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16 de julho de 2010
12 de julho de 2010
Sacerdote
Um sacerdote deve ser simultaneamente pequeno e
grande, nobre de espírito, como de sangue real,
simples e natural, como de raiz camponesa,
um herói na conquista de si mesmo, um
homem que se bateu com Deus, uma
fonte de santificação, um pecador
a quem Deus perdoou, dos seus
desejos o soberano, um
servidor para os
tímidos e os
fracos,
que não
se baixa diante
dos poderosos
mas que
se curva
diante dos pobres,
discípulo do seu
Senhor,
chefe do
seu rebanho,
um mendigo de
mãos totalmente
abertas, um portador
de inúmeros dons, um
homem no campo de batalha,
uma mãe para confortar os doentes,
com a sabedoria da idade e a confiança
duma criança em direcção ao alto, os pés na terra,
feito para a alegria, perito no sofrimento, isento de qualquer
inveja, com perspectivas largas, que fala com franqueza, um amigo
da paz, um inimigo da inércia, fiel para sempre… Tão diferente de mim!
10 de julho de 2010
Vigília em Guimarães
OLá a todos
A vigília de Oração de preparação das Ordenações Sacerdotais da Arquidiocese de Braga, no Arciprestado de Guimarães/Vizela, vai ter lugar na IGREJA DE AZURÉM, dia 15 de Julho, pelas 21h30.
Vamos rezar pelas vocações. Apareçam! E passem a notícia.
2 de julho de 2010
Retiro - tempo de Graça
Olá a todos
O Retiro para a Ordenação Sacerdotal foi verdadeiramente tempo de Graça. Partilharei mais tarde alguns escritos que fiz nestes dias...
Por agora fico-me por uma das grandes conclusões que tirei:
O Sacerdócio é um dom que por muito pedido que seja, por muito rezado que seja é sempre um presente de Deus.
Partilho também a foto de família do Retiro. E apresento (da esquerda para a direita: Marc Monteiro, de Guimarães, Jorge Carneiro, de Famalicão, João Paulo, de Vila Verde, Pe. Carlos Carneiro, sj, orientador do retiro, eu e o Paulo Sá, de Esposende).
Ah, na página da diocese de Braga (http://www.diocese-braga.pt/) está informação sobre as Ordenações Diocesanas. Está também a Vigília e demais material que prepararmos e que faremos em Águeda no dia 8 de Julho, e em Braga no dia 15.
25 de junho de 2010
Retiro para a Ordenação Sacerdotal
Olá a todos
Amanhã começo o meu retiro de preparação para a Ordenação Sacerdotal. Peço a todos orações por mim e pelos meus quatro colegas que comigo serão ordenados.
O retiro será na Casa de S. Paulo, pertencente aos Cursilhos de Cristandade, e será orientado pelo padre Carlos Carneiro, s.j.
Espero que sejam dias de graça, de encontro com o Senhor, de oração, reflexão e algum descanso...
Que seja oprotunidade de confirmar mais e melhor a intenção e a vontade de Deus para mim.
obrigado a todos
10 de junho de 2010
Minha Ordenação Presbiteral: 18 de Julho, no Sameiro
O caminho da vida é feito de etapas que tendem para a meta. Assinalo mais uma etapa e corro em busca da meta.
É com o coração transbordante de alegria que anuncio que serei ordenado sacerdote no dia 18 de Julho, na Cripta da Basílica do Sameiro, em Braga, pelas 15h30. Comigo serão ordenados mais quatro diáconos da minha diocese, Braga.
A ordenação sacerdotal é uma etapa importante da minha vida, mas não é a meta. Essa é Cristo. É para ele que corro, como atleta, a fim de O alcançar.
Seguida à ordenação, presidirei à “Missa Nova” na paróquia que me viu nascer, S. Torcato (Guimarães), no dia 01 de Agosto, no Santuário, pelas 10h30.
Como preparação para este acontecimento, realizaremos no dia 3 de Julho, no Escadório do Bom Jesus, em Braga, uma Peregrinação Vocacional. Ainda estamos a estruturar.
Mais certa, está a Vigília de Oração Vocacional que terá lugar em todos os arcipretados da Arquidiocese de Braga. Será no dia 15 de Julho. Darei mais informações adiante.
Escolhi para meu lema a frase dos Actos: "Recebereis a força do Espírito Santo e sereis minhas testemunhas até aos confins do mundo".
Para a Ordenação escolhemos em conjunto: Tudo faço por causa do Evangelho".
Que Deus seja louvado por tudo!
Eu quero agradecer
O dom do Teu Amor
Ofertar meu ser
Servindo o Evangelho
De Cristo meu Senhor.
Eu quero entregar
Meu sangue e meu suor
Para anunciar
O reinado de Deus
Que é o Salvador.
Quero ir pelo mundo fora
Sem nunca desistir
E quando for a hora
De regressar ao Pai
Estar pronto a partir.
Sei que me esperarás
Com amor paternal
E me libertarás
Desta vida mundana
Pra vida divinal.
JAC
12 de maio de 2010
8 de maio de 2010
A recuperar no bom sentido
Olá a todos
Escrevo para agradecer a vossa amizade - virtual nuns casos mas muito real noutros - mas sentida em todos os casos.
A minha saúde está melhor, a do meu carro também. Não estamos totalmente reabilitados mas é assim a vida.
Continuamos o caminho, nunca terminado. Peço as forças e a coragem necessárias para o fazer. Com a ajuda de todos, é claro!
Sei que esta semana o trabalho se amontoou. Espero brevemente, a partir de terça-feira, dar seguimento a tudo.
Entretanto, descanso e rezo com palavras antigas:
Nenhuma palavra explica o sofrimento
Toda a esperança foi levada pelo vento
E o meu rosto é janela da dor do coração
Senhor, só teu braço pode dar-me salvação
Do negrume e lamaçal
Tu me podes levantar
Minha tristeza e agonia podes transformar
E sei que um dia o Teu aconchego virá
E a Tua mão forte e suave me sustentará.
JAC
5 de maio de 2010
A minha saúde e a do meu carro
Olá a todos
Por motivos de saúde (este clima tão incerto é terrível) não tenho tido muita oportunidade para andar por aqui.
Queria, como disse, fazer uma espécie de mês de Maria aqui no blogue mas não tem sido possível.
Como se não bastassem estas "avarias" em mim, também o meu carro está solidário comigo. Bom ele também é quese da minha idade. Está a caminhar para velho.
Esta semana, não vou para Águeda por estes motivos. Infelizmente
Rezo pelos que lá estão a "suportar a barra". Rezo por todos e peço que rezem por mim.
28 de abril de 2010
Acção de graças
Ó Senhor
Tu que me ouves no íntimo
Eu te louvo pelo que me dizes.
Obrigado por me dizeres
Que o caminho só é verdadeiro
Se percorrido na rectidão da verdade
Que implica um conhecimento sábio,
Visual e relacional de mim para mim mesmo
Que se expressa na conversão pessoal.
Obrigado, Senhor
Por me ensinares o valor do silêncio
Não o que é imposto ou coagido
Mas o silêncio que torna a minha conversa
Uma conversação;
Um silêncio que torna o meu ouvir
Um verdadeiro escutar
Do que me é dirigido;
Um silêncio que escuta a Palavra
E lhe dá uma resposta ontológica, existencial;
Um silêncio que não impõe barreiras
Nem cria filtros e resistências
Ao que me é dado;
Um silêncio que leva ao discernimento;
Um silêncio que abre horizontes
E possibilita escutar-me.
Obrigado por me mostrares
Que a minha fé, por vezes, é fraca,
Insegura e tremente,
Necessitada de purificação
De conceitos e preconceitos
Fúteis e vãos.
Obrigado por me dizeres
Que o Teu “Vem e segue-me”
Requer uma profunda identificação conTigo.
Obrigado porque cada momento conTigo
É um momento novo
Cada conversa Tua
Traz sempre novidade.
Eu te agradeço
Por tudo o que dizes
No silêncio ao meu coração…
Obrigado, Senhor!
JAC
23 de abril de 2010
Catequese Interactiva com o Pe. Júlio Grangeia
Ontem à noite, depois das 20h30, participei com o Pe. Júlio Grangeia numa catequese interactiva, online, sobre as vocações. Correu bem. Cerca de uma centena de pessoas esteve ligado a nós. Em Semana de Oração pelas Vocações, partilho o meu testemunho. E agradeço ao Pe. Júlio o convite.
http://www.livestream.com/padrecatolico
No You Tube estão vídeos de músicas de cantei nessa emissão. Não é grande coisa, mas pode ver-se
http://www.livestream.com/padrecatolico
No You Tube estão vídeos de músicas de cantei nessa emissão. Não é grande coisa, mas pode ver-se
20 de abril de 2010
Contrastes da minha vida...
Olá a todos
Antes de mais, peço desculpa.
Tenho tido pouquíssimas hipóteses de escrever aqui como tanto gosto.
Tem sido um corridinho.
A vida não pára.
E é cheia de contrastes.
A morte de pessoas que amamos é tão dura. Às vezes, parece que nem a fé e a esperança em Cristo, morto e ressuscitado, nos dão o consolo necessário....
Ainda há cerca de três meses perdi um tio - com 62 anos - e agora outro, mas com 46 anos de idade. E de forma trágica. Um atropelamento de um camião em Angola. Duro. Duríssimo para mim. Imagino o quanto para a minha tia e os meus quatro primos, seus filhos... Rezem por ele e pela família que deixa...
Por outro lado, está a correr o processo canónico para a minha Ordenação Sacerdotal. Fico cheio de alegria por causa disso. Corre em Braga, a minha diocese, e em Aveiro, a diocese onde trabalho.
Já foram lidas as Proclamas. Espero tranquilamente o encerramento deste processo...
E é assim: é nestes contrastes que se faz a vida que temos e somos.
Porque Jeff Buckley me faz tão bem e tanto gosto, partilho...
E peço a todos: rezem por mim, para que seja forte e fiel!
Obrigado
19 de março de 2010
A Caminho da Páscoa: um Grande Fim de Semana!!!
Um fim de semana em cheio. Neste caminho para a Páscoa, vejo-me, em amplitude máxima, em plenitude, a desempenhar o meu ministério diaconal, concretamente no anúncio da Palavra de Deus.
Hoje, dia de S. José, com os cristãos da Borralha, numa festa da catequese para todos os pais. É bom confrontar a vida, com a do pai adoptivo de Jesus, o homem justo e obediente, que faz da vontade de Deus a sua vontade. Deixo a seguir as minhas ideias partilhadas, numa celebração de acção de graças.
Em Águeda começa a celebração do Senhor dos Passos, e neste primeiro dia, os nossos olhos voltam-se mais especialmente para a Mãe, a Senhora da Dores, Mãe da Solidariedade e do Bom Conselho. Partilharei depois aqui as minhas ideias apresentadas.
Amanhã, em duas celebrações, encontro-me com os cristãos, em celebrações da Palavra. Uma em A-dos-Ferreiros, outra no Gravanço. Com eles, poderei contemplar o Deus do perdão. "Ninguém te condenou? Nem eu te condeno".
Amanhã, em duas celebrações, encontro-me com os cristãos, em celebrações da Palavra. Uma em A-dos-Ferreiros, outra no Gravanço. Com eles, poderei contemplar o Deus do perdão. "Ninguém te condenou? Nem eu te condeno".
Domingo volto a anunciar a Palavra de Deus, no Sermão do Encontro, e no Sermão do Calvário. Com isto vou abrindo-me à luz da Ressurreição, pela qual devemos ler todos estes passos de Cristo.
Por agora rezo e agradeço ao Senhor por tudo isto. Porque tudo isto faz parte da minha vida, do meu caminho, do meu ministério. E eu agradeço. E peço que rezem por mim, para que seja bom e fiel transmissor e anunciador da Palavra de Deus, que é Jesus Cristo.
_____________________________
1. Celebramos a festa litúrgica de S. José, dia dedicado com plenitude de sentido, ao Pai. Aos nossos e aos de todos.
Humanamente falando, hoje temos uma belíssima oportunidade de agradecermos os pais que temos. Pelo que eles foram para nós, pelo que serão no futuro, mas, particularmente, pelo que eles são no presente, neste tempo que nos é dado viver.
Todos nós somos filhos, todos devemos a nossos pais uma gratidão incomensurável.
2. Teologicamente falando, este dia surge como oportunidade para olharmos S. José, pai terreno de Jesus, como modelo e exemplo da paternidade, mas também como exemplo de fé e de confiança nas promessas e nas palavras de Deus.
Olhamo-lo como personagem singular da história da salvação. Ele foi escolhido para ser o pai adoptivo de Jesus.
3. O Evangelho de Mateus faz-nos olhar S. José pelo prisma da fidelidade e do consentimento ou assentimento à vontade de Deus.
O evangelista fala depois do nascimento de Jesus. Conta em modo directo esse nascimento, dando relevo à figura de José.
Face ao mistério da incarnação – no qual Maria concebe Cristo pela virtude e pela força do Espírito Santo – José, esposo de Maria, não querendo difamá-la resolveu repudiá-la em segredo. Não é de estranhar, humanamente falando, esta reacção de José, que, apesar de ser um bom e justo judeu, não compreende ainda os desígnios de Deus neste nascimento milagroso.
Mas nessa altura, a epifania, a revelação de Deus, por meio do Anjo, vem colocar as coisas em ordem. “Não temas receber Maria pois o que nele se gerou é fruto do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus”. Deus diz a José como vão ser as coisas. E o texto termina: “José fez como o Anjo do Senhor lhe ordenara”.
4. Aqui está o ensinamento que podemos retirar deste grande santo da Igreja. José faz da vontade de Deus a sua própria vontade. Ele aceita o plano. Não porque não tem outra saída, mas porque confia, porque sabe que Deus tem um plano de salvação para a humanidade.
José faz-se deste modo instrumento de Deus na execução do plano salvador, não só porque aceita a vontade de Deus, mas porque a sua vida, daí em diante, estará em estreita relação com o Filho e com a Mãe.
José soube ser verdadeiramente Pai, ainda que adoptivo, ou seja, não biológico. Foi José, com Maria, que educou, que esteve perto, sempre presente, sempre ao lado de Jesus. E quando não esteve ou deixou de estar, particularmente depois da morte de José, encontrou a melhor forma e sinal de estar perto do Filho e de Maria.
5. Não me quero alongar mais. E porque hoje é dia de agradecermos os pais que temos permitam-me terminar com uma história a este respeito: é a história do nó!
História do Nó
Era uma vez, uma família normal e natural. Um casal, ainda jovem, com um filho que estava no 2.º ano da escola.
No final do período, os pais foram convocados para uma reunião com a directora de turma. Nessa reunião a professora falou aos pais da importância destes dedicarem tempo e atenção aos seus filhos, ao seu crescimento e às actividades em que eles estão envolvidos.
A certo momento, o pai da nossa história pediu a palavra e disse que, infelizmente, por causa da ocupação profissional, tinha pouco tempo para estar com o seu filho, e às vezes, passava dias sem falar com ele.
Mas, contou também a forma que encontrou para manifestar e mostrar ao filho quanto o amava e gostava dele. Disse o pai: “todas as noites, quando chego a casa, mesmo já cansado do trabalho, vou junto da cama do meu filho, que já dorme, e dou-lhe um beijo. Ao mesmo tempo, faço um nó no lençol. Este foi o sinal que combinamos para que ele, ao acordar, se lembre que estive junto dele e que lhe dei um beijo de boa noite”.
Na sala, todos ouviram emocionados a história.
No final da reunião, a professora, em conversa com esse pai, agradeceu o testemunho e ficou extremamente admirada ao ver que esse senhor era pai de um dos seus melhores alunos.
Moralidade: A relação de pai e filho é fundamental para um crescimento saudável e harmónico. O amor, o carinho, a presença, a proximidade do pai são fundamentais no processo de crescimento, mas neste, também os sinais e as provas de amor e afecto têm um lugar fundamental.
(ideias partilhadas na celebração do dia litúrgico de S. José)
JAC
4 de novembro de 2009
Apresentação às comunidades da UPA: Uma Igreja sem Fronteiras!
É regra comummente aceite do viver em sociedade que quando alguém chega a um determinado local para aí viver – como é o meu caso – se apresente aos que já ali estão.
Ora é alicerçado nesse princípio cívico que me apresento a cada um de vós, agora que chego para trabalhar na Unidade Pastoral de Águeda, ou na feliz abreviatura na UPA.
Faço esta minha simples apresentação com amizade e estima por cada um de vós que aqui se encontra e por todos aqueles que não estando aqui são nossos irmãos, porque filhos de Deus.
Chamo-me José António Carneiro, tenho 28 anos, e sou natural de uma vila da cidade de Guimarães que se chama S. Torcato. Sou diácono e pertenço à Arquidiocese de Braga e ao seu presbitério. Provenho de uma família católica, tenho quatro irmãos e depois de concluir os estudos nos Seminários de Braga e de ser ordenado diácono trabalhei em três paróquias do arciprestado de Vila Nova de Famalicão. Depois disso, estive como jornalista no Jornal Diário do Minho, da Arquidiocese de Braga, ao mesmo tempo que colaborava numa instituição social da Igreja que acolhe rapazes oriundos de famílias disfuncionais e ainda em duas paróquias do arciprestado de Braga.
Venho trabalhar convosco, reacendendo uma antiga colaboração entre as dioceses de Braga e Aveiro, e depois de um feliz entendimento entre os seus bispos, respectivamente D. Jorge Ortiga e D. António Francisco.
Venho porque a Igreja não deve ter fronteiras. Quando me ordenei sabia que o estava a fazer para me entregar de corpo e alma a Cristo e à sua Igreja.
Estou cá para anunciar o Evangelho. Sou cristão como vós, baptizado. Sou diácono da Igreja, ordenado para ser ministro de Cristo a quem quero servir futuramente como presbítero. Sou acima de tudo homem, companheiro de viagem, peregrino, como vós, a caminho do Senhor.
Não está definida a periodicidade desta minha estadia ente vós. Fico enquanto os meus superiores e a Igreja mo pedir, sem ir contra a minha pessoa e os meus princípios. Comprometo-me a dar o melhor de mim em favor de Cristo e da Igreja.
Da vossa parte espero amizade, compreensão e também compromisso nesta mesma missão de anunciar o Evangelho.
Podeis contar comigo porque a partir de hoje conto também convosco. Agradecido a todos.
(texto para ler em todas as paróquias e locais de culto da UPA ao longo dos próximos fins-de-semana)
Ora é alicerçado nesse princípio cívico que me apresento a cada um de vós, agora que chego para trabalhar na Unidade Pastoral de Águeda, ou na feliz abreviatura na UPA.
Faço esta minha simples apresentação com amizade e estima por cada um de vós que aqui se encontra e por todos aqueles que não estando aqui são nossos irmãos, porque filhos de Deus.
Chamo-me José António Carneiro, tenho 28 anos, e sou natural de uma vila da cidade de Guimarães que se chama S. Torcato. Sou diácono e pertenço à Arquidiocese de Braga e ao seu presbitério. Provenho de uma família católica, tenho quatro irmãos e depois de concluir os estudos nos Seminários de Braga e de ser ordenado diácono trabalhei em três paróquias do arciprestado de Vila Nova de Famalicão. Depois disso, estive como jornalista no Jornal Diário do Minho, da Arquidiocese de Braga, ao mesmo tempo que colaborava numa instituição social da Igreja que acolhe rapazes oriundos de famílias disfuncionais e ainda em duas paróquias do arciprestado de Braga.
Venho trabalhar convosco, reacendendo uma antiga colaboração entre as dioceses de Braga e Aveiro, e depois de um feliz entendimento entre os seus bispos, respectivamente D. Jorge Ortiga e D. António Francisco.
Venho porque a Igreja não deve ter fronteiras. Quando me ordenei sabia que o estava a fazer para me entregar de corpo e alma a Cristo e à sua Igreja.
Estou cá para anunciar o Evangelho. Sou cristão como vós, baptizado. Sou diácono da Igreja, ordenado para ser ministro de Cristo a quem quero servir futuramente como presbítero. Sou acima de tudo homem, companheiro de viagem, peregrino, como vós, a caminho do Senhor.
Não está definida a periodicidade desta minha estadia ente vós. Fico enquanto os meus superiores e a Igreja mo pedir, sem ir contra a minha pessoa e os meus princípios. Comprometo-me a dar o melhor de mim em favor de Cristo e da Igreja.
Da vossa parte espero amizade, compreensão e também compromisso nesta mesma missão de anunciar o Evangelho.
Podeis contar comigo porque a partir de hoje conto também convosco. Agradecido a todos.
(texto para ler em todas as paróquias e locais de culto da UPA ao longo dos próximos fins-de-semana)
22 de outubro de 2009
Nova missão: Águeda - Aveiro
Esté definido: quarta-feira começa uma nova etapa na minha vida.
Vou trabalhar na Diocese de Aveiro, mais precisamente no arcipretado de Águeda, numa unidade pastoral.
Estou feliz e peço a Deus força, coragem e determiação para a nova missão eclesial.
Depois de dois anos de crescimento, a trabalhar no jornal Diário do Minho, na Oficina de S. José e nas paróquias da Sé e de S. João de Souto, em Braga, parto para nova missão revitalizado pelas palavras ternas e serenas: Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos.
Agradeço a Deus todos aqueles que passaram na minha vida durante estes dois últimos anos. E estou sempre aberto a conhecer e a trabalhar com outras pessoas.
Aquilo que importa é que a Palavra seja lançada aos corações famintos de tantas pessoas. É assim que me situo perante nova missão: que Cristo continue a ser tudo em todos.
Do que sei até ao momento vou trabalhar numa unidade pastoral formada por vários sacerdotes e diáconos e ainda uma comunidade religiosa.
Prometo rezar por todos, como sempre, e espero de todos orações por mim, para que seja fiel ao mandato e à vocação à qual Cristo me chamou.
Obrigado a todos por tudo e a todos continuo a esperar-vos aqui.
Vou trabalhar na Diocese de Aveiro, mais precisamente no arcipretado de Águeda, numa unidade pastoral.
Estou feliz e peço a Deus força, coragem e determiação para a nova missão eclesial.
Depois de dois anos de crescimento, a trabalhar no jornal Diário do Minho, na Oficina de S. José e nas paróquias da Sé e de S. João de Souto, em Braga, parto para nova missão revitalizado pelas palavras ternas e serenas: Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos.
Agradeço a Deus todos aqueles que passaram na minha vida durante estes dois últimos anos. E estou sempre aberto a conhecer e a trabalhar com outras pessoas.
Aquilo que importa é que a Palavra seja lançada aos corações famintos de tantas pessoas. É assim que me situo perante nova missão: que Cristo continue a ser tudo em todos.
Do que sei até ao momento vou trabalhar numa unidade pastoral formada por vários sacerdotes e diáconos e ainda uma comunidade religiosa.
Prometo rezar por todos, como sempre, e espero de todos orações por mim, para que seja fiel ao mandato e à vocação à qual Cristo me chamou.
Obrigado a todos por tudo e a todos continuo a esperar-vos aqui.
13 de outubro de 2009
Sem medo
Caí!
Envergonhei-me primeiro
E não tenho coragem de olhar-te!
Lutei!
Pensando que estava sozinho.
Mas não!
Tu lá estavas
Sempre próximo e disponível
Amoroso como Pai e Mãe.
Venci!
Tu estavas – e estás – por mim.
Que mais posso desejar?
Agora não me envergonho de cair
Sei que me ajudarás a levantar-me!
Obrigado pela providência!
JAC
10.10.09
8 de outubro de 2009
Porra lá para a presunção!!!
Todos os dias aprendemos coisas novas. Umas são boas outras nem por isso. Apesar de tudo é bom estar sempre a aprender.
Custa-me, no entanto, ver que o trabalho dos outros não é reconhecido. É um facto que nem todos somos nem temos de ser peritos em tudo. Mas há que reconhecer quando os outros dão o melhor de si.
Bom alegra-me é que Cristo via e vê bem o BEM das pessoas. Apesar de fracas, pecadoras, ele conseguia descortinar sempre uma luz de bem. Era essa - e é ainda - que leva à conversão.
Perdoem-me o desabafo. Mas às vezes não somos nada cristãos - como Cristo.
até breve
Custa-me, no entanto, ver que o trabalho dos outros não é reconhecido. É um facto que nem todos somos nem temos de ser peritos em tudo. Mas há que reconhecer quando os outros dão o melhor de si.
Bom alegra-me é que Cristo via e vê bem o BEM das pessoas. Apesar de fracas, pecadoras, ele conseguia descortinar sempre uma luz de bem. Era essa - e é ainda - que leva à conversão.
Perdoem-me o desabafo. Mas às vezes não somos nada cristãos - como Cristo.
até breve
5 de outubro de 2009
A grandeza da pequenez!
A grandeza está em tornar-se pequeno.
Dá-me, Senhor, a grandeza de apontar para Ti e a pequenez necessária para não ofuscar a Tua luz!!!
continuo sereno e a aguardar boas novas...
Até breve.
Dá-me, Senhor, a grandeza de apontar para Ti e a pequenez necessária para não ofuscar a Tua luz!!!
continuo sereno e a aguardar boas novas...
Até breve.
2 de outubro de 2009
A Igreja que amo
A Igreja é uma casa universal, por isso, é católica. Quando nos colocamos ao serviço dela, por Cristo, não temos fronteiras.
Amo uma Igreja aberta ao mundo, como Cristo, Senhor e Salvador de todos!
A missão não me assusta. Vou com Cristo. Ele é meu guia, minha luz, meu porto seguro, meu sustento e meu descanso... meu tudo!!!
mais novidades brevemente...
beijos e abraços a todos.
Amo uma Igreja aberta ao mundo, como Cristo, Senhor e Salvador de todos!
A missão não me assusta. Vou com Cristo. Ele é meu guia, minha luz, meu porto seguro, meu sustento e meu descanso... meu tudo!!!
mais novidades brevemente...
beijos e abraços a todos.
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