do que se fez em anos anteriores, como no triénio dedicado à família, confraria e paróquia estão empenhadas em reviver as tradições da Quaresma, Semana Santa e Páscoa com o enriquecimento e com a novidade que advém dos temas e planos pastorais, concretamente a Palavra de Deus e a figura de São Paulo.
O juiz da Confraria das Santas Chagas afirmou, na conferência de imprensa para a apresentação do cartaz das celebrações deste ano, que o objectivo primordial desta organização é levar as pessoas a viver da melhor forma possível a Quaresma e as tradições que envolvem a Semana Santa e a Páscoa. José Pedro Sousa garantiu aos jornalistas que tudo está a ser feito para que as pessoas possam participar activamente nas celebrações, e para tal poderá vir a ser elaborado um prospecto para entregar às pessoas que, nas ruas da cidade, assistem às procissões nocturnas.
Nesta mesma linha, o padre Francisco Carreira, pároco, com o padre Paulino Carvalho, de Santo Adrião, Brufe e Cavalões, defendeu que, em primeiro lugar, pretende-se mobilizar e motivar as pessoas da cidade de Famalicão, concretamente os paroquianos e só depois se poderá pensar em questões turísticas e no que fazer, em vários âmbitos, para chamar visitantes à cidade.
Com a finalidade de potenciar uma melhor vivência das celebrações relativas aos últimos passos de Cristo, José Pedro Sousa disse também que a comissão organizadora vai advertir os moradores do centro da cidade para que coloquem colchas ou motivos decorativos nas janelas das suas casas. «Como no Natal se embelezam as ruas, também neste tempo, em que se prepara e comemora a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, era importante pôr a cidade mais bonita», revelou o juiz da Confraria das Santas Chagas, que reconheceu neste âmbito «a palavra importante» que tem a autarquia.
Além do apoio da Câmara, os organizadores contam com os patrocínios da Junta de Freguesia, da Associação Comercial de Famalicão e Gestor Urbano. O padre Adelino Costa, a Artave, o Orfeão Famalicense, os coros paroquiais, os escuteiros, as guias, a catequese, as confrarias, as forças de segurança e os bombeiros figuram igualmente na lista dos colaboradores das diversas iniciativas programadas.
Sobre os bombeiros, e respondendo à questão de um jornalista sobre a participação das duas corporações da cidade nas procissões, José Pedro Sousa garantiu que ambas foram convidadas e que depende apenas dos responsáveis de cada uma decidir participar ou não. «Não sabemos ainda se teremos uma, duas ou nenhuma, mas nós convidámos as duas», frisou, dando nota que com a comissão organizadora «a questão está sanada», tendo sido feita, inclusivamente, uma reunião entre todas as partes. «O combinado, até ao momento, é que uma participe na Quinta-feira [Santa] e outra na Sexta», rematou o juiz da confraria.

Arcebispo e Bispo Auxiliar presidem às procissões
Com um orçamento na ordem dos cinco mil euros, a Semana Santa em Famalicão não difere das iniciativas de anos anteriores. Assim, do ponto de vista das celebrações religiosas, o destaque vai para a procissão do “Ecce Homo”, na Quinta-feira Santa, presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e para a procissão do Enterro do Senhor, na Sexta-feira Santa, presidida por D. António Couto. Estes dois dias ficam ainda marcados pela Missa da Ceia do Senhor com a cerimónia do Lava-pés, na antiga igreja matriz, às 18h30 de quinta-feira, e com a celebração da Paixão e Morte do Senhor, na mesma igreja, às 15h00 do dia seguinte.
Todavia, a chamada “Semana Maior” começa no dia 5 de Abril, com a bênção dos ramos, na antiga igreja matriz, às 9h30, seguida de procissão para a nova matriz onde haverá Eucaristia às 10h30.
Antes do Domingo de Ramos, acontecerá a Via-sacra, no dia 3 de Abril, com saída da antiga matriz às 21h30, para percorrer as principais artérias da cidade.
No Sábado Santo, às 21h00, começa a Vigília Pascal na matriz nova e, no Domingo de Páscoa, como habitualmente, a visita pascal sai à rua com 20 compassos, a partir das 9h00. Para as 12h30 está prevista a conclusão da visita com a Eucaristia, que terá lugar na igreja matriz nova, às 12h30.
Do ponto de vista cultural, o cartaz da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão fica completo com dois concertos: o primeiro, no dia 2 de Abril, às 21h30, pela orquestra Artemave, na antiga igreja matriz, e o segundo, da responsabilidade da Câmara Municipal, a realizar na Casa das Artes.

23 de janeiro de 2009

Semana Santa de Braga já programada


Preparação Quaresmal

25 Fevereiro – Quarta-feira de Cinzas
08h30, Sé Catedral
Abertura do Lausperene Quaresmal

21h30, Sé Catedral
Missa e Imposição das Cinzas
Início oficial da Quaresma

1, 8 e 15 Março – 1.º, 2.º e 3.º Domingo da Quaresma
17h00, Igreja de Sta. Cruz
Via Sacra em Santa Cruz
Seguida de Conferência Quaresmal e Eucaristia

17h30, Igreja de Sta. Cruz
Conferências Quaresmais
Pelo P. Dr. António Ferreira Rodrigues

29 Março – 5.º Domingo da Quaresma
15h00, Igreja de Sta. Cruz
Procissão de Penitência ao Bom Jesus

4 Abril – Sábado
21h30 - Trasladação da imagem do Senhor dos Passos, da igreja de Santa Cruz para a igreja do Seminário. Segue-se a Via Sacra, que percorre os calvários.

5 Abril – Domingo de Ramos
11h00, Igreja do Seminário (Largo de S. Paulo)
Bênção e Procissão dos Ramos

11h30, Sé Catedral
Missa do Domingo de Ramos

17h00, Procissão dos Passos e Sermão do Encontro

8 Abril – Quarta-feira Santa
21h30, Cortejo bíblico “Vós sereis o meu povo”
(Procissão de Nossa Senhora da Burrinha).

9 Abril – Quinta-feira Santa
10h00, Sé Catedral
Missa Crismal e Bênção dos Santos Óleos

16h00, Sé Catedral
Lava-Pés e Missa da Ceia do Senhor

22h00
Procissão do Senhor “Ecce Homo”

10 Abril – Sexta-feira Santa
10h00, Sé Catedral

Ofício de Laudes
Alocução do Presidente aludindo às Sete Palavras de Jesus na Cruz. Terminadas as Laudes, os Capitulares presentes acolhem os penitentes que desejarem receber o Sacramento da Reconciliação (confissão).

15h00, na Sé Catedral
Celebração da Paixão e Morte do Senhor e Procissão Teofórica

22h00 - Procissão do Enterro do Senhor

11 Abril – Sábado Santo
10h00, Sé Catedral

Ofício de Laudes
Com alocução do Presidente. Terminadas as Laudes, os Capitulares presentes acolhem os penitentes que desejarem receber o Sacramento da Reconciliação (confissão).

21h00, Sé Catedral
Vigília Pascal e Procissão da Ressurreição

12 Abril – Domingo de Páscoa
11h30, Sé Catedral
Missa Solene do Domingo de Páscoa
Visita Pascal

Programa Cultural - Concertos

13 Março – Sexta-feira
21h30, Sé Catedral
Concerto de órgão
Por Giampaolo Di Rosa, Organista titular da Sé Catedral de Braga.

27 Março – Sexta-feira
21h30, Sé Catedral
Orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian

28 Março – Sábado
21h30, Igreja de S. Victor
Coral S. I. Catedral de Tui

3 Abril – Sexta-feira
21h30, Igreja de S. Marcos (hospital)
Ensemble Vocal Adarte

6 Abril – Segunda-feira Santa
21h30, Igreja de Sta. Cruz
Grupo Coral Ançãble, Cappella Bracarensis e Capela Musical de Santa Cruz — “Inéditos portugueses para os ofícios da Semana Santa”
Para coro, soli e orquestra de cordas

7 Abril – Terça-feira Santa
21h30, Sé Catedral
Coro da Sé Catedral do Porto, com orquestra e solistas
Oratória “Paulus”, de F. Mendelssohn-Bartholdy

Programa Cultural - Espectáculos & Exposições

21 Março – Sábado
21h30, Saída da Praça do Município
“Procissão dos Lírios” - Espectáculo de rua
Dramatização do Encontro da Senhora das Dores com o Senhor dos Passos.
Grupo Gólgota, de Sta. Maria da Feira.

Março e Abril
Várias localidades
“Semana Santa em Braga”
Exposição Itinerante que percorrerá várias cidades de Portugal e Galiza

23 Março a 11 de Abril
Posto de Turismo de Braga
“Eu Kristus”
Pinturas de Luís de Matos

27 Março a 19 de Abril
Casa dos Crivos
“Por nós crucificado”
Exposição de Crucifixos

3 A 11 Abril
Oficina da Sé (Rua D. Frei Caetano Brandão, 142)
“A Cruz que nos conduz”
Exposição de Cruzes Processionais.

27 Março a 14 de Abril
Galeria da Junta de Freguesia de S. Victor
“Paixão de Cristo… rota de esperança!”
Pinturas a óleo da colecção completa de Casanova e inspirados na Via Sacra de Josemaría Escrivá.

6 Março a 14 Abril
Centro Cultural de A Guarda (Galiza)
“Semana Santa em Braga — Um olhar atento…”
Fotografias de Carlos Ribeiro

Missão é partir

“Missão é partir, caminhar, deixar tudo, sair de si, quebrar a crosta do egoísmo que nos fecha no nosso Eu.  É parar de dar volta a...