21 de fevereiro de 2011

História de um poema



Luzes cintilam no meio da água
E jorra de lá, efervescente, uma suave claridade
Que invade
Qualquer adormecido.
Ecoam estalidos
De música ambiente
Que faz do frio, quente
E da noite
Aurora resplandecente.
Sentado à beira do caminho
Contemplo,
Vejo e apre(e)ndo
E sinto uma presença, ausente,
Que neste ambiente, frio-quente,
Se afigura inundada e alagada
E transforma um qualquer nada
Em amado Tudo!
(correspondência de poemas)

Descobrir o essencial!

Diante do Senhor que vem, reconhecemos que os nossos caminhos não são os seus (cf. Is 55, 9) e somos impelidos a converter-nos, a mud...