Bispos apelam aos valores cristãos
A Igreja não dá orientação de votos eleitorais, mas pede aos cristãos que reflictam nos seus valores e na sua consciência cristã e votem em consonância. O apelo foi deixado ontem, em Fátima, pelo padre Manuel Morujão, no final da reunião do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa.
Recordou a nota “O direito e o dever de votar”, o padre Manuel Morujão frisou ser um dever votar nas eleições, mas aponta a necessidade de «se votar segundo a consciência». «Seria uma contradição acreditar em valores familiares, matrimoniais, da moral, da ética, na economia, e na urna votar contrariamente à própria consciência».
Em fase de pré-campanha eleitoral, os partidos políticos apresentaram já os programas que levarão a sufrágio. O porta-voz da CEP indica que os eleitores, «olhando para os programas podem perceber em quem votar».
«Não se trata de votar na direita, na esquerda ou ao centro, mas de votar segundo um programa e os seus correspondentes valores, sendo coerente até ao fim».
Sem avaliar a evolução do debate eleitoral, o jesuíta sublinha ser importante a «consciência cristã, mesmo de qualquer cidadão de boa vontade, perceber se os mais desprotegidos são privilegiados, se os valores éticos, nomeadamente a defesa do casamento e da família, são defendidos nos debates».
Na agenda do Conselho Permanente esteve ainda a preparação da Assembleia Plenária da CEP, agendada os dias 9 a 12 de Novembro. Em causa, na Assembleia, estará a análise da pastoral da Igreja em Portugal. O porta-voz adianta que os bispos vão repensar a pastoral de forma a torná-la «mais organizada e unificada».
Desta reunião saiu também a informação de que a Comissão Episcopal das Missões, dirigida por D. António Couto, prepara um documento sobre a «dimensão missionária da Igreja» e que a CEP prepara ainda um texto sobre «o compromisso dos leigos na vida da Igreja e do mundo».
Em Outubro, a CEP inicia um serviço de “clipping”. «São recortes diários da imprensa diária que vamos enviar a todas as dioceses para que a Igreja se sinta em diálogo com o mundo e perceba o palpitar da vida do mundo para que também adeqúe as suas respostas ao mundo actual».
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9 de setembro de 2009
11 de maio de 2009
A brincar se dizem as verdades! Socrat(es)inos

Na sua recente visita aos Estados Unidos, José Sócrates e respectiva comitiva, hospedaram-se num luxuoso hotel.
Ao fim da tarde José Sócrates pega no telefone, liga ao serviço dequartos e diz:
- TU TI TU TU TU TU.
A funcionária não compreende o que quer dizer José Sócrates e, pensando que se trata de uma mensagem cifrada, avisa o FBI.
Num ápice, apresentam-se dois agentes do FBI que, postos ao correntede tudo, mas não conseguindo decifrar a mensagem, decidem chamar a CIA.
Os serviços secretos mandam dois agentes ao hotel, os quais começam logo a investigar e a tentar decifrar a mensagem, mas sem qualquer resultado.
Entretanto, José Sócrates volta a telefonar e todos o ouvem repetir:
- TU TI TU TU TU TU.
Desesperados, os agentes resolvem recorrer ao tradutor oficial da Embaixada dos EUA, em Portugal. Um caça supersónico do Pentágono desloca-se ao aeroporto de Figo Maduro, e o tradutor é conduzido, sem mais delongas, aos EstadosUnidos.
Chegado ao hotel e posto ao corrente da situação, o tradutor disfarça-se de criado, vai aos aposentos de José Sócrates e......descobre o mistério: O Primeiro-ministro português queria dizer, no seu inglês técnico (daUniversidade Independente):
- TWO TEA TO 222 !!!!
NOTA BENE: Se não avisarmos os eleitores portugueses teremo mais 4 anos de azar com Sócrates a Primeiro-Ministro.
foto
1 de maio de 2009
Igreja e PCP de mãos dadas contra a crise
D. Jorge Ortiga e Jerónimo de Sousa analisaram situação do país
Igreja e PCP em caminhada comum
contra os problemas sociais
O secretário-geral do PCP reconheceu ontem, em Braga, o trabalho que a Igreja Católica tem feito para combater os problemas sociais e defendeu que há uma caminhada a fazer em conjunto, de forma a dar resposta à situação dramática em que se encontram cada vez mais portugueses. Jerónimo de Sousa falava após um encontro com o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que pediu «esperança e uma certa dose de optimismo» para combater a crise.
O líder comunista referiu que, «dentro do respeito pelas diferenças entre um partido político e uma organização religiosa», é possível uma convergência que ajude a encontrar soluções para fazer face a um cenário de «agravamento da situação económica e social, de uma profunda crise, que atinge particularmente quem menos tem e menos pode» e que origina casos desesperados de pobreza e exclusão social.
«É possível uma convergência, com todas as diferenças que existem. É possível uma caminhada em torno destas grandes questões sociais. Pela acção da Igreja, direccionada para os problemas sociais, e tendo em conta a identidade do meu partido, que se afirma dos trabalhadores, há um caminho comum a percorrer, uma luta que é preciso travar com um conteúdo de esperança e confiança que é possível uma vida melhor», sublinhou.
Jerónimo de Sousa reconheceu «o esforço que está a ser feito pela Igreja», nomeadamente de voluntariado, solidariedade, denúncia das situações mais dramáticas e apelo às instituições para que as resolvam. Por isso, e uma vez que ambos têm um conhecimento significativo da realidade social, entende que a actuação conjunta é possível, com a Igreja a continuar com a sua «acção social, directrizes e concepções» e o PCP «a lutar, a chamar os trabalhadores a não baixarem os braços e a apresentar propostas na Assembleia da República».
Contudo, o comunista considerou que esta actuação não deve servir para diminuir a responsabilidade do Estado: «Por muitos esforços generosos que a Igreja e outras instituições façam, se o Governo, através das suas políticas, não assumir as responsabilidade que constam da Constituição da República, os esforços serão no mínimo insuficientes e naturalmente ineficazes no quadro de uma crise que não se sabe quando vai terminar».
O secretário-geral comunista referiu que o partido tem «uma visão estratégica sobre a forma de ultrapassar a crise, mas o que se trata agora é de atender às situação urgentes, particularmente no plano social». O líder defendeu o «alargamento dos critérios de atribuição do subsídio de desemprego, uma vez que mais de 50 por cento dos desempregados, particularmente os jovens, não têm acesso a esse apoio», a fiscalização do “lay-off” e dos despedimentos colectivos.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa sublinhou que «a Igreja está próxima da população e conhece as suas necessidades e também se inquieta com o dramatismo de algumas situações». D. Jorge Ortiga lembrou que já não é a primeira vez que manifesta publicamente as suas preocupações com a situação social. «É com esperança e uma certa dose de optimismo que conseguiremos ultrapassar esse dramatismo. Analisar é fundamental, conhecer é imprescindível e denunciar é uma atitude que diz respeito a todos e faz falta», declarou.
O Arcebispo de Braga defendeu que a luta contra a crise se faz «dando as mãos e esperando que o Estado seja capaz de dar uma resposta aos problemas». Na sua perspectiva, a situação exige igualmente que cada um na sua área se comprometa a minorar os problemas sociais. «A Igreja está empenhada em encontrar soluções para os problemas», declarou, assegurando que se solicitarem a sua ajuda esta instituição «estará na primeira fila para dar a Portugal um futuro melhor».
O prelado referiu que «há pessoas que pensam que a doutrina da Igreja é rígida e fixa», quando no seu dia-a-dia «procura a verdade de modo permanente». «Ela procura dialogar com todas as pessoas e estruturas que estão comprometidas no terreno», sublinhou.
D. Jorge Ortiga assegurou que, como Arcebispo de Braga e presidente da Conferência Episcopal, tem «mantido a atitude de dialogar, de receber, de acolher todos os partidos políticos, independentemente da sua cor e ideologia porque é a partir da partilha de ideias que se encontra o caminho mais certo e mais seguro». «Faço isto fora da campanha eleitoral porque nessa altura não me quero confundir ou identificar com ninguém», acrescentou.
O prelado sublinhou a «atitude de pluralismo», reiterando que «a Igreja não está de lado nenhum, nem contra ninguém, mas a favor da dignidade humana» e que «luta para que os homens e as mulheres possam ter uma vida digna, alicerçada na justiça e com condições para que isso aconteça». «A Igreja cumpre as tarefas do anúncio de uma doutrina, da denúncia das situações graves e do compromisso de ajudar a encontrar respostas para esses problemas», enfatizou.
Texto Luísa Teresa Ribeiro
Foto Avelino Lima
Diário do Minho, 1 de Maio
26 de dezembro de 2008
Câmara de Braga "fez campanha" em Padim da Graça
Inauguração incluiu obras finalizadas há alguns anos
Padim da Graça inaugurou
restauro do adro da igreja
Foto e Texto: José António Carneiro
A freguesia de Padim da Graça assistiu ontem, finalmente, à bênção e inauguração das obras de beneficiação e melhoramento do espaço envolvente à igreja paroquial. O projecto demorou cerca de 11 anos a concluir por falta de verbas e só agora, numa conjugação de esforços entre paróquia, junta de freguesia e Câmara de Braga, foi possível finalizar uma obra que beneficia a população em geral.
O acto de bênção e inauguração contou com a presença de Mesquita Machado e do Vigário Geral da Arquidiocese, cónego Valdemar Gonçalves. Além destes, também as vereadoras Palmira Maciel e Ana Paula Morais, o chefe de gabinete do presidente da Câmara, Alfredo Cardoso, o actual pároco de Padim da Graça, padre José Figueiredo de Sousa, e o executivo local marcaram presença neste acontecimento.
Na cerimónia da bênção, o cónego Valdemar Gonçalves – em representação do Arcebispo de Braga que à mesma hora realizava uma visita à paróquia de São Pedro d’Este – salientou a união de esforço para a conclusão do projecto que beneficia a população em geral.
Depois, no fundo da avenida de acesso à igreja paroquial, foi descerrada uma lápide evocativa da inauguração das obras.
Aqui, o presidente da Junta de Freguesia, Francisco Semelhe, afirmou a conclusão desta obra vem confirmar a famosa frase de Fernando Pessoa (“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”) uma vez que apesar das dificuldades económicas foi possível concluir o projecto.
O responsável da autarquia local disse também que a qualidade da obra realizada pode assemelhar-se a muitas obras realizadas na cidade de Braga, facto com o qual Mesquita Machado, na sua intervenção sequente, discordou.
O edil, por seu lado, salientou que as obras em localidades rurais – como as que foram ontem inauguradas – devem conseguir manter a traça da ruralidade. Destacando o investimento realizado – cerca de 500 mil euros – Mesquita Machado congratulou-se com o facto de a obra ser inteiramente da freguesia. Como referiu, a Junta foi a responsável da obra e a execução pertenceu também a uma empresa de Padim da Graça.
A obra constou de arranjos ao nível da zona envolvente da igreja, acesso ao cemitério e avenida de acesso à igreja paroquial. O cruzeiro foi também colocado no início da rua que conduz ao templo, local onde já esteve no passado.
Ao que o Diário do Minho apurou junto de populares, do conjunto de obras ontem inaugurado, apenas o acesso que vai do adro para o cemitério e a colocação de bancos de jardim e iluminação exterior no mesmo espaço foram realizadas recentemente. O parque de estacionamento que é da paróquia nem sequer foi visitado pelos políticos (porque será?).
A avenida que dá acesso para a igreja foi alargada há cerca de três anos, tal como a colocação do cruzeiro no novo lugar embora tenham sido integradas nesta empreitada e inauguradas agora.
Antes da cerimónia da bênção e inauguração do novo espaço, o cónego Valdemar Gonçalves presidiu a uma celebração eucarística inserida na festa de Natal dos idosos da freguesia.
Padim da Graça inaugurou
restauro do adro da igreja
Foto e Texto: José António Carneiro
A freguesia de Padim da Graça assistiu ontem, finalmente, à bênção e inauguração das obras de beneficiação e melhoramento do espaço envolvente à igreja paroquial. O projecto demorou cerca de 11 anos a concluir por falta de verbas e só agora, numa conjugação de esforços entre paróquia, junta de freguesia e Câmara de Braga, foi possível finalizar uma obra que beneficia a população em geral.
O acto de bênção e inauguração contou com a presença de Mesquita Machado e do Vigário Geral da Arquidiocese, cónego Valdemar Gonçalves. Além destes, também as vereadoras Palmira Maciel e Ana Paula Morais, o chefe de gabinete do presidente da Câmara, Alfredo Cardoso, o actual pároco de Padim da Graça, padre José Figueiredo de Sousa, e o executivo local marcaram presença neste acontecimento.
Na cerimónia da bênção, o cónego Valdemar Gonçalves – em representação do Arcebispo de Braga que à mesma hora realizava uma visita à paróquia de São Pedro d’Este – salientou a união de esforço para a conclusão do projecto que beneficia a população em geral.
Depois, no fundo da avenida de acesso à igreja paroquial, foi descerrada uma lápide evocativa da inauguração das obras.
Aqui, o presidente da Junta de Freguesia, Francisco Semelhe, afirmou a conclusão desta obra vem confirmar a famosa frase de Fernando Pessoa (“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”) uma vez que apesar das dificuldades económicas foi possível concluir o projecto.
O responsável da autarquia local disse também que a qualidade da obra realizada pode assemelhar-se a muitas obras realizadas na cidade de Braga, facto com o qual Mesquita Machado, na sua intervenção sequente, discordou.
O edil, por seu lado, salientou que as obras em localidades rurais – como as que foram ontem inauguradas – devem conseguir manter a traça da ruralidade. Destacando o investimento realizado – cerca de 500 mil euros – Mesquita Machado congratulou-se com o facto de a obra ser inteiramente da freguesia. Como referiu, a Junta foi a responsável da obra e a execução pertenceu também a uma empresa de Padim da Graça.
A obra constou de arranjos ao nível da zona envolvente da igreja, acesso ao cemitério e avenida de acesso à igreja paroquial. O cruzeiro foi também colocado no início da rua que conduz ao templo, local onde já esteve no passado.
Ao que o Diário do Minho apurou junto de populares, do conjunto de obras ontem inaugurado, apenas o acesso que vai do adro para o cemitério e a colocação de bancos de jardim e iluminação exterior no mesmo espaço foram realizadas recentemente. O parque de estacionamento que é da paróquia nem sequer foi visitado pelos políticos (porque será?).
A avenida que dá acesso para a igreja foi alargada há cerca de três anos, tal como a colocação do cruzeiro no novo lugar embora tenham sido integradas nesta empreitada e inauguradas agora.
Antes da cerimónia da bênção e inauguração do novo espaço, o cónego Valdemar Gonçalves presidiu a uma celebração eucarística inserida na festa de Natal dos idosos da freguesia.
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