3 de fevereiro de 2009

Imposição de insígnias na UM

Novos enfermeiros desafiados
a serem animadores da sociedade

Mais de três dezenas de finalistas da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho (UM) foram desafiados a serem animadores da sociedade contemporânea, durante a Eucaristia da bênção e imposição das insígnias, que decorreu no Auditório A1 daquela instituição de ensino superior. Face às dificuldades da falta de empregabilidade no sector, o responsável da Pastoral Universitária da Arquidiocese de Braga pediu que os novos enfermeiros «ousem ser diferentes», «teimem com todas as forças» e «nunca esmoreçam».
Num espaço totalmente lotado com familiares e amigos dos finalistas, o padre Eduardo Duque deixou duas mensagens aos presentes: por um lado, salientou a responsabilidade social que os novos enfermeiros adquirem no panorama de uma sociedade global e, por outro, apresentou uma palavra de esperança fundada na certeza da proximidade e do amor que Jesus Cristo nutre por cada pessoa humana.
Na homilia, o sacerdote vimaranense exortou os finalistas a saberem atender os doentes com uma palavra amiga, com carinho e com um sorriso, destacando que o seu papel de actores sociais passa por «tornar a vida das pessoas mais leve».
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Na conclusão da celebração, os 32 enfermeiros que participaram na missa receberam a bênção do padre Eduardo Duque assim como as insígnias do curso. Significado especial teve o ritual da bênçãos das mãos dos novos enfermeiros que, segundo o sacerdote, «são mãos especiais».
A solene proclamação do juramento de Florence Nightingale não foi esquecida pelos novos enfermeiros saídos agora da Escola Superior de Enfermagem da UM.

Entrevista ao "De Colores"

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