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23 de abril de 2009

Um amor de perdição





Parabéns!
Não me encheu as medidas, mas dentro dos filmes portugueses que vejo tem direito a destaque.
Surpreendeu-me a Catarina (Mariana), pela pequena mas já grande carreira (parece uma meninina adulta).

O Tomás está a começar. Há-de lá chegar....


22 de abril de 2009

«Ainda há amores de perdição!»


Filme de Mário Barroso, hoje no Bragashopping

«Ainda há, hoje em dia, amores de perdição!». É com esta base e com esta ideia que Mário Barroso sustenta a realização do filme “Um amor de perdição”, inspirado livremente na obra de Camilo Castelo Branco, e que hoje à noite, a partir das 21h30, passa em exibição, em antestreia, nos Cinemas Cinemax, do Bragashopping. Tomás Alves e Catarina Wallenstein, protagonistas do filme, estão confirmados nesta sessão.
Contactado pelo Diário do Minho, o realizador do filme começou por dizer que espera que os portugueses em geral gostem e apreciem o filme. «Não quero ensinar nada a ninguém», disse Mário Barroso, mas «espero que as pessoas vão ver o meu trabalho e o trabalho de uma equipa, às salas de cinema».
Impossibilitado de vir a Braga hoje, para esta antestreia, o realizador lamenta esse facto, todavia sente-se bem representado por Tomás Alves e Catarina Wallenstein, o par protagonista da trama, que vêm a Braga especialmente para a sessão de estreia do filme português.
O realizador apontou que se fez um trabalho de transição da obra camiliana para os nossos dias. O facto de haver uma inspiração, ainda que livre, na obra de um dos maiores escritores da história da literatura portuguesa, só «traz uma responsabilidade acrescida», garante Mário Barroso.
Os interessados poderão ver neste filme, segundo o realizador, «o drama, a revolta, a violência, a obstinação e o carácter inconformista de Simão». E justifica: «Em meu entender é isso que está no livro de Camilo, e não tanto a história de um amor impossível e proibido entre dois adolescentes».
O filme foi produzido por Paulo Branco e conta com Tomás Alves, Patrícia Franco, Catarina Wallenstein, Ana Padrão e Willion Brandão nos principais papéis. O argumento adaptado é de Carlos Saboga e a música de Bernardo Sassetti.

27 de novembro de 2008

Amália, o Filme

Realizador, produtor e actriz principal presentes
Antestreia de “Amália, o Filme”
segunda-feira no Bragashopping

Texto: José António Carneiro

“Amália, o filme”, a primeira biografia ficcionada da diva do fado, tem antestreia marcada para o Bragashopping, esta segunda-feira, a partir das 21h30. A sessão contará com a presença do realizador Carlos Coelho da Silva, do produtor Manuel da Fonseca e da actriz principal Sandra Barata Belo, daquele que é o filme português mais caro de sempre, orçado em três milhões de euros, que chega às salas de cinema portuguesas, na sexta-feira, dia 4 de Dezembro.
Produzido pela Valentim de Carvalho Filmes, o filme conta com a participação financeira da RTP, que vai exibir posteriormente a longa-metragem em versão mini-série.
Entre os locais de filmagens contam-se Aveiro, Régua e Espinho. Além disso, foram feitas imagens em Nova Iorque, ainda que todos os cenários tenham sido recriados em Portugal.
Sandra Barata Belo, de 29 anos, é a protagonista do filme e lidera um elenco de 45 actores. De Amália, a jovem actriz estudou os gestos, o comportamento, a cadência do canto e da fala, descobriu-lhe a timidez e a insegurança e as variações entre a alegria e a tristeza nos anos que o filme abrange, entre 1950 e 1980.
A actriz leu ainda biografias, recortes de imprensa e testemunhos escritos, viu filmes e documentários e falou com Estrela Carvas, que foi secretária e confidente de Amália Rodrigues.
De salientar que neste filme, nos momentos de interpretação de fados, a voz de Sandra Barata Belo será dobrada pelas gravações de Amália Rodrigues.
«Este é um filme comercial, mas acho que tem coisas interessantes, acho que serve a um público alargado, acho que serve aos eruditos e serve ao senhor da mercearia que sempre gostou da Amália. É um filme sobre a fadista, portanto é um filme para as pessoas irem ver», disse recentemente a actriz.
Além de Sandra Barata Belo, o filme conta com as participações de Carla Chambel, Leonor Seixas, António Pedro Cerdeira, Ana Padrão, Ricardo Carriço, João Didelet, Ricardo Pereira e Susana Mendes.

Distribuição internacional
garantida
«Amália é uma figura universal e tem um estatuto que ultrapassa as fronteiras portuguesas, está editada em todo o mundo e o fado é hoje um género de valor muito importante, que se encaixa na world music», disse o produtor, em declarações à Lusa.
Por isso, a internacionalização do filme é um dos principais objectivos definidos e até ao momento conseguidos. «As nossas perspectivas de internacionalização, neste momento, não podiam ser mais optimistas», acrescentou.
O produtor realçou o facto de se tratar «da pré-compra de um filme português, com base num trailer de dois minutos, num mercado ameaçado pela crise mundial».
China, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Argélia, Marrocos, Tunísia e 15 países do Médio Oriente, entre os quais o Egipto, Emirados Árabes Unidos, Líbano e a Arábia Saudita, garantiram já a distribuição do filme, que se baseia na vida da mais internacional voz portuguesa.
As vendas internacionais realizaram-se no American Film Market (AFM 2008) que decorreu em Los Angeles, e onde a Valentim de Carvalho Multimédia, distribuidora do filme, esteve representada.
«Além dos contratos já garantidos, “Amália, o Filme” despertou um elevado interesse por parte de distribuidores presentes no AFM 2008, estando em curso negociações com o Brasil, França, Itália, Estados Unidos, Espanha, Israel e Japão», refere o produtor.

in Diário do Minho

[A propósito da solenidade de Cristo Rei]

  “Talvez eu não me tenha explicado bem. Ou não entendestes.” Não penseis no futuro. No último dia já estará tudo decidido. Tudo se joga nes...