5 de julho de 2016

restituir às nossas feridas o direito de cidadania!


É preciso restituir às nossas feridas o direito de cidadania!
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Uma comunidade - seja ela civil, familiar ou religiosa - será um paraíso, não quando todos forem perfeitos e não houver tensões, mas quando cada um puder viver a liberdade de tirar a máscara porque se sente aceite e amado tal como é; quando limites, pecados, feridas e traições já não forem ocasiões de divisão e de maldições, mas lugares onde se pode amar é perdoar.

Paolo Scquizzato, O elogio da imperfeição. O caminho da fragilidade, Ed. Paulinas, p. 16

Pe. JAC

Refulgir a Luz. [João Baptista]

João Batista é “a voz que clama no deserto, que “aplaina o caminho do Senhor”. Ele foi enviado por Deus como precursor e como “testemun...