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22 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Uma abertura em festa!













Foi um domingo bonito o de ontem. Começou e terminou com arco íris. As belas cores da missão pintaram uma diocese reunida em volta do seu Bispo na sua Catedral. Foi bonito ver tantos rostos, tantas caras, novas e velhas, com rugas e sem rugas, a celebrar a alegria da fé e o compromisso na missão. Somos, agora mais que nunca, uma Igreja em estado de missão. Vive esta hora!

Deixo e partilho alguns excertos da homilia de D. António Francisco na abertura da Missão Jubilar na Sé de Aveiro


1.Jesus escolheu a sua terra (...) para iniciar o Ano de graça do Senhor.
Aquele momento, (...) foi para Jesus o dia sonhado pelo Pai, a hora pensada pelo Espirito que O ungiu e o tempo por Ele desejado para ser tempo novo e único, tempo de vida e de salvação da humanidade.
Esta é, a partir da igreja-mãe da Diocese, casa e escola da fé e da comunhão do Povo de Deus em Aveiro, verdadeira hora jubilar.
Daqui vão partir como mensageiros da profecia de Isaías, testemunhas das bem-aventuranças, discípulos de Jesus e missionários em Seu nome.

2. Do tempo vivido como Diocese, desde 1938, guardamos a memória abençoada, hoje feita profecia e missão (...).
A intuição sentida e a decisão firmada de convocar uma Missão Jubilar, por ocasião dos setenta e cinco anos da restauração da nossa Diocese, inspiram-se na certeza de que é o Espirito de Deus que convoca, acompanha e guia a Igreja, (...), e nos oferece horas com oportunidades únicas (...).
Guardei esta hora, desde o início do meu ministério em Aveiro, no silêncio do meu coração, para que ela chegasse, sem pressa nem precipitação, no momento e da forma por Deus escolhidos(...).
Coloquei, desde logo, a Missão no coração de Deus para que seja Ele a moldar o coração humano (...). Levei esta hora aos pés de Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe, e do brilho do seu olhar, senti que nunca faltará à Missão Jubilar a ternura do seu coração e o dom do seu amor pela Igreja de Aveiro.
A Missão Jubilar é dom de Deus traduzido para todos nós em tesouro de fé a dar sentido e luz à vida de tantas pessoas. É farol de esperança (...) e âncora de caridade a dar firmeza aos pés vacilantes (...).

3."Vive esta hora", com sabor a tempo novo e a novo ardor, na terra que Deus nos deu (...) e no campo aberto e livre do coração humano e das novas realidades do mundo.
Hora de levantar as amarras deste Barco que é a Igreja, que queremos renovada na caridade, educadora da fé, Igreja orante, família de famílias, rosto de esperança para o mundo, para que saibamos colocar Deus nos (...) espaços humanos desertos, sem vida, sem fé, sem esperança e sem amor.
Hora para erguer e alargar a tenda de Deus, (...) nesta nova geografia da missão e neste tempo único da evangelização, uma tenda onde Deus envolva a nossa humanidade.
Hora de mensagem levada às crianças e aos jovens, que lhes fale (...) da alegria de acreditar e do testemunho feliz da vocação que se reflectem na beleza do nosso ministério, na diversidade dos carismas da vida consagrada e no amor das famílias.
Hora de oração, de celebração e de formação da fé, de vivência em comunidade cristã (...).

4.Vamos levar a cada família e deixar em cada casa, mês a mês, o eco da Palavra de Deus e da voz da Igreja, que abre a porta da fé e do coração e nos ensina o caminho da confiança, da proximidade, da relação fraterna e da ajuda solidária.
Vamos aprender de Jesus a revestirmo-nos desta identidade feliz que nos vem do baptismo e a vestirmos a alma desta pureza de vida que investe e faz a diferença, sempre que proclama e vive as bem-aventuranças.
Vamos fazer tudo para que, pela fé e pelas obras dos cristãos, brilhe, na nossa terra, «a alegria e o encanto do nosso encontro com Cristo» (Bento XVI).

5.Estamos em Missão. Trabalhemos, como se tudo dependesse do nosso ânimo, do nosso entusiasmo e da nossa entrega. Rezemos, porque a Deus devemos a inspiração, d’Ele esperamos a força e n’Ele reside a eficácia da Missão Jubilar, para que aqui nasça um imenso património de esperança e daqui se anteveja e antecipe este viver renovado da Igreja do futuro.

brevemente ecos aqui e aqui
Pe. JAC

20 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar: Chegou a hora para Viver esta Hora! Hoje é o Dia!





A Igreja de Aveiro quer ser “rosto de esperança, vivendo em permanente abertura solidária ao mundo, crescendo na alegria da fidelidade a Jesus Cristo, organizando-se e renovando-se nas suas estruturas para melhor servir e intervir no meio humano e social em que vive”. A afirmação é de D. António Francisco, Bispo de Aveiro, e assinala os modos e a meta da Missão Jubilar (MJ), que tem início no próximo domingo, na Sé de Aveiro, para assinalar até dezembro de 2013 os 75 anos da restauração desta igreja particular.
A MJ pretende “mexer” com todos os que vivem nos 10 arciprestados (Murtosa, Estarreja, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Aveiro, Ílhavo, Vagos, Oliveira do Bairro, Águeda e Anadia), integrados em paróquias e movimentos cristãos – ou não. Na apresentação das comemorações, em junho passado, o bispo de Aveiro falava em “choque operativo”, em “pôr a Igreja diocesana em estado de missão”, enquanto o P.e Francisco Melo, vigário para a Pastoral Geral e coordenador da MJ, realçava que as iniciativas da missão, principalmente “gestos e atitudes”, hão de envolver cada cristão e as pessoas do seu ambiente, independentemente do grau de ligação à Igreja.

De porta em porta
De junho para cá, a preparação da MJ decorreu em todos os arciprestados com sessões alargadas de informação e encontros de formação para coordenadores paroquiais e “missionários”. Estes últimos são os que todos os meses levarão a todas as pessoas uma pequena brochura (“Missão 11”) com informações e ideias para viver cada dia 11 (ver perguntas e respostas na página 2), a começar já nos próximos dias, com o convite a colocar no exterior de cada casa o estandarte da MJ. “Não se trata só de entregar um papel na caixa do correio. Trata-se de bater porta a porta, passar uma e outra vez, falar, convidar, provocar. Isto não é muito habitual, porque não faz parte do nosso ADN católico, mas é o que pode fazer a diferença”, diz ao “Correio do Vouga” o P.e José António Carneiro, membro da comissão diocesana da MJ.

Início em festa
No próximo domingo, 21, dia mundial das missões, os cristãos são convidados a participar na abertura solene da MJ, na Sé de Aveiro, a partir das 14h30. A celebração começa às 15h30, mas antes disso, no adro da Sé, haverá muita música, com ranchos e fanfarras em atuações “mais ou menos espontâneas”, segundo explica Pedro Ventura, que também integra a equipa da MJ. Nas imediações da Sé de Aveiro o trânsito estará cortado e condicionado, de modo a circular-se a pé e sem perigo.
Depois da celebração, novamente no adro da Sé, o símbolo da MJ, um barco (concretamente o dóri, do tempo da pesca do bacalhau à linha), será repartido pelas 101 paróquias. Espera-se que nas grandes celebrações diocesanas cada paróquia volte a trazer a sua peça. O barco, já com novas cores (pode-se escrever nas peças e repintá-las), será refeito, mostrando a unidade e diversidade diocesana.
A este início da MJ deu-se o nome de “Génesis”, título do primeiro livro da Bíblia, significando “origem”. Sente-se que este dia é o início de um novo tempo, de uma nova hora na vida da nossa Igreja diocesana.


Os Números da MJ

Os números iniciais da Missão Jubilar já são expressivos.
Note-se que a diocese de Aveiro tem 101 paróquias.

408: Tarjas colocadas nas igrejas paroquiais e noutros edifícios da Igreja católica, por estes dias.
22 407: Estandartes encomendados com base nos pedidos paroquiais. Para pôr no exterior das casas de quem vive a MJ.

95 409: Folhas “Missão 11” que serão impressas em cada mês para entregar porta a porta antes de cada dia 11.

J.P.F.
fonte Correio do Vouga em 17/10/2012

Pe. JAC

13 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Sursum corda!


Diário da Missão Jubilar 20

Que nesta Missão Jubilar sejamos pessoas ricas dos dons de Deus... Pessoas livres, corações abertos e ao alto, capazes de caminhar sem receio, com a certeza que assim somos dignos deste sonho maior...

Vive esta hora!

Pe. JAC

13 de junho de 2009

Arcebispo Primaz incentiva criação de Escola de Leitores



Milhares de pessoas nas ruas celebraram “Corpo de Deus”


O Arcebispo de Braga voltou ontem a pedir que os arciprestados invistam na criação de Escolas de Leitores. No dia do “Corpo de Deus”, que levou milhares de pessoas às ruas da cidade, D. Jorge Ortiga defendeu e reafirmou a importância do ministério do leitor e deixou desafios à «inovação» como forma de debelar dificuldades e de garantir a «estabilidade necessária que impede situações de insegurança social».
Presidindo à celebração que decorreu na Sé Catedral, o prelado afirmou que «a qualidade das celebrações está a merecer uma renovada consciencialização sobre o papel e a importância dos leitores». D. Jorge Ortiga destacou, depois, que o Concílio Vaticano II ainda não provocou nos cristãos «aquela sensibilidade que a recepção duma coisa preciosa para a vida deveria suscitar».
A partir do pensamento de Bento XVI, o Arcebispo revelou, procurando concretizar o plano pastoral sobre a Palavra de Deus, que a reforma litúrgica «não passa só por alteração das cerimónias», correndo-se o risco de serem apenas «exterioridades sem conteúdos e verdadeiro valor celebrativo».
Com a Sé Catedral totalmente cheia, D. Jorge Ortiga referiu que a Eucaristia é, também, «encontro de um corpo solidário», não devendo acontecer que «depois da celebração alguém se sinta só». Sentenciando que «o anonimato não pode ser atitude dos católicos» desafiou os fiéis à partilha e à comunhão de bens materiais, à imagem do que faziam as primeiras comunidades cristãs.
Baseando-se na dimensão do amor fraterno denunciou o «passivismo» de muitas pessoas com necessidades económicas e de outra ordem que esperam respostas das entidades e instituições existentes, mas não se colocam numa atitude mais pró-activa. «Os Centros Sociais Paroquiais e outras instituições da Igreja são só e apenas uma parte da solução» dos problemas da sociedade. Além do mais, «contentar-se com receber ajudas, de direito ou de caridade, pode ser um engano», frisou, contrapondo que «só apostando na inovação e acreditando nas capacidades, se consegue a estabilidade necessária que impede situações de insegurança social».
A missa solene, em dia litúrgico do “Corpo de Deus”, foi concelebrada por algumas dezenas de sacerdotes. O coro do Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo encarregou-se da animação litúrgica.

Tarde de sol permitiu
milhares nas ruas
A procissão do “Corpo de Deus” saiu da Sé Catedral logo no final da missa e também esta incorporou várias centenas de fiéis. As principais ruas do casto histórico da cidade estavam “apinhadas” de pessoas, umas com atitudes de verdadeiros “espectadores”, outros com uma atitude mais participativa, que inclusivamente ajoelhavam à passagem do pálio, onde o Arcebispo Primaz transportava, na custódia, o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, ou então entoavam, juntamente com o coro, os tradicionais cânticos eucarísticos.
Incorporados na procissão iam particularmente muitos cristãos das 63 paróquias do arciprestado, acompanhados, na maior parte dos casos, pelos párocos.
Cruzes paroquiais, velas e bandeiras (maioritariamente do Santíssimo Sacramento, foram os símbolos e objectos transportados pelos “pegadores”. Destaque também para a presença de muitas crianças e adolescentes que celebraram, em muitos casos hoje, a Primeira Comunhão ou a Profissão de Fé (Comunhão Solene).
Antes do pálio, que encerrou a procissão, o sol fazia reluzir as pedras preciosas de oito mitras que pertencem ao Tesouro-Museu da Sé Catedral e que foram usadas por alguns Arcebispos de Braga ao longo da história.

7 de maio de 2009

Peregrinos de Fátima “abençoados”


Caminhada de fé saíu da Sé de Braga termina dia 12 em Fátima

O Arcebispo de Braga presidiu a uma Eucaristia que assinalou a saída de um grupo de peregrinos, constituído por 54 pessoas, que vão a pé até Fátima, onde chegarão no próximo dia 12.
Na homilia, uma «partilha espontânea e amiga», D. Jorge Ortiga apontou três aspectos da peregrinação em geral. «Ao peregrinar, propomos atingir uma meta, vamos a um lugar, há um percurso estabelecido, neste caso, o Santuário de Fátima, e lá o encontro com a Mãe». Este aspecto deve fazer pensar que a vida tem uma meta e uma finalidade.
Além do mais, a caminhada tem sempre «exigências». «O peregrino deve libertar-se do acidental e caminhar com o essencial», de modo que seja facilitada a tarefa de caminhar.
Finalmente, o prelado salientou que o facto de a caminhada ser feita em grupo torna-se uma «oportunidade para uma maior consciência de que caminhamos com os outros, sendo mais fácil, assim, atingir os objectivos».
Esta peregrinação, apelidada de “Peregrinação das Farmácias”, é uma caminhada com fé. Segundo Fernanda Santos, mentora da iniciativa, «só a fé nos permite caminhar assim. Vamos ter momentos difíceis, mas a fé vai fazer ultrapassar tudo», disse.
A ideia surgiu já há muito tempo, sendo depois materializada. Foi contratada uma empresa de organização de eventos, por causa da «logística pesada» e porque se pretendia uma peregrinação ou caminhada com seriedade, mas também com segurança, conforto e bem-estar.
Num tempo de crise, os muitos apoios e patrocínios conseguidos para esta iniciativa permitiram aos caminhantes fazer a peregrinação «quase de graça». Aliás, antes da saída, os promotores reembolsaram os participantes em 50 euros, facto saudado e aclamado pelos peregrinos.

14 de abril de 2009

Páscoa na Cónega



Páscoa na Rua da Cónega!
Parabéns a todos!
Uma tradição secular a manter.
Obrigado por eu ter feito parte!

[A propósito da solenidade de Cristo Rei]

  “Talvez eu não me tenha explicado bem. Ou não entendestes.” Não penseis no futuro. No último dia já estará tudo decidido. Tudo se joga nes...