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9 de setembro de 2010

Boa recuperação do meu irmão

A recuperação do meu irmão tem sido extraordinária. Surpeendeu-nos a nós e aos próprios médicos e enfermeiros...
Já passou para os cuidados intermédios.
As coisas estão a correr pelo melhor.
O coração está bem, os pulmões também. Aparentemente o AVC não terá provocado lesão grave... mas falta a avaliação pormenorizada.
Continua a receber antibióticos para a infeção... É o que falta!
Agradeço a todos aqueles que tiverem esta intenção presente.
Hoje vocês por ele e por nós, amanhã nós por vocês...
Obrigado
Pe. JAC

2 de setembro de 2010

Orações pelo meu irmão mais velho

Olá a todos

Peço orações pelo meu irmão mais velho, João Miguel. Está num estado crítico de saúde, na sequência de uma septicemia, que provocou vários problemas...
Está nos cuidados intensivos do Hospital de S. João, no Porto.

Agradeço e peço a todos esta intenção nas vossas orações.
Unidos em Cristo.

Recoloco um poema antigo porque creio:

Aconchego de Deus

Nenhuma palavra me explica o sofrimento
Toda a esperança foi levada pelo vento
E meu rosto é janela da dor do coração
Senhor, só teu braço pode dar-me salvação.

Do negrume e lamaçal tu me podes levantar
Minha tristeza e agonia podes transformar
E sei que um dia o Teu aconchego virá
E a Tua mão forte e suave me sustentará.

5 de maio de 2010

A minha saúde e a do meu carro

Olá a todos

Por motivos de saúde (este clima tão incerto é terrível) não tenho tido muita oportunidade para andar por aqui.

Queria, como disse, fazer uma espécie de mês de Maria aqui no blogue mas não tem sido possível.

Como se não bastassem estas "avarias" em mim, também o meu carro está solidário comigo. Bom ele também é quese da minha idade. Está a caminhar para velho.

Esta semana, não vou para Águeda por estes motivos. Infelizmente
Rezo pelos que lá estão a "suportar a barra". Rezo por todos e peço que rezem por mim.

31 de julho de 2009

Jovens bracarenses a caminho de Taizé


Alertas sobre a Gripe A deixados pela organização e pela comunidade



Partem hoje rumo a Taizé 58 jovens de várias paróquias da Arquidiocese de Braga numa peregrinação que termina no próximo dia 10 de Agosto, e que é promovida pelo Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens (DAPJ), em colaboração com a equipa arciprestal de Guimarães/Vizela, da Pastoral Juvenil.
Como responsáveis pelo grupo seguem na comitiva Alberto Gonçalves, do DAPJ, e o padre Samuel Vilas Boas, pároco de três comunidades vimaranenses. A restante comitiva é constituída, particularmente, por jovens dos arciprestados de Famalicão, Vila do Conde e Guimarães.
A partida do grupo acontece em Famalicão, às 19h00, em Vila do Conde, às 19h30, e em Guimarães às 20h30.
No sábado, os jovens passarão o dia em Barcelona e, no domingo, em Cluny, celebrarão Eucaristia, presidida pelo padre Samuel Vilas Boas. No dia 9 de Agosto, o grupo estará em Bordéus para regressar a Portugal no dia 10.
Para esta peregrinação, o Arcebispo de Braga escreceu uma mensagem que figura no guião que vai ser entregue a cada participante. D. Jorge Ortiga pede que «a viagem a Taizé seja uma verdadeira peregrinação» e lança ainda o desafio de cada um se deixar encontrar pela Palavra.
A organização desta peregrinação não esqueceu a questão da Gripe A. Aliás, uma das procupações fundamentais prende-se com alguns alertas a respeito da pandemia. Segundo Alberto Gonçalves, todos os participantes foram elucidados sobre a pandemia através de um email com indicações a seguir, que se encontra igualmente na página da internet da comunidade de Taizé.

Taizé sem alarmes
sobre a Gripe A
Entretanto, o Irmão David, da Comunidade Ecuménica de Taizé, revelou que até ao momento não se registou qualquer caso de Gripe A na comunidade. Numa altura em que Taizé recebe milhares de pessoas vindas de todos os cantos do mundo, o responsável afirmou: «não tivemos nenhum caso, nem sequer suspeitas de Gripe A».
No dia de acolhimento, domingo, todas as pessoas recebem no seu tabuleiro de refeição, um papel informativo sobre as regras de higiene básicas de forma a evitar a transmissão do vírus. «No panfleto estão as informações básicas de higiene lançadas pela Organização Mundial de Saúde, mas também das autoridades locais», com quem o Irmão David se mantém em contacto.
Sem alarmes, esta é apenas mais uma medida que a comunidade desenvolveu para informar e controlar a propagação do vírus. Quem se inscreve para vir a Taizé, recebe igualmente informações sobre a Gripe A e também o pedido de se abster de viajar se sentir algum dos sintomas.
O Irmão David reconhece ter sido «difícil» pedir às pessoas para desistirem de vir a Taizé se tivessem sintomas, mas afirma que esta era a forma de «tranquilizar as que vêm, mas também alertar para o facto de que não basta a protecção individual, devemos proteger também os outros».
No dia-a-dia da comunidade não se percebem preocupações excessivas com a Gripe A. Não se vêem máscaras e na comunhão, muitos continuam a fazê-lo com a mão. O Irmão David reconhece não haver motivos para «histerias» e alerta apenas para as «precauções normais uma vez que o problema prende-se com a propagação».
Actualmente encontram-se em Taizé cerca de 3700 pessoas. Até ao final da semana estarão cerca de 4 mil pessoas. Os grupos mais numerosos são oriundos da Alemanha, Espanha, Polónia, Lituânia, Roménia, Ucrânia, Itália, Portugal, Inglaterra, num total de 60 nacionalidades.

2 de julho de 2009

Crónica de um mau atendimento!

No passado sábado estive na Eucaristia das 18h00, na igreja de S. Vicente, em Braga, por ser o sétimo dia de falecimento de um amigo. Apesar do calor, que levou algumas pessoas a abandonarem o espaço celebrativo (pense-se em alguma solução para isto!), a missa decorreu sem problemas.
O pior estava para vir. No momento em que venho a chegar ao adro, deparo-me com um senhor de meia idade que estava a ter – o que me pareceu ser – um acidente cardiovascular.
Bom, não consigo descrever aqui os minutos seguintes dada a intensidade, a emotividade e a agitação que tomou conta daquele lugar. É, de alguma forma, perceptível a atitude de preocupação dos familiares, mas nestas situações não ajuda em nada a pessoa que está a ser vítima do ataque.
É nesta altura que começa um “corridinho” de pessoas a ligar para as emergências. O ridículo é que do outro lado da linha estaria alguém, se calhar até muito simpático(a), a atender e a fazer um inquérito pormenorizado sobre a situação. Mais pergunta, mais resposta e já o senhor estava deitado no chão há mais de três ou quatro minutos.
Cerca de 15 minutos depois do incidente lá chegou uma ambulância com dois bombeiros. Mas, equipa médica do INEM nem vê-la.
Por acaso quando chegaram já o senhor estava mais ou menos estabilizado porque no local e, de alguma forma, superior aos gritos, ao rebuliço e à confusão estava uma estudante de enfermagem. A jovem bracarense – familiar do meu amigo falecido – tentou e lá conseguiu amainar a situação e estabilizar a vítima.
Mas, pergunto-me: E se não tivesse conseguido? E se o senhor não recuperasse? O que iriam fazer os dois bombeiros naquela situação? Onde andava o veículo de emergência médica e reabilitação?
Também não percebo como dos Bombeiros de Braga até à igreja de S. Vicente se demora tanto tempo. Das quatro uma: ou não havia ambulância disponível; ou havia ambulância e não havia pessoal para a guiar; ou as ruas de Braga são tão confusas e “entupidas” que as ambulâncias vêem-se “à nora” para passar; ou – infelizmente às vezes parece que é assim – andamos a brincar com coisas sérias.

3 de fevereiro de 2009

Imposição de insígnias na UM

Novos enfermeiros desafiados
a serem animadores da sociedade

Mais de três dezenas de finalistas da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho (UM) foram desafiados a serem animadores da sociedade contemporânea, durante a Eucaristia da bênção e imposição das insígnias, que decorreu no Auditório A1 daquela instituição de ensino superior. Face às dificuldades da falta de empregabilidade no sector, o responsável da Pastoral Universitária da Arquidiocese de Braga pediu que os novos enfermeiros «ousem ser diferentes», «teimem com todas as forças» e «nunca esmoreçam».
Num espaço totalmente lotado com familiares e amigos dos finalistas, o padre Eduardo Duque deixou duas mensagens aos presentes: por um lado, salientou a responsabilidade social que os novos enfermeiros adquirem no panorama de uma sociedade global e, por outro, apresentou uma palavra de esperança fundada na certeza da proximidade e do amor que Jesus Cristo nutre por cada pessoa humana.
Na homilia, o sacerdote vimaranense exortou os finalistas a saberem atender os doentes com uma palavra amiga, com carinho e com um sorriso, destacando que o seu papel de actores sociais passa por «tornar a vida das pessoas mais leve».
...

Na conclusão da celebração, os 32 enfermeiros que participaram na missa receberam a bênção do padre Eduardo Duque assim como as insígnias do curso. Significado especial teve o ritual da bênçãos das mãos dos novos enfermeiros que, segundo o sacerdote, «são mãos especiais».
A solene proclamação do juramento de Florence Nightingale não foi esquecida pelos novos enfermeiros saídos agora da Escola Superior de Enfermagem da UM.

26 de dezembro de 2008

Visita pastoral a Nogueiró

Cristãos devem ser
templos da Palavra

Foto e Texto: José António Carneiro

O Arcebispo de Braga pediu que os cristãos sejam templos espirituais que acolhem Jesus e a sua palavra. Durante a Eucaristia de encerramento, na visita pastoral a Nogueiró, em Braga, D. Jorge Ortiga, crismou mais de duas dezenas de pessoas às quais deixou o desafio de, na festa de Natal que se aproxima, acolherem Jesus como o Verbo, a Palavra enviada por Deus.
Na homilia da celebração, a partir da primeira leitura da liturgia da Palavra do quarto domingo do Advento, D. Jorge Ortiga, disse que, felizmente, «há já muitos templos físicos e casas de Deus». No entanto, o que pode faltar – e falta mesmo – são templos espirituais ou seja, pessoas que sabem acolher e dar lugar a Deus na sua vida, defendeu.
Também a partir do exemplo de acolhimento que é Nossa Senhora – a figura central do Evangelho de ontem – o prelado desafiou os cristãos a uma atitude de serviço e de confiança em Deus.
Aos paroquianos presentes, D. Jorge Ortiga relembrou a necessidade da formação cristã permanente e da responsabilidade que têm na construção da Igreja.
Terminada a homilia, o Arcebispo de Braga ministrou o sacramento do Crisma a nove indivíduos do sexo masculino e 14 do sexo feminino. Estes que receberam o terceiro sacramento da iniciação cristã prepararam um ofertório solene e uma encenação de acção de graças onde destacaram a ideia de que o Natal é a festa do nascimento de Jesus que é a Palavra enviada por Deus Pai ao mundo.
Antes de terminar a celebração, D. Jorge Ortiga, tal como em outras comunidades do arciprestado, entregou uma Bíblia a uma família da paróquia para que possa correr e passar pela casa de muitos paroquianos e «suscite mais amor nas famílias».
Já no adro da igreja, onde se realizou um pequeno convivo, o prelado soltou uma pomba que tinha sido levada ao altar, simbolizando o Espírito Santo, que desceu sobre os que receberam o sacramento do Crisma.
O padre Miguel Ângelo Costa, pároco de Nogueiró e Tenões, confirmou ao Diário do Minho que a visita pastoral do prelado contribuiu para unir e reunir a comunidade à volta da Palavra de Deus.
Sobre a comunidade paroquial disse que, felizmente, as pessoas aderem aos desafios lançados, mas em relação ao número de agentes de pastoral confessou que «mais pessoas fazem falta e são bem vindas».
Em relação a projectos e a infra-estruturas, o pároco disse que está a ser estudada a possibilidade de se construir uma capela mortuária junto à igreja paroquial.
Também junto da capela de Nossa Senhora da Consolação vão decorrer obras ao nível da recuperação e melhoramentos do adro e zona envolvente. Além disso, segundo o sacerdote, a Junta de Freguesia local tem um projecto para a construção de habitações sociais junto àquele espaço de culto.
O padre Miguel Ângelo Costa, que é também capelão do Hospital de São Marcos, falou ainda da dificuldade ao nível da zona pastoral que se prende com o facto de em muitos colégios haver catequese impedindo, de certa forma, uma identificação das crianças e das famílias com a respectiva comunidade. «Temos sentido essa dificuldade nas reuniões de zona», disse, ressalvando que também a proximidade com Braga leva a uma certa diluição da missão da zona pastoral e do próprio arciprestado.

[A propósito da solenidade de Cristo Rei]

  “Talvez eu não me tenha explicado bem. Ou não entendestes.” Não penseis no futuro. No último dia já estará tudo decidido. Tudo se joga nes...