24 de julho de 2009

Perdido em Jesus



Sigo trilhos escarpados
Ando rotas desalinhadas
Todo um mundo que se fecha
Tantas portas truncadas.

Caminho, vagueante,
Meio perdido, encontrando,
O amor mais jubilante
Que me faz um ser amado.

Só um apoio consigo
Que é estável e forte
E que todo me seduz…

E encontro-me comigo
E vivo a vida, já sem morte,
Obrigado, meu Jesus.

inédito José António Carneiro
2007

foto

3 comentários:

  1. Este poema lembra-me o caminho de Santiago,perdidos ás vezes pela indicação incorrecta das setas amarelas....mas sempre deixando que o caminho que não é apenas um lugar ...passe por nós e não o contrário....
    O José já fez alguma peregrinaçao a pé?
    O livro que já escreveu está a venda,onde?Existe na biblioteca lúcio craveiro da silva?
    Ao amar assim como demonstra pelas palavras(aqui,aqui) Deus....isso não traz por vezes vaidade(boa ou má).??..não ocasiona um afastamento interior e exterior para com outros....?
    De facto é inédito.
    **

    ResponderEliminar
  2. Obrigado pelo comentário. Peregrinações a pé já fiz. Não a Compostela mas a S. Bento, em Fátima, em Roma, etc..
    O meu livro já não está à venda. A edição foi pequena. Sobram alguns exemplares que tenho comigo. Faço gosto em oferecer-lhe um exemplar. Se puder passar pelo jornal Diário do Minho poderemos falar...

    Quanto ao amor: amar Deus é condição indispensável para amar os outros, tal como amando estes estamos a amar Deus. São duas realidades de amor que andam de mãos dadas, como dois amantes ou namorados, que se amam (passo a redundância)!

    deixo o meu mail para ulterior conversa (se quiser) carneiro_zeto@hotmail.com

    obrigado

    ResponderEliminar
  3. Olá Zé António!

    Sim, que esse "amor mais jubilante", aquele que nos faz sentir verdadeira e ternamente amados, seja sempre o apoio inabalável, mesmo e sobretudo nos caminhos mais tortuosos e sombrios!

    Abraço amigo,

    Elisabete

    ResponderEliminar

Semear e despertar a esperança!

Depois de muitos dias a ver aquela senhora a fazer aquilo o homem ganhou coragem e perguntou:  -Bom dia! Porque é que todos os dias ...