10 de setembro de 2010

Um mar de perdão


Na ternura de um beijo
Que o mar dá na areia
Sinto toda a paciência
de um Deus que é Amor.

Tanta ida, tanta volta,
Tanto esforço dispendido
O mesmo que faz Jesus
Ao pecador arrependido.

Todo o pecado merece
Superar-se pelo amor
pois na cruz se estabelece
O singular Salvador.

Quisesse eu perceber
Quais as medidas de Deus
Teria de conseguir ver
A imensidão do mar…
E isso não bastaria!

Perante toda a grandeza
Desse inédito amor
Vejo-me com confiança
Porque nele já estou salvo.

Graças, Senhor, pelo amor,
Com que em amas
pela certeza da salvação
Que me sussurras ao ouvido,
Brando e mansinho,
Como canto da ave, forte e grave,
Como o bramido do mar.

Pe. JAC
Casa de S. Paulo. Cortegaça.
Retiro para Ordenação Sacerdotal

Descobrir o essencial!

Diante do Senhor que vem, reconhecemos que os nossos caminhos não são os seus (cf. Is 55, 9) e somos impelidos a converter-nos, a mud...