2 de abril de 2010

Sexta-feira Santa: prostrado


Sabias a Tua missão
E sabias que ias morrer,
E, apesar de tudo,
Tudo foi longo e doloroso
E humilhante.

Que amor e dignidade revelas
Ao caminhar para a vida da morte
Porque a vida ninguém te tira
Senão que és Tu a dá-la
Para cumprir a vontade do Pai
E para, pela Tua dádiva,
Alcançar vida e salvação
toda a humanidade.

Quão indigno sou do teu amor!
Quão fraco permaneço ante Ti.

Envergonhado em prostro
E adoro a Tua cruz.

Não tenho outra maneira
De me colocar diante de tal prova.

Só queria ter a tua coragem
- por isso a peço, Senhor -
de viver e morrer como Tu.

Que dia grande, contrastante:
Uma morte que me dá vida,
Um contraste amoroso.

JAC

Descobrir o essencial!

Diante do Senhor que vem, reconhecemos que os nossos caminhos não são os seus (cf. Is 55, 9) e somos impelidos a converter-nos, a mud...