29 de abril de 2009

Nos caminhos da solidariedade


Buscando razões para a vida
Deparei-me com o imenso
De grotescos atentados…

Tanto sangue, tanta lágrima

Vi escorrer, adormecido,

Entrei num tormento
De um velho a sofrer.

Os gritos, desvarios exuberantes
De mulheres maltratadas, encontrei
E, sofrendo como elas, me escondi
Envergonhado e inerte.

Um mundo paralisado
Sem garra e sem vida,
Qual cadáver,
Deambula, tranquilo, despreocupado.

Felizmente, a esperança nunca morre

Quando pomos bem atentos os ouvidos
E agimos solidários, pela Palavra.

Porque fazemos a vida de palavras
Transformadas em acção, acreditei
Na Palavra, excelente, do Meu Deus:

“Amai como Eu vos amei!”.


inédito José António Carneiro
foto tirada daqui

Descobrir o essencial!

Diante do Senhor que vem, reconhecemos que os nossos caminhos não são os seus (cf. Is 55, 9) e somos impelidos a converter-nos, a mud...