27 de novembro de 2017

De Que(m) Estamos à Espera?


O Advento mantém-nos humildes, sabendo que somos beneficiários diretos da paciência de Deus para connosco, e que, sem qualquer tempo e esforço despendidos por nós, fomos finalmente recompensados.
Enquanto esperamos juntos na fila durante o Advento, façamo-lo com bom humor e continuemos a dizer "sim" a tudo aquilo que a salvação reserva para nós: sim ao amor pessoal de Deus, sim ao reino de justiça e paz de Jesus, sim a cada oportunidade de servir o Evangelho, e sim a saber que o nosso Deus é nosso companheiro a cada passo da nossa caminhada.
Richard Leonard, sj, De que estamos à espera?, pág, 25 


foto e mais aqui:
http://www.snpcultura.org/de_que_estamos_a_espera_procurando_sentido_advento_natal.html

23 de novembro de 2017

Cristo Rei do Amor!



Em verdade vos digo: Quantas vezes o fizestes

a um dos meus irmãos mais pequeninos,
a Mim o fizestes.
Mt 25, 31-46




Há três coisas que me encantam neste evangelho. A primeira é que nos é apresentada aqui uma ideia verdadeiramente impressionante de Deus: Deus é Aquele que estende a mão porque tem necessidadeDevemos enamorar-nos deste Deus enamorado e necessitado como todos os enamorados (...).
A segunda coisa maravilhosa é que os arquivos de Deus não estão cheios dos nossos pecados, como se Ele os tivesse recolhido e posto de parte para os lançar contra nós no último dia. Depois de perdoados, os pecados deixam de existir, são anulados, cancelados, desaparecem. Os arquivos de Deus não estão cheios de pecados mas dos nossos gestos de bondade.
E a terceira coisa é a seguinte: o juízo de Deus está divinamente truncado, porque Ele não olhará para toda a nossa vida, mas apenas para as coisas boas da nossa vidaO tema do juízo não é o pecado, é o bem: esta é a grandeza da nossa fé, a grandeza do coração de Deus.

Ermes Ronchi e Marina Marcolini 

17 de novembro de 2017

Valoriza os teus talentos! Não os enterres, nem congeles, não guardes só para ti!



O Evangelho está cheio de uma teologia simples, a teologia da semente, do fermento, de inícios que devem florescer. Cabe-nos a nós o trabalho paciente e inteligente de quem cuida dos rebentos. (…)
A parábola dos talentos é o poema da criatividade, mas sem voos retóricos. (…) Aquilo que tu podes fazer é apenas uma gota no oceano, mas é essa gota que pode dar sentido a toda a tua vida.
A parábola dos talentos é um convite a não ter medo, porque o medo paralisa, torna-nos vencidos e estéreis. Quantas vezes temos renunciado a vencer apenas pelo medo de ficar derrotados. O Evangelho ajuda-nos de três formas: a não ter medo, a não meter medo e a libertar do medo. (…)
Não há nenhuma tirania, nenhum capitalismo da quantidade no Evangelho. Com efeito quem devolve dez talentos não é melhor do que quem entrega quatro. (…) Qualquer que seja o dom que recebeste, pequeno ou grande, o essencial é que tu o valorizes. As contas de Deus não são quantitativas, mas qualitativas.



Ermes Ronchi e Marina Marcolini, in A esperança que nasce da Palavra

16 de novembro de 2017

I DIA MUNDIAL DOS POBRES - para um novo estilo de vida!




Não pensemos nos pobres apenas como destinatários duma boa obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda, de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz. Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida. Na verdade, a oração, o caminho do discipulado e a conversão encontram, na caridade que se torna partilha, a prova da sua autenticidade evangélica. E deste modo de viver derivam alegria e serenidade de espírito, porque se toca com as mãos a carne de Cristo. Se realmente queremos encontrar Cristo, é preciso que toquemos o seu corpo no corpo chagado dos pobres, como resposta à comunhão sacramental recebida na Eucaristia. O Corpo de Cristo, partido na sagrada liturgia, deixa-se encontrar pela caridade partilhada no rosto e na pessoa dos irmãos e irmãs mais frágeis. (…)

Portanto somos chamados a estender a mão aos pobres, a encontrá-los, fixá-los nos olhos, abraçá-los, para lhes fazer sentir o calor do amor que rompe o círculo da solidão. A sua mão estendida para nós é também um convite a sairmos das nossas certezas e comodidades e a reconhecermos o valor que a pobreza encerra em si mesma. 

EXCERTO DA MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO 
(19 DE NOVEMBRO DE 2017) | «Não amemos com palavras, mas com obras»


10 de novembro de 2017

Oração da Semana dos Seminários


Deus, nosso Pai,
que pela Vossa Palavra tudo criastes e tudo sustentais,
nós Vos damos graças
pelo dom do Vosso Filho, Jesus,
Palavra viva e reconciliadora.
N’Ele manifestais o esplendor da Vossa glória, para que, acreditando n’Ele,
vivamos segundo a Palavra que nos cria de novo.
Nós Vos bendizemos
pelo dom do ministério sacerdotal,
pelo qual associais aos primeiros discípulos,
que acreditaram em Jesus,
outros companheiros que continuam a servir à humanidade
o alimento da Palavra,
o banquete da Eucaristia
e a via da Reconciliação.
Nós Vos pedimos pelos seminaristas e seus educadores,
para que abram os corações à Palavra
e a vivam com desassombro,
dando testemunho da Vossa alegria no mundo.
Maria, mãe de Jesus e nossa mãe,
vós que conheceis as necessidades humanas
e ensinais a viver como diz o vosso Filho,
abri novos corações para a disponibilidade
de viver ao serviço da alegria.
Maria, repeti hoje aos nossos corações:
“Fazei o que Ele vos disser”.
Amen. 

Vidas acesas...



O Evangelho não condena o esquecimento de uma noite, mas uma vida inteira vazia, que não se acendeu (...). Ou damos luz e iluminamos alguém, ou não existimos. Parábola exigente e ao mesmo tempo consoladora. Mesmo que seja noite, mesmo que o azeite seja pouco, o Senhor vem. O seu atraso consome e cansa: com efeito, todas as raparigas adormecem, tanto as prudentes como as insensatas. É uma experiência que todos temos feito: temo-nos cansado, talvez algum dia tenhamos parado, e isso sucedeu até aos melhores dentre nós. 
Mas eis que, na escuridão, a meio da noite, uma voz nos despertou. Deus não é aquele que te apanha em flagrante, mas uma voz que te desperta. A minha verdadeira força não está na minha resistência ao cansaço, mas na voz de Deus, que mesmo que tarde virá, que desperta a vida do meio de todos os desconfortos, que me consola dizendo que não está cansado de mim, que desenha um mundo cheio de luzes e de encontros. 
Basta-me ter um coração que escuta, reavivá-lo como se fosse uma lâmpada e sair ao encontro de um abraço. 

Ermes Ronchi e Marina Marcolini, A esperança que nasce da Palavra

2 de novembro de 2017

Peregrinos na santidade



Nós Vos adoramos, Senhor nosso Deus, 
única fonte de santidade, admirável em todos os Santos, 
e confiadamente Vos pedimos a graça 
de chegarmos também nós à plenitude do vosso amor 
e passarmos desta mesa de peregrinos 
ao banquete da pátria celeste. 

(Oração de pós comunhão)

30 de outubro de 2017

Todos salvos pela esperança. Santos e Fiéis Defuntos


Chorar, amargamente, quem nos morre, é um ato profundamente cristão. Só não o será o desespero completo, perante essa morte. Porque seremos salvos pela esperança. A perdição seria o desespero, simplesmente.


29 de outubro de 2017

O mesmo amor semelhante e indiviso


“Ama a Deus com todo o coração” não significa: ama só a Deus, reservando todo o coração para Ele, mas ama-o sem meias medidas. E verás que te soba coração, ou antes, que te cresce o coração, para amares o marido, a mulher, o filho, o familiar, o amigo, a ti próprio. Deus não é ciumento, não rouba o coração: multiplica-o.
“Amarás com toda a tua mente”: o amor torna-te inteligente, faz-te entender melhor, chegar mais fundo, chegar primeiro. “Amarás com todas as tuas forças”: o amor torna-te forte, capaz de enfrentar qualquer obstáculo, qualquer fadiga e dificuldade.
Jesus acrescenta: "O segundo é semelhante ao primeiro". "Amarás o homem"  é semelhante a "amarás a Deus". O próximo é semelhante a Deus. Esta é a grande novidade trazida por Jesus: o próximo tem rosto, voz e coração semelhante a Deus. 
O próximo deve ser escutado como uma palavra santa, o rosto do outro deve ser lido como um livro sagrado, e o seu grito deve ser feito teu como se fosse Palavra de Deus. 

Ermes Ronchi e Marina Marcolini, in “A Esperança que nasce da Palavra”  




«Os discípulos de Jesus nunca poderão separar estes dois amores. Tal como, numa árvore, não se podem separar as raízes da sua copa: quanto mais amarem a Deus, mais intensificam o amor aos irmãos e às irmãs; quanto mais amarem os irmãos e as irmãs, mais aprofundam o amor a Deus». 
C. Lubich

27 de outubro de 2017

Halloween. Uma festa católica!?




No último dia de Outubro, um pouco por todo o mundo, festeja-se o “Halloween”, cujo nome resulta da contração de “All Hallows' Evening”, que significa literalmente “Vigília de Todos os Santos”. Esta Vigília manteve-se na tradição católica até à reforma litúrgica do Concílio Vaticano II. 
Trata-se de uma festa que teve início entre os católicos irlandeses que, nas vésperas da Vigília de Todos os Santos, se vestiam com símbolos pagãos para “gozarem” e ridicularizarem os antigos costumes do paganismo.

O Halloween é, pois, a cristianização de um festival pagão, de origem Celta, que se chamava “Samhain”. Portanto, o fantasiar-se de monstro ou de bruxa pode até ter começado com os pagãos, mas no “Samhain”, não no “Halloween”. Os católicos adotaram esse costume mudando a finalidade: manifestar a supremacia de Cristo sobre todas as coisas.

Pergunta essencial: será que as festas de Halloween dos nossos dias, massificadas e globalizadas pela cultura americana, muitas até realizadas nos nossos espaços pastorais, ainda mantêm esta finalidade?

25 de outubro de 2017

Paraíso: Abraço com Deus, Amor infinito

Papa Francisco, na Audiência Geral desta quarta-feira:

O paraíso é um abraço com Deus, Amor infinito, e entramos nele graça a Jesus, que morreu na cruz por nós. Onde há Jesus, há misericórdia e felicidade, sem Ele há frio e treva”.
Na hora da morte, mesmo que não haja ninguém que se recorde de nós, Jesus estará ali ao nosso lado e quer levar-nos para o lugar mais belo que existe. E à casa do Pai levará o que fizemos de bom e o que precisa ainda de redenção: as faltas, os erros de toda a nossa vida.
E esta é a meta da nossa vida: que tudo se realize, e seja transformado em amor.
Se acreditarmos nisto, a morte deixa de nos meter medo, e podemos esperar mesmo partir deste mundo de forma serena, com muita confiança. Quem conheceu Jesus, já não teme nada”.

22 de outubro de 2017

A Deus o que é de Deus!


De Deus é a terra é tudo o que ela contém, de Deus é o homem, aquele homem que é como um sopro que passa, mas que também é um pouco inferior a um deus.
A César pertencem às coisas, a Deus a pessoa, com toda a sua dignidade, grandeza, consciência e coração. Cada um de nós passa pelo mundo como uma moeda de ouro que traz em si a inscrição e a imagem divina.
Jesus diz-me a mim: não inscrevas no teu coração outras pertenças a não ser a DeusPermanece livre e rebelde frente a cada tentação de te deixares comprar ou possuir; diz repetidas vezes ao poder: eu não te pertenço. 
A cada poder humano, Jesus repete: não te apropries do homem, não ponhas as mãos sobre a sua consciência ou sobre o seu corpoO homem pertence a Deus, é coisa de Deus. O homem tem Deus no sangue. 


Ermes Ronchi e Marina Marcolini, in “A Esperança que nasce da Palavra”  

21 de outubro de 2017

Ide, sem medo (Uma canção e uma oração)



Barcas ao largo,
Corações ao alto,
Em pura sintonia com a alegria do Evangelho,
Ide!
Ide
E entrai em cada coração,
Semeai a paz,
Saboreai o pão que houver,
E que a mão de Deus vos der.
Não largueis nunca essa mão de amor.
É ela qupue vos guia
Rumo à alegria
Da messe e da missão.
Acolhe, Senhor, a minha prece
Por todos os que continuam a levar o teu amor
A toda a humanidade
E a fazer de cada coração
A casa mais bela da cidade. 

D. António Couto

19 de outubro de 2017

Alma que espera...

A esperança é sempre uma boa aposta se for esperança em Deus.
Ele é que é a fonte da esperança e Ele não desilude!




Eu confio no Senhor, 
a minha alma espera na sua palavra. 
A minha alma espera pelo Senhor 
mais do que as sentinelas pela aurora

Salmo 129(130)



17 de outubro de 2017

Fidelidade (Great Is Thy Faithfulness)







A fidelidade do Senhor permanece para sempre!

"Devemos ouvir os jovens!". Será mesmo?


XV ASSEMBLEIA ORDINÁRIA GERAL DO SÍNODO DOS BISPOS

Jovens, fé e discernimento vocacional



Com esta jornada, a Igreja quer ouvir a voz, a sensibilidade, a fé e também as dúvidas e críticas dos jovens. Devemos ouvir os jovens! (Papa Francisco, ao convocar uma reunião pré sinodal, agendada para Março de 2018)

Precisamos abordar os jovens não só para nos ajudar a entender "como" anunciar a mensagem cristã hoje, mas também para entender melhor "o que" o Senhor Jesus pede a sua Igreja hoje ", o que ele espera desse momento histórico" o que "cortar" e o que "em vez de encontrar dentro de sua missão. (Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral)

“Os jovens são importantes, têm papel decisivo no futuro e é preciso dar-lhes espaço, inseri-los e também receber os seus contributos”. (D. Joaquim Mendes)


Diante disto, estou convencido que não basta dizer e desejar que os jovens sejam ouvidos na Igreja/pela Igreja. Pergunto-me se eles querem mesmo falar à Igreja? Será que estão dispostos a isso? Ou reina entre nós a indiferença generalizada que advém da secularização?

Mais ainda: Será que nós os queremos mesmo escutar? Muitas vezes não estou certo disso...

Além disso: Será que criamos as condições/espaços/lugares para que os que querem falem e nós os escutemos?


Não conheço a totalidade das iniciativas diocesanas sobre esta matéria. Conheço algumas. Mas vou vendo o tempo a passar, as fases diocesanas a concluir-se, e vou constatando pouco entusiasmo. O que é pena! E também sinal. 



16 de outubro de 2017

Semear e despertar a esperança!




Depois de muitos dias a ver aquela senhora a fazer aquilo o homem ganhou coragem e perguntou: 
-Bom dia! Porque é que todos os dias a senhora atira sementes para a estrada? 
-Bom dia! Porque todos os dias, olho para ela e vejo-a vazia e sem vida e assim com o lançar destas sementes espero um dia que elas nasçam e encham de vida esta estrada. 
-Mas repare, ao lançar as sementes muito provavelmente o vento vai levá-las, os pássaros irão comê-las e nenhuma dará aqui fruto. 
-Pelo menos eu tento e tenho esperança, agora só me resta esperar!

(autor desconhecido)

13 de outubro de 2017

Um Deus que serve!


EVANGELHO – Mt 22,1-14. XXVIII Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir. Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo está pronto. Vinde às bodas’. Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio; os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos. O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes’. Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados. O rei, quando entrou para ver os convidados, viu um homem que não estava vestido com o traje nupcial. E disse-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?’. Mas ele ficou calado. O rei disse então aos servos: ‘Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o às trevas exteriores; aí haverá choro e ranger de dentes’. Na verdade, muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos».



Esta parábola ajuda-nos a não nos enganarmos sobe Deus. Muitas vezes, pensamos Nele como um Deus que chama a servi-lo e, pelo contrário, é Ele que nos serve. Muitas vezes tememo-lo como o Deus dos sacrifícios e, no entanto, Ele é o Deus que toma a peito a nossa alegria. 
Pensamos Nele distante, marginalizado, contudo Ele está no coração da vida, dentro desta sala do mundo, como uma promessa de felicidade. E prefere a felicidade dos seus filhos à sua fidelidade. Porque a alegria é como uma escada de luz que pousa no coração e se eleva até Deus.

Ermes Ronchi e Marina Marcolini, in “A Esperança que nasce da Palavra”  

12 de outubro de 2017

Vice-versa




Quem não descobre o amor - não encontra Deus.
Quem não encontra Deus - não vê o mistério do mundo. 
Quem não vê o mistério do mundo - não vive a vida.
Quem não vive a vida - não descobre o amor.
E vice-versa:
Quem não encontra Deus - não vê o amor.
Quem não descobre o amor - não vê o mistério.
Quem não vê o mistério - não sabe viver a vida.
Quem não vive a vida - não encontra Deus.

Raimon Panikkar

10 de outubro de 2017

Misericórdia! Papa Francisco

“Os teimosos de alma, rígidos, não entendem o que é a misericórdia de Deus”, alertou o Papa Francisco na sua homilia matinal.
“Os rígidos são covardes, têm um coração fechado, apegados à justiça pura. E esquecem-se que a justiça de Deus se fez carne em seu filho; fez-se misericórdia, fez-se perdão, o coração de Deus está sempre aberto ao perdão”.

Missão é partir

“Missão é partir, caminhar, deixar tudo, sair de si, quebrar a crosta do egoísmo que nos fecha no nosso Eu.  É parar de dar volta a...