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19 de fevereiro de 2016

Contemplar




Jesus quando Te recebo na Eucaristia
Acredito que me fortaleces.

Quando Te contemplo no pão e no vinho
Sei que és a minha vida.

Acredito de verdade
Que ao receber-te no meu coração
Me pareço mais conTigo.

Obrigado Jesus
Por Te dares a mim.


Faz-me sempre acreditar em Ti.





30 de março de 2015

Caminho Pascal. (No início da Semana Santa)

 
 
Caminhamos para a Páscoa libertadora
Entre ramos de oliveira e cantos de vitória,
Porque é Jesus a fazer por nós o caminho
A lavar miséria humana com sangue divino.

Caminhamos contemplando a paixão
E a Ele unimos nosso coração.
É Nele que depositamos a confiança
E quem Nele confia vive com esperança.

Senhor Jesus, amante da humanidade
Que caminhas e carregas, lancinante,
O peso mortal, em bruto, da minha cruz...

Graças pelo amor e pela fidelidade
Que Te leva ao Calvário, triunfante,
Donde brilha para todos vida e luz!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

19 de março de 2015

Tanto Amor! (Em Dia do Pai)


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Tantas vezes me ausentei
procurando em atalhos
a felicidade verdadeira.

Iludido, pensei que a encontrei,
mas depressa constatei
que era pura falsidade.

Por terra caído
levanto-me, confiante
e volto a Ti de novo.

Esperas-me de braços abertos
– bem sei –
volte quando voltar, lá estarás
para me abraçar.
E não ficas por aí:
fazes festa comigo,
festa de encontro e acolhimento
festa de família,
porque afinal és meu Pai
e eu serei sempre Teu filho.

Eis-me aqui sempre de novo.

6 de março de 2015

O pobre é Deus caído!

Quando as roupas são chagas 
e a comida são migalhas... 
Quando a companhia mais próxima 
 é um cão a latir... 
Quando o pobre tem nome de amigo 
Lázaro, isto é, Deus ajuda: 
O céu já começa aqui. 
 Quando os trajes são de luxo 
vestidos feitos de púrpura e linho... 
Quando um rico não tem nome 
nem acode a quem tem fome... 
O inferno só será 
 a sequência de más escolhas. 
 Quando a indiferença fala mais alto 
e não diz nada... 
Quando os olhos não vislumbram 
 os milagres da vida em cada dia... 
Quando os ouvidos não ouvem 
os profetas desta hora: 
É Deus Quem jaz caído, 
esfomeado e esquecido. 
 Porque o maior mal que se faz 
 é deixar de fazer todo o bem.

16 de janeiro de 2015

Mais um ano consumado! Deo gratias!

A minha alma rejubila no Senhor 
porque me dá a graça de celebrar 34 anos!
Deus seja louvado!



Percorro na noite calada
buscando memórias vividas
encontro na história passada
páginas suadas, sentidas.

Vagueio, pensante, sozinho
oiço o silêncio a falar
qual brisa, qual burburinho,
do vento nocturno a soprar.

E eis que na hora batida
- aquela que traz novo dia - 
percorro o sonho pensado...

E olho a existência vivida
e sinto em mim a alegria
de mais um dia [ano] consumado.



Última foto dos 33!



A 1ª foto dos 34, à chegada à sacristia, para Eucaristia matinal!

18 de dezembro de 2014

Porque complicamos? Um Simples Natal!

Fra Angelico, Adoração dos Magos (National Gallery)

Escrevi assim, porque assim acredito, para a minha cançoneta de Natal, gravada "caseiramente" e colocada no meu canal do YouTube: O Natal é simples. / O Natal não é dar. / O Natal não é um tempo / é só eternidade. / O Natal não é tristeza / nem alegria. / É só receber Deus / em cada dia. 
Com certeza, não divergiremos da comum sensação que vivemos um tempo complexo. É verdade também que cada tempo, a seu tempo, experimentou a complexidade. Todavia, parece óbvio que não gostamos de enfrentar e aceitar a simplicidade, como virtude e até como epifania de Deus. Como que aquilo que é simples fosse para menos esclarecidos, para mentes menos brilhantes. É quase princípio que quando as coisas são simples, sem serem simplistas, tratamos logo de ligar o nosso "complicómetro".
O Natal é simples. Tão simples. Um mistério de simplicidade. Um Menino envolto em panos deitado numa manjedoura. Um hino à humildade, à ternura. Um Deus que ousa sair de Si, pela dádiva do Seu Filho, só por amor, por causa da omnipotência do Seu amor, que é primeiro, que "primeirea" no dizer do Papa Francisco, um amor que toma a iniciativa de se dar. Isto é o Natal!
Então, por ser tão simples tal celebração, no nosso espírito bem ocidental, há que complicar. Há que o enfeitar com milhentas quinquilharias. Há que o enlatar com prendas e prendinhas, embrulhos e enfeites, compras e mais compras... Eis o nosso "complicómetro" ligado ao Natal simples, tão simples que nos choca.
Mas quererei eu dizer com isto que há mal em trocar prendas na noite de Natal? Não, claro que não! Fazer do Natal de Jesus, o Emanuel, Deus connosco, do simples Natal, um fugaz momento de relançamento para a nossa economia (que ainda não vive os seus melhores dias) é que é ficar aquém do que se celebra. Fazer do Natal apenas e só uma festa de encontro da família, ou um dia para vestir uma roupa nova ou um dia para degustar as especialidades gastronómicas próprias do tempo é que é ficar aquém do que se celebra. 
Creio, com D. António Couto, que o Natal simples como é, somos nós ao contrário do que somos, nós outra vez meninos, nós sentados ao lume, nós em festa, em família, nós com Deus à nossa mesa. Na noite de Natal, noite bela, feliz e simples, uma Criança nasceu e Nela, simplesmente, Deus nasceu e mora connosco desde aí! Oh ditosa Noite de Natal! Oh simples milagre de amor! Oh simples Natal do Salvador!
Tão assertivo, como sempre, escreve assim, para todos, o bispo de Lamego: "É noite de Natal. Quem o não sente? / Quem o não sabe? (... ) São tantas as estrelas. / Mas onde guardar essa abundância, / para que não acabe? / Coração parece que não temos. / Bolsos, bolsos temos, mas não cabe." 
Por isso, este ano, para todos, só desejo: Um Simples Natal!

Texto publicado no Jornal Correio do Vouga, 17 de Dezembro de 2014

16 de dezembro de 2014

A minha música de Natal! (Natal Simples!)

O Natal é simples!
O Natal não é dar!
O Natal não é um tempo
é só eternidade!

O Natal não é tristeza
nem alegria.
É só receber Deus
em cada dia!





A todos desejo um simples Natal!

7 de dezembro de 2014

À Imaculada Conceição



Virgem formosa, que do sol vestida,
De luzentes estrelas coroada,
Do sol supremo fostes tão prezada,
Que em vós trouxe sua luz e nossa vida.


Virgem, do alto esposo recebida,
Tanto mais humil, quanto mais alçada,
Só vós pera o Criador fostes criada,
Só vós entre as humanas escolhida.


Qual sai a aurora, que trazendo o dia,
O céu, esmalta de púrpura e de ouro,
E as negras nuvens fogem de improviso:



Tal vós, estrela clara e nosso guia,
Trazendo à terra vosso alto tesouro
Convertestes o pranto de Eva em riso. 


Frei Agostinho da Cruz (1540-1619)

29 de novembro de 2014

Dois poemas de Advento!



Neste advento, tu podes renascer!

Anestesiados, vamos passando
Como se tudo se resumisse a passar
E não nos colocamos, inquietos, a vigiar...

Atordoados pelo barulho voraz
E, às escuras, no meio de tanta luz
Não ouvimos a voz suave de Cristo Jesus.

Eis que chega, sempre novo, o advento
Como página em branco de outro tempo
Para elevar a Deus a nossa alma e oração.

Pode o mar agitar-se e a terra estremecer
Que aquilo que está para acontecer
Será a grandiosa e inaudita novidade...

Porque o que há de mais divino
No nosso tempo e no nosso mundo
"É viver cada segundo, como nunca mais!"

De rosto erguido e mãos levantadas
Elevemos a nossa voz para dizer:
Neste advento, tu também podes renascer!


Uma vinda que traz Vida!

Vigiar não é somente estar à espera.
É estar atento de coração,
É ter a força de quem persevera,
É estar alerta para a missão.

Pode até ser um dilúvio
Ou apenas o passar de um rio...
Se não estiveres vigilante
Não saberás quão é importante.

É assim a vinda do Senhor,
Um imenso acto de Amor.
Tão subtil, inquietante e inesperado
Só perceptível a quem estiver preparado.

É isto mesmo o Advento,
Tempo para estar atento
À vinda do Filho do homem,
À Vida plena que Nele vem.

16 de dezembro de 2012

Dar lugar à alegria! Poema no III domingo do advento. (Laetare)




O que devemos fazer?
Rejubile de alegria vosso coração
Porque de Deus sempre vem o perdão
Que liberta do pecado e da dor
Renovando com graça e amor.

O que devemos fazer?
Exulta e canta de alegria
Pela presença certa dia-a-dia
Do Senhor que faz maravilhas
Em todos os caídos deste mundo.

O que devemos fazer?
Seja feliz o nosso caminhar
Até no meio da lama que é preciso limpar...
E saibamos repartir e partilhar,
e a cada pessoa sempre e em tudo amar.

O que devemos fazer?
Que as dificuldades de cada dia,
Não nos tirem a alegria;
pois sabemos em quem esperamos
E confiamos que está bem perto.

O que devemos fazer?
Não nos cansemos de amar,
De dar e de anunciar
A alegria Daquele que vem!



Pe. JAC

9 de dezembro de 2012

Mudar o velho em novo! Poema no segundo domingo do advento.




João Batista tem a missão
de transformar cada coração,
torná-lo limpo e sem pecado,
belo, puro e renovado...

Como Jesus, também João
nos convida à conversão
porque é preciso ter consciência
do caminho da penitência...
Estrada de libertação,
rumo à feliz salvação.

Viver cada dia como oportunidade
de renascer para a santidade...
Viver com o coração pleno de Amor
e preparar em nós o caminho do Senhor.

João Baptista deixa claro ensino:
É preciso mudar o velho em novo,
voltar o coração para o Céu
que nos vem por um Menino,
não como os grandes que governam
mas um menino pequenino.


Pe. JAC

1 de dezembro de 2012

Neste advento, tu podes renascer! Um poema para o primeiro domingo do Advento.




Anestesiados vamos passando
Como se tudo se resumisse a passar
E não nos colocamos, inquietos, a vigiar...
Atordoados pelo barulho voraz
E às escuras no meio de tanta luz
Não ouvimos a voz suave de Cristo Jesus.

Eis que chega, sempre novo, o advento
Como página em branco de outro tempo
Para elevar a Deus a nossa alma e oração.
Pode o mar agitar-se e a terra estremecer
Que aquilo que está para acontecer
Será a grandiosa e inaudita novidade...

Porque o que há de mais divino
No nosso tempo e no nosso mundo
"É viver cada segundo, como nunca mais!"
De rosto erguido e mãos levantadas
Elevemos a nossa voz para dizer:
Neste advento, tu também podes renascer!



Pe. JAC

Tu virás por mim, eu creio que sim

No dia do Festival Nacional Jovem da canção de mensagem que decorre em Fátima, neste primeiro domingo do Advento, ainda tive a oportunidade (e o pouco jeito) de escrever/compor uma canção...




Partilho o texto, e quando puder a versão cantada...


Sentado à beira da estrada, espero
Não me movo nem faço nada.
Perder este momento, não quero
Para que nada me distraia.
Sei que um dia, Tu virás, por mim
Não sei a hora e o momento,
Mas sei, e creio que sim
E com esse saber me contento.

(Letra inspirada em dois poemas, um de Joaquim Mexia Alves e outro de Carminda Marques)
Pe. JAC

26 de novembro de 2012

Um reino de amor! Um poema a Cristo Rei




O mundo não tem tamanho maior
do que quando visto com amor
daquele centro alto da Cruz
onde continua, vivo, Cristo Jesus.

É do alto desse trono da Cruz
que surge forte e brilhante a luz
que não ofusca e que só guia
que põe fora toda a quinquilharia
de um qualquer império militar,
e o muda, por dentro, sem combater,
em nova ordem onde reina o verbo amar.

Nesse reino de Cristo Jesus,
a única "arma" é o amor,
porque Deus reina sem poder
ou com o poder das mãos vazias,
estendidas e abertas,
como flechas que ferem, sem magoar,
e que fazem converter e mudar
o nosso coração cheio de clamor
não em casa de poder, mas só de amor!


Pe. JAC

11 de novembro de 2012

Gestos de amor não têm preço! Poema no XXXII domingo comum




De que interessa o que temos
quando não damos o que somos?
A Jesus não importa o dinheiro,
apenas que se seja verdadeiro e inteiro!

Quando a riqueza da aparência
não coincide com a essência,
a riqueza material
é vazio anódino e banal...
Passa o tempo a contar
o menos que pode dar...
E só dá para se ver
quão grande é seu "poder".

Ricos para Deus são os sábios,
que não são escravos do que têm...
São os que sabem
que o caminho de santidade
se faz com a verdade
de ser o que se é
e viver alicerçado na fé.

Para Deus importante é ser,
agir de coração e crer...
que um gesto de amor
não tem preço, só tem valor.


Pe. JAC





4 de novembro de 2012

Uma história de amor entrelaçado! Poema no XXXI domingo comum




De que vale aos homens
Passar os dias a cumprir ordens,
Se não souberem que o Amor
É o caminho proposto pelo Senhor?

De que vale uma fé
Carregada de obrigações,
Se não escutar a voz de Deus
E deixar que Ele molde os corações?

O que diz o mandamento
É convite para escutar
Porque Deus tem sempre algo novo para falar.

Todo e qualquer mandamento
Que oprime e não liberta
Não é mandado por Jesus.

O mandamento maior
É o do Amor entrelaçado
A Deus e aos irmãos.

Quando amar com o amor de Cristo
Não terei histórias de amor para contar.
Serei eu mesmo uma história de amor.


Pe. JAC

31 de outubro de 2012

Todos os Santos. A santidade é a normalidade do bem!





"A flor do mundo é a santidade. Essa forma de Deus presente em todos os tempos, em todas as latitudes, em todas as culturas. O que salva o mundo é a santidade: ela dá flexibilidade à dureza, torna uno o dividido, dá liberdade ao aprisionado, põe esperança nos corações abatidos, esconde o pão no regaço dos famintos, abraça-se à dor dos que choram e dança com outros a sua alegria. A santidade é um sulco invisível, mas torna tudo nítido em seu redor. A santidade é anónima e sem alarde. A santidade não é heróica: expressa-se no pequeno, no quotidiano, no usual. O pecado é a banalidade do mal. A santidade é a normalidade do bem. Como fica demonstrado neste poema de Maria de Lourdes Belchior:

«Hoje é dia de todos os santos: dos que têm auréola
e dos que não foram canonizados.
Dia de todos os santos: daqueles que viveram, serenos
e brandos, sem darem nas vistas e que no fim
dos tempos hão de seguir o Cordeiro.
Hoje é dia de todos os Santos: santos barbeiros e
santos cozinheiros, jogadores de football e porque
não? comerciantes, mercadores, caldeireiros e arrumadores
(porque não arrumadoras? se até
é mais frequente que sejam elas a encaminhar o espectador?)
Ao longo dos séculos, no silêncio da noite e à
claridade do dia foram tuas testemunhas; disseram sim/sim e não/não; gastaram palavras,
poucas, em rodeios, divagações. Foram teus
imitadores e na transparência dos seus gestos a
Tua imagem se divisava. Empreendedores e bravos
ou tímidos e mansos, traziam-te no coração,
Olharam o mundo com amor e os
homens como irmãos.
Do chão que pisavam
rebentava a esperança de um futuro de justiça e de salvação
e o seu presente era já quase só amor.
Cortejo inumerável de homens e mulheres que Te
seguiram e contigo conviveram, de modo admirável:
com os que tinham fome partilharam o seu pão
olharam compadecidos as dores do
mundo e sofreram perseguição por causa da Justiça
Foram limpos de coração e por isso
dos seus olhos jorrou pureza e dos seus lábios
brotaram palavras de consolação.
Amaram-Te e amaram o mundo.
Cantaram os teus louvores e a beleza da Criação.
E choraram as dores dos que desesperam.
Tiveram gestos de indignação e palavras proféticas
que rasgavam horizontes límpidos.
Estes são os que seguem o Cordeiro
porque te conheceram e reconheceram e de ti receberam
o dom de anunciar ao mundo a justiça e a salvação»."

(José Tolentino Mendonça, In Pai-nosso que estais na terra)




Pe. JAC

27 de outubro de 2012

Crer mais que querer. Poema no XXX domingo do tempo comum





Na subida para Jerusalém,
Jesus continua a caminhar...
e, no caminho, há sempre mais alguém
para curar, libertar e salvar.

Estava um cego sentado
esquecido e rejeitado,
e na passagem de Jesus
pressentiu salvação e luz.

Com clamor, pediu piedade
queria descobrir a visão...,
Não só dos olhos como do coração
pois queria (vi)ver a eternidade.

Ele cria tanto mais que querer
que a sua fé o salvou...
e com amor, Jesus o curou!

Com o coração pronto a acolher
ele partiu e seguiu Jesus,
guiado pela nova luz!


Pe. JAC

13 de outubro de 2012

A Vida é tão mais do que paisagem. Poema acerca do evangelho do XXVIII domingo comum





A Vida é tão mais do que paisagem...
é a totalidade duma viagem:
Não é só preciso partir e chegar,
é bom, no caminho, saber recomeçar.

O caminho que fazemos
não é tão grande quanto o que temos...
É aquilo que somos
que nos leva ao que alcançamos.

Nenhuma riqueza humana
conquista qualquer tesouro no céu...
Para chegar ao coração de Deus
só se requer a riqueza do Amor.

Sejamos livres para amar
sem medo de crescer,
sem medo de correr e de nos perder
para que em Deus nos possamos encontrar.


Pe. JAC

9 de outubro de 2012

Diário da Missão. Nenhuma missão é impossível


Diário da Missão Jubilar 15
Nenhuma missão é impossível,
nenhum obstáculo intransponível
ao coração aberto a Deus...,
a Cristo e a cada irmão
porque sempre há a Luz
que ilumina o caminho da missão.

A missão que Deus nos lança
é por demais motivo de esperança;
É evidência de forte certeza
de vida e indescritível beleza,
de ter Fé e de Acreditar
nesta bela e terna Missão Jubilar.

Pe. JAC

[A propósito da solenidade de Cristo Rei]

  “Talvez eu não me tenha explicado bem. Ou não entendestes.” Não penseis no futuro. No último dia já estará tudo decidido. Tudo se joga nes...