2 de outubro de 2009

Ao meu jeito!





até breve

A Igreja que amo

A Igreja é uma casa universal, por isso, é católica. Quando  nos colocamos ao serviço dela, por Cristo, não temos fronteiras.

Amo uma Igreja aberta ao mundo, como Cristo, Senhor e Salvador de todos!

A missão não me assusta. Vou com Cristo. Ele é meu guia, minha luz, meu porto seguro, meu sustento e meu descanso... meu tudo!!!

mais novidades brevemente...

beijos e abraços a todos.

30 de setembro de 2009

O fim de um ciclo

Hoje fecha-se um ciclo na minha vida.
Durante dois anos, estive a trabalhar, como jornalista, no Diário do Minho. Concomitantemente assumi colaborações na Oficina de S. José, em Braga, e nas paróquias da Sé Primaz e de S. João de Souto.


Termina hoje esta fase, aguardando, serenamente, nova missão, que passará pelo trabalho numa paróquia da Aquidiocese.


Aqui, quero deixar o meu sentido agradecimento a quantos, ao longo destes dois anos, privaram comigo.


Foi um tempo de crescimento, de enriquecimento pessoal, que não seria possível sem a ajuda de tanta gente amiga.


Fica a certeza da presença neste espaço, o espaço onde, de alguma forma abro o coração e a alma.


A missão obriga a estarmos sempre disponíveis. Servir Cristo e a Igreja é o que me move.


Obrigado a todos.
Até breve

Cinema para padres de Braga ainda não tem lista definida


Enzo Bianchi e Rui Alberto foram os oradores convidados para a primeira sessão


O ciclo de cinema sobre a figura do presbítero, que a Arquidiocese de Braga promove durante este Ano Sacerdotal no âmbito da formação permanente do Clero, ainda não tem uma lista de filmes definida e encerrada. A informação foi avançada ao Diário do Minho pelo padre Arlindo Cunha, sacerdote da Diocese do Porto e que coordena este projecto, a pedido da Equipa de Formação Permanente do Clero.
O responsável pela iniciativa garantiu ontem, desmentindo alguma informação veiculada na comunicação social, que a listagem de filmes «ainda não está definida». Confirmando que fez à Equipa de Formação Permanente do Clero uma sugestão de «alguns filmes», disse, contudo, que estão confirmados apenas dois, o que passou ontem e o próximo filme a projectar brevemente. «Nem sequer o terceiro filme está escolhido», atirou, desmentido que estejam escolhidos os filmes a projectar.
Arlindo Cunha explicou, antes da projecção do primeiro filme, que o objectivo passa por analisar diferentes tipos de padres que foram sendo retratados no cinema. O sacerdote que é também professor no Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo começou por elucidar os sacerdotes e seminaristas presentes em relação à evolução de pensamento da Igreja sobre a sétima arte. «Condenado inicialmente até por meio de uma encíclica, hoje o cinema é uma das maravilhas queridas de Deus», sustentou.
Por seu lado, o cónego Vítor Novais, Reitor do Seminário Conciliar de Braga e membro da Equipa responsável pela Formação Permanente do Clero, garantiu que a iniciativa terá a exibição de nove filmes, divididos em três séries. Mas, «a listagem não está definida, apenas sugerida» garantiu o capitular, destacando que se trata de uma «iniciativa de carácter formativo apenas aberta ao Clero da Arquidiocese».

Enzo Bianchi
apresentou livro
A recolecção do Clero da Arquidiocese de Braga que decorreu ontem no Auditório Vita teve direito à presença de Enzo Bianchi, ao final da manhã, para apresentar o seu mais recente livro, intitulado “Para uma ética partilhada”.
A obra do Prior da Comunidade Monástica de Bose (Itália), que está dividida em quatro capítulos mais introdução e conclusão, foi apresentada ontem em Braga, pelo próprio autor, ouvido e aplaudido por cerca de duas centenas de pessoas.
Numa comunicação em italiano, com tradução simultânea, Enzo Bianchi apresentou os principais temas que desenvolve no seu mais recente livro, onde se destacam reflexões sobre a relação entre religião e política.
Para o Prior de Bose, autor de vários livros, alguns dos quais best-sellers em Itália, «os cristãos têm um papel fundamental na política» e «na vida social» que não podem nunca descurar.
Em relação à «guerra de civilizações» e aos «choques culturais», o leigo italiano, de 66 anos, defendeu que é fundamental «a Igreja colocar-se em atitude de abertura» e de «caminho conjunto».
No livro traduzido para português e publicado pela Editora Pedra Angular, Bianchi fala de temas como a laicidade, a presença da Igreja no espaço público e globalização, entre outros, para além do tema que dá título ao livro: a ética.


Padre Rui Alberto falou sobre desafios do presbítero
«Cristo é a fisionomia do padre»


O padre Rui Alberto foi convidado para orientar a primeira intervenção da recolecção do Clero da Arquidiocese de Braga que contou com a presença de várias dezenas de sacerdotes e ainda do novo Bispo Auxiliar de Braga, D. Manuel Linda, que presidiu à oração de Laudes com a qual arrancou a jornada formativa.
O orador convidado falou sobre “Desafios e discernimento. Ser padre”, à luz da “Pastores dabo vobis”, documento de João Paulo II sobre o ministério sacerdotal.
O salesiano começou por destacar a actualidade do texto, sem deixar de apontar «algumas questões que o tempo se encarregou de tornar obsoletas».
O objectivo da recolecção, assim como o do documento de João Paulo II, é, para o padre Rui Alberto, «repensar, ler desafios e discernir o ministério sacerdotal», ainda que, esse caminho deva ser feito «sem triunfalismos de vanglória» e «sem lamúrias».
O sacerdote, ordenado há 11 anos, defendeu que «ser padre hoje é igual a sê-lo como em todos os tempos», porque o «padre deve-o ser como Jesus», sempre «respondendo aos desafios concretos de cada tempo». «Cristo é a fisionomia do padre», sublinhou, destacando que «o presbítero está em relação com Cristo, mas com os pés assentes na terra».
Depois de traçar os desafios que o tempo actual, entre a modernidade e a pós-modernidade, trazem à vivência do ministério sacerdotal, Rui Alberto frisou que o discernimento deve ser acompanhado de um «conhecimento profundo» que seja «interpretado à luz da fé», tendo em conta as «complexidades», mas também a «criatividade do Espírito que faz novas todas as coisas».
Antes de terminar e depois de realizar com os presentes um pequeno exercício, o salesiano deixou o desafio de os sacerdotes saberem dialogar com a realidade social actual, aproveitando as oportunidades e transformando o negativo em positivo.
E esquematicamente deixou a seguinte mensagem: é preciso incrementar as forças, superar as fraquezas, aproveitar as oportunidades e transformar as ameaças em oportunidades. «O Santo Cura d’Ars fez isto como ninguém. Neste Ano Sacerdotal podemos aprender isso com ele», concluiu.

29 de setembro de 2009

Novo Bispo Auxiliar tomou posse em Braga





O novo Bispo Auxiliar de Braga, D. Manuel Linda, tomou ontem posse nos Serviços Centrais da Arquidiocese. Este prelado junta-se agora ao também Bispo Auxiliar D. António Couto e ao Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga. Na cerimónia de tomada de posse, o responsável pela Arquidiocese salientou que a Igreja de Braga está apostada em «gerar esperança» num contexto não apenas religioso como social, cultural e economicamente adverso. Curioso é olhar para os lemas dos dois bispos auxiliares e observar que têm a “esperança” como ponto comum.
Numa cerimónia «familiar», como a caracterizou D. Jorge Ortiga, foi dada posse a D. Manuel Linda como vigário-geral da Arquidiocese e como presidente da Comissão Arquidiocesana para as Vocações, Ministérios e Missões. Presentes, para além do Arcebispo Primaz e do Chanceler da Cúria, estiveram os dois vigários-gerais, cónego José Paulo Abreu e cónego Valdemar Gonçalves, o padre José Carlos Vilas Boas e Sá e diversos funcionários.
O Arcebispo de Braga disse gostar da «solenidade das coisas pequenas» e indicou aquela como um cerimonial que obedece a regras canónicas que «poderia decorrer com uma maior dimensão exterior» e com maior mediatismo. «Quisemos que isto decorresse num ambiente mais familiar», referiu D. Jorge Ortiga, acrescentando que a apresentação pública de D. Manuel Linda, ainda que sem nenhum momento em particular, decorrerá domingo, na Sé Catedral, na cerimónia que marcará a abertura do ano pastoral de 2009-2010.
D. Jorge Ortiga indicou que, tal como os seus auxiliares, não exercem o episcopado para fazer obra própria mas, acrescentou, «para que a Arquidiocese de Braga seja uma Igreja particular ao serviço do Evangelho e dos mais pobres».
Aliás, o prelado recordou os números estatais que dão conta que o distrito de Braga perde 951 empregos por mês e que, em um ano, a pobreza subiu 12 por cento, no mesmo território.
É neste contexto social adverso que o Arcebispo de Braga pediu ao seu novo bispo auxiliar que integre uma equipa episcopal e clerical arquidiocesana que pretende ser «instrumento de esperança». «A vinda de D. Manuel Linda é para nós, essencialmente, motivo de alegria e esperança», disse D. Jorge Ortiga, referindo que aquele novo bispo, pela experiência que tem - foi reitor do Seminário de Vila Real, Vigário Episcopal para a Cultura e Coordenador da Pastoral da Diocese de Vila Real –, vai dar «um novo alento ao trabalho vocacional».

Adeus emocionado
ao clero de Vila Real
O novo Bispo Auxiliar de Braga revelou que ainda na manhã de ontem, antes de viajar para Braga, se deslocou a um encontro de formação do clero de Vila Real onde aproveitou para se despedir. D. Manuel Linda não escondeu que se tratou de uma despedida emocionada mas frisou que, agora, «Braga é a minha casa e a minha “pátria”».
Depois de fazer a profissão de fé e do juramento previstos pela legislação canónica, o novo prelado bracarense disse que irá guardar «com carinho» o papel da sua provisão já que este é o primeiro serviço das novas funções como bispo.
Prometeu amizade aos sacerdotes e colaboradores da Cúria presentes, sendo que já é amigo de longa data do Arcebispo Primaz e do seu colega auxiliar D. António Couto.
Ao Diário do Minho, D. Manuel Linda disse que vai agora procurar conhecer melhor a realidade da Arquidiocese de Braga e não lamenta que as visitas pastorais – que estão suspensas durante este Ano Sacerdotal – não se realizem.
Tal como já tinha avançado D. Jorge Ortiga durante o próximo ano pastoral, que se inicia domingo, os bispos da diocese vão privilegiar o contacto «com todos os sacerdotes» da arquidiocese para, no Ano Sacerdotal, conseguirem estabelecer «comunhão com todos». É, precisamente, deste contacto pessoal que D. Manuel Linda diz esperar ficar a conhcer a realidade da Arquidiocese de Braga, os seus valores e debilidades.
Quanto à sua nomeação para liderar a Comissão Arquidiocesana para as Vocações, Ministérios e Missões, o bispo refere que esta corresponde a uma orientação de distribuição das diversas funções da arquidiocese.
Sobre D. Jorge Ortiga, o novo bispo auxiliar não escondeu que nutre «profunda e longa amizade» com o Arcebispo Primaz. Sobre D. António Couto, seu colega auxiliar e pouco mais velho, D. Manuel Linda refere que já são amigos há muitos anos, desde que se conheceram no tempo em que ambos estudavam.
Curioso é olhar para os lemas episcopais dos dois Bispos Auxiliares de Braga. O lema adoptado por D. António Couto é “Vejo um ramo de amendoeira”, que tal como o profeta Jeremias constitui um grito de esperança no “Inverno” que parece se ter abatido sobre o homem contemporâneo. Por seu turno, D. Manuel Linda escolheu como lema “Sede alegres na esperança”, o que vai de encontro à mensagem que o próprio Arcebispo Primaz tem procurado transmitir face ao clima de desalento social e espiritual instalado.

Diário do Minho

26 de setembro de 2009

Habemus Papam!



A alegria resultante do anúncio oficial da visita de Bento XVI a Portugal foi “ensombrada” por um lapso aparente e por falta de comunicação institucional. Bento XVI visita Portugal em Maio de 2010 e, ao contrário do que é habitual, o anúncio foi feito primeiro pela Presidência da República e só depois “confirmado” pela Conferência Episcopal.
Claro que este pequeno imbróglio, sem causar uma qualquer revolução ou guerra civil interna, não caiu bem, particularmente ao Episcopado português. Bom, e a Presidência da República logo se mexeu e “limpou o capote”, dizendo que tinha acertado com a Santa Sé o conteúdo e o momento para o anúncio da visita papal, que os Bispos preferiam apenas depois das eleições de amanhã.
A juntar a isto há ainda o facto de, aparentemente, passar a ideia de que o convite foi feito pelo Chefe de Estado português, relegando para segundo plano o convite repetido que os Bispos fizeram a Bento XVI.
Todavia para o Papa aceitar visitar um qualquer país precisa de dois convites oficiais: um do Estado (Presidente da República) e outro da Igreja (Episcopado). Claro que quer os Bispos quer Cavaco Silva convidaram Bento XVI.
Mas a “deselegância” como lhe chamou Aura Miguel, de Cavaco chega ao ponto de dizer Bento XVI vem a Portugal “em resposta ao convite que lhe foi endereçado pelo Presidente da República”. Não diz verdade toda, revelando falta de elegância com a Igreja de Portugal.
A moral da história é que uma notícia jubilosa e feliz para um país marcadamente católico, que manifesta uma fervorosa admiração pelo Santo Padre, esquece-se por “ninharias” de anúncios e de gabinetes de comunicação ou falta dele.
Claro que eu, como cristão, ficaria mais feliz se o anúncio fosse conjunto ou então até, em primeiro, pela Igreja. Mas não foi. Agora há que “acertar agulhas”. Começará a fase da preparação da visita que se espera refrescante e revitalizante para a Igreja Portuguesa e para uma sociedade cada vez mais secularizada.
Fico extremamente feliz com a vinda de Bento XVI que, com a excelência do seu pensamento, a eficácia das suas palavras, o afecto dos gestos e a ternura do olhar – não duvido – cativará ainda mais Portugal e os portugueses.

Papa na República Checa




Na igreja de Nossa Senhora das Vitórias, em Praga, na República Checa, o Papa Bento XVI coroou a famosa estátua do Menino Jesus. Nesta ocasião, o Papa Bento XVI rezou a seguinte oração:

Ó meu Senhor Jesus,
contemplamos-te menino
e cremos que és o Filho de Deus,
que se fez homem
no seio da Virgem Maria,
por obra do Espírito Santo.

Tal como em Belém,
também nós, com Maria, José,
os anjos e os pastores,
te adoramos e te reconhecemos
como nosso único Salvador.

Fizeste-te pobre
para nos enriqueceres com a tua pobreza.
Concede-nos que nunca esqueçamos os pobres
nem todos quantos sofrem.

Protege as nossas famílias,
abençoa todas as crianças do mundo,
e faz com que o amor que nos trouxeste
possa sempre reinar entre nós
e conduzir-nos a uma vida mais feliz.

Faz, ó Menino Jesus, com que todos
possam reconhecer a verdade do teu nascimento,
para que possam saber
que vieste para trazer
a toda a família humana
luz, alegria e paz.

Tu és Deus e vives e reinas
com o Deus Pai
na unidade do Espírito Santo,
um só Deus, por todos os séculos dos séculos.

Ámen.

25 de setembro de 2009

O choro pode durar uma noite; mas a alegria vem pela manhã






Exaltar-te-ei, ó Senhor, porque tu me levantaste, e não permitiste que meus inimigos se alegrassem sobre mim.
Ó Senhor, Deus meu, a ti clamei, e tu me curaste.
Senhor, fizeste subir a minha alma, conservaste-me a vida, dentre os que descem à cova.
Cantai louvores ao Senhor, vós que sois seus santos, e louvai o seu santo nome.
Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo.
Quanto a mim, dizia eu na minha prosperidade: Jamais serei abalado.
Tu, Senhor, pelo teu favor fizeste que a minha montanha permanecesse forte; ocultaste o teu rosto, e fiquei conturbado.
Ouve, Senhor, e tem compaixão de mim!
Ó Senhor, sê o meu suporte!
Tornaste o meu pranto em regozijo, tiraste o meu cilício, e me cingiste de alegria;
para que a minha alma te cante louvores, e não se cale. 
Senhor, Deus meu, eu te louvarei para sempre.



cf. Salmo 30

Habemus Papam!


Apesar da questiúncula dos anúncios em tempos diferentes, alegro-me com a visita de Bento XVI a Portugal. É mais um momento de graça!

24 de setembro de 2009

Salmo de Confiança





O Senhor é a luz que me guia 
e a fonte de minha salvação; 
a quem, então, temerei? 
Ele assegura minha existência; 
o que eu haveria de recear? 


Se malévolos me atacam e me pretendem destruir; 
tropeçam e caem.
Ainda que me cerque um exército, 
não se deixará abalar meu coração 
e mesmo que desfechem guerra contra mim, 
minha fé permanecerá inabalável. 


Um anseio manifestei ao Senhor e sua realização buscarei 
– que eu habite em Sua morada por todos os dias de minha vida, 
a fim de poder contemplar Sua Glória 
e buscar a compreensão de Seus Mandamentos. 


Se uma calamidade ocorrer, Ele me abrigará em Seu tabernáculo; 
guardar-me-á no recôndito de Sua Tenda, 
erguer-me-á acima do cume das montanhas. 


Protegido contra os inimigos que me quiseram destruir, 
trarei então oferendas de gratidão à Sua tenda 
e entoar-Lhe-ei canções de louvor. 


Escuta, ó Senhor, minha voz, 
aproxima-Te de mim 
e concede-me Tua resposta quando a Ti eu clamar. 


Meu coração compreendeu Teu Mandamento 
– “Buscai Minha Presença” – e Tua Presença ele busca. 


Não ocultes de mim Tua face e não me afastes de Ti em ira. 


Tu tens sido meu socorro, portanto não me abandones e não me olvides, 
ó Deus de minha salvação! 


Me abandonaram meu pai e minha mãe, 
mas o Senhor me acolheu. 


Ensina-me Teus caminhos, guia-me pela vereda dos justos 
e protege-me dos que me odeiam. 


Não permita que prevaleça contra mim o furor dos inimigos 
que caluniam e trilham as sendas da violência. 


Eles me fariam desesperar, não fora minha fé perseverante 
de que alcançaria neste mundo a bondade do Senhor. 


Confia pois Nele! 
Assim, fortalecer-se-á teu coração 
por depositares no Senhor toda a tua esperança.

tirado daqui

23 de setembro de 2009

Opção fundamental

Jesus é opção
Porque escolha de um valor
De um fim, de um humanismo.
É opção fundamental
Capaz de abranger a totalidade da pessoa
E de se transformar
num projecto apaixonante
Que fundamenta a personalidade
E facilita a entrega,
Capacita a potencialidade
E estrutura a conduta;
Evita a dispersão
E define a pessoa
Perante si e os outros.

É a opção religiosa
Do crente que tem Deus
Nas suas decisões, atitudes e projectos.
É a opção cristã
Que considera Deus seu Pai
Jesus Cristo, irmão
E o Espírito dador de vida.
Jesus é opção…
É opção fundamental.

inédito JAC
2004

Escrevi isto há cinco anos e continuo a crê-lo, a a reafirmá-lo!.

Lição para a vida







Segue, vivendo,
alegre cada dia
porque é uma maravilha
mais um dia para viver.

Vive, sentindo,
amando sem medida,
porque é uma graça sentir
que amas e és amado.

Ama sem mais
e sem olhar a quem
porque essa é a medida
de ter tornares alguém.

Torna-te aquilo que és
humano e filho de Deus
e assim serás feliz
e com toda a certeza
alcançarás os céus.

22.9.09

Até quando


Até quando Senhor?
Até quando... Meu Deus!!

É a vida! (lamento!)

Há coisas que não percebo.

Continuo o caminho com a força que vem do Alto, mas...


Deus está por mim. Deus está por nós!
Às vezes, sinto-me Job, ou Abraão com Isac antes do sacrifício.


Continuo a rezar: Vela por mim, Senhor, Amén!

22 de setembro de 2009

Admirável mistério




Admirável mistério do sacerdócio
Que toca em mãos humanas Deus
E traz aos homens de todos os tempos
Um pouco da ternura existente nos céus.

Admirável mistério de alegria
É o que se recebe na Ordenação
Para anunciar e celebrar Eucaristia
E levar a paz ao humano coração.

Servir todo inteiro a Jesus
Amando sem reservas nem fronteiras
Sempre pronto para abraçar.

É este o luminoso mistério da cruz
Que não conhece amarras nem barreiras
No sacerdote chamado a abençoar.


2.9.09

Escrito em Fátima, durante o VI Simpósio do Clero de Portugal.
A foto - foi tirada em Vila Verde pelo colega José Carlos Ferreira (um abraço!) e oferecida - assenta que nem uma luva. A cruz tem sempre algo de luminoso. Por muito escuro que possa ser o ambiente, a envolvência brilha e cintila porque da cruz brota e irradia a luz, melhor a LUZ que é Jesus! Aliás, isto lembra-me um refrão de uam música que escrevi há uns anos para um festival da Canção Religiosa:

Jesus és minha luz
só a ti eu quero ver
na tua morte de Cruz
és dom a bendizer
hoje e sempre, ó meu Jesus,
és a razão do meu viver!

21 de setembro de 2009

Fado de Deus


Triste fado é este que cantamos
de mãos atadas e presas à dor.
Fado triste é este que elevamos
sem o transformarmos em amor.

Muda sina várias vezes carregamos
sem espreitar o claro alvor
mas juntos, na certeza, entoamos
o mais belo hino ao amor.

Vem e acolhe-nos com ternura
Senhor Nosso Deus, a Vós confiados
na força e segurança do teu braço.

E segura-nos sempre com brandura
já que em Cristo fomos resgatados
na Cruz, o oblativo gesto do abraço.

4. 08. 2009

18 de setembro de 2009

Hoje falei de ti

Desculpa,
sei que tu és uma pessoa muito especial mas,
hoje falei de ti...
É... até foi de propósito!!!
Eu estava a falar com DEUS quando resolvi falar de ti.

Eu pedi que ELE te cobrisse de protecção
e te fizesse muito FELIZ.
ELE disse para eu não me preocupar.

E ainda me pediu que eu te dissesse que ELE te ama muito
e vai fazer o possível,
e principalmente o impossível,
para nunca te ver triste.
Pediu-me ainda para te dizer que ELE sabe que ás vezes
vais pensar que ELE
não está do teu lado,
ou que irás questionar
o porquê de muitas coisas terem acontecido, ou
não terem acontecido na tua vida.
Mas um dia irás olhar para trás e dizer:
Como DEUS faz as coisas certas,
hoje eu vejo que tudo está na hora certa e que ELE não falha..

Olha só quem veio comigo!!!
Ele quer-te abençoar.




obrigado mistério (Beta) pela partilha

16 de setembro de 2009

“Chama da Solidariedade” quer chamar mais pessoas para a causa



Périplo iniciado em Braga termina sábado em Viseu


A “Chama da Solidariedade” iniciou ontem em Braga o seu périplo por algumas cidades portuguesas com a intenção de «chamar mais pessoas» para a causa da solidariedade. Numa singela cerimónia na Avenida Central que contou com a presença de vários digirentes distritais e nacionais ligados à solidariedade social foi exaltado o trabalho feito até ao momento neste nível e lançado o alerta para um envolvimento colectivo em torno das dificuldades das franjas mais desfavorecidas da população portuguesa.
Nesta cerimónia de partida, a tocha foi transportada de mão em mão por utentes e educadores de instituições sociais de Braga, desde a Avenida Central até à Avenida da Liberdade. O grupo “Zés Pereiras do Novais” deu animação e colorido à festa tal como as dezenas de crianças presentes.
O percurso da “Chama da Solidariedade” que saiu ontem de Braga termina no sábado em Viseu onde decorre a Festa da Solidariedade 2009. Até lá, a tocha passa por algumas cidades portuguesas.
O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), padre Lino Maia, marcou presença neste «gesto simbólico», referindo que a inciativa pretende «exaltar o muito que se faz neste país em favor dos mais necessitados e carenciados» e «alertar para a necessidade deste envolvimento colectivo».
«Nós somos todos responsáveis por todos», disse, justificando a iniciativa que está empenhada em «chamar mais gente a causa».
Destacando o papel insubstituível das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Lino Maia revelou que «o que se faz no país em favor das populações mais carenciadas é feito por estas instituições». E deixou o pedido: «Quantos mais formos melhor se fará, melhor qualidade de vida se terá e mais esperança conseguiremos para o país».
O dirigente nacional apontou ainda que a crise económica que o país atravessa acentua o trabalho das IPSS que registaram este ano mais solicitações. «Os problemas decorrentes da crise, particularmente a fome e o desemprego» fizeram disparar o número de solicitações a instituições de solidariedade social. Além do mais, para o padre Lino Maia nem os «menores contributos recebidos pelas instituições» impediram de continuar a prestar os seus serviços nem justificaram o encerramento de qualquer uma.
«As IPSS continuam a fazer o seu trabalho e não se mandam utentes embora por contribuírem menos para a instituição», frisou.

Distrito de Braga
precisa mais que nunca
das IPSS
A cerimónia de acendimento da “Chama da Solidariedade” e da sua partida foi presenciada pelo governador civil de Braga. José Lopes felicitou a organização do evento destacando que «actos de solidariedade são indispensáveis e devem ser apoiados».
O governador civil reconheceu que a solidariedade é uma «necessidade permanente» mais ainda no distrito de Braga onde muitas pessoas continuam a precisar de apoios sociais.
«A solidariedade é um sentimento que deve unir todas as pessoas», afirmou, sustentando que a solidariedade «humaniza a vida».
No distrito de Braga há muitas pessoas a precisar de apoio social. «Sempre houve e hoje há mais», revelou José Lopes, declarando que o apoio dado à população mais necessitada serve também para «lhes dizer que não estão isoladas e sozinhas».
«Este gesto iniciado hoje é um sinal que pretende mostrar que nas dificuldade há sempre alguém pronto a ajudar», defendeu o representante do Governo em Braga.
Alargando as declarações à comunicação social presente, o governador civil referiu-se aos incêndios no distrito de Braga, particularmente no ultimo fim-de-semana que foi «muito difícil» e «negro». Aliás, «ainda estão a deflagrar incêndios no distrito» e que estão a merecer um «grande empenho e esforço» das diversas corporações de bombeiros distritais.
«Estamos todos preocupados com essa situação» disse, anotando que as indicações de baixas de temperatura nos próximos dias são um bom sinal para quantos se empenham nas lutas contra os incêndios.

13 de setembro de 2009

Pai

Em dia de festa para o meu pai. Parabéns


Pai!
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez...

Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz...

Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer...

Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você...

Pai!
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver...

Pai!
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu...

Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!...

Pai!
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais
Muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai! Paz!...

composição de Fábio Jr.

Missão é partir

“Missão é partir, caminhar, deixar tudo, sair de si, quebrar a crosta do egoísmo que nos fecha no nosso Eu.  É parar de dar volta a...