21 de fevereiro de 2011

História de um poema


Como eu gostava de inventar uma palavra…
A palavra Amor onde coubesse a razão.
Tento (d)escrever o que sinto…
E perco-me… como versos de um poema
Que subitamente chegam ao fim.
Gostava até de saber escrever poemas
Só para contar como é bom perder-me,
Mudar de verso e continuar…
E permanecer igual como perfume
Numa tira de papel.
Eu paro… porque a razão não se escreve,
O amor não se conta,
E os poemas não são meus.
… E as histórias continuam a escrever-se em poemas.
 (correspondência de poemas)

1 comentário:

  1. Lindos poemas.
    Continuar é viver.
    Parar é morrer.

    Somos até á data 13 caminhantes.
    Estamos em oração de preparação.
    Se não se importasse seria o primeiro a iniciar a caminhada.
    Começariamos com a sua postagem na quarta feura de cisas sei que ainda não é quaresma, mas para caminharmos bem precisamos todos desta realidade .
    diga alguma coisa
    Abraço fraterno.
    Utilia

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