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2 de outubro de 2017

Juntos nos caminhos da missão!



Chego até vós como aquele que serve, como "bendito o que vem em nome do Senhor". Sim, é em nome do Senhor que a Igreja me confia o encargo, o múnus, o serviço da paroquialidade nesta comunidade de Santa Eulália de Fafe, solidariamente com o P. Pedro Daniel, acrescendo ainda a comunidade de Santa Comba de Fornelos. 


Sou padre desta arquidiocese de Braga desde 2010, e estive em missão na diocese de Aveiro desde 2009 até agora. A este propósito, justíssima evocação e penhorada gratidão a D. António Francisco dos Santos, que foi bispo de Aveiro entre 2006 e 2014, recentemente falecido, porque foi alguém fundamental no percurso da minha vida. Portanto, apesar da tristeza da separação, venho até vós com a alegria e o entusiasmo próprio da missão que sempre aprendi especialmente com ele. E Deus me permita, e a todos, aprender dele a bondade, a ternura, o sorriso e a doação da vida toda e até ao fim. 
Chego ao vosso meio imbuído da doçura das gentes dos ovos moles e com a bravura dos que se fazem ao mar e à ria, para dele e dela retirarem o pão para a mesa.Venho para ajudar a construir uma comunidade unida, fraterna e solidária. 

Contai comigo para despertar a esperança, num mundo onde há tantos sinais de desespero, de desesperança, de desilusão. Portanto também conto convosco. Juntos nos caminhos da missão que Deus nos confia. Aqui e agora. Com coragem, com esperança, com alegria.

(primeira mensagem no Boletim Igreja Nova, da Paróquia de Santa Eulália de Fafe.) 

31 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Missão de toda a Diocese e para todos






O bispo de Aveiro lançou este mês a Missão Jubilar que vai decorrer até 11 de dezembro de 2013, nos 75 anos da restauração da diocese, um tempo de renovação das comunidades e de compromisso na Igreja e na sociedade. Uma ideia mobilizadora que quer chegar ao coração dos 350 mil habitantes do território diocesano.


Numa entrevista concedida à Agência Ecclesia, D. António Francisco, diz da Missão Jubilar:
"A Missão Jubilar não é apenas um conjunto de atividades, mas um espírito novo de sermos Igreja, Igreja de Jesus Cristo no séc. XXI, 50 anos depois do Concílio, no Ano da Fé e 75 anos depois de sermos diocese restaurada".


Ler na íntegra

Pe. JAC

22 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Uma abertura em festa!













Foi um domingo bonito o de ontem. Começou e terminou com arco íris. As belas cores da missão pintaram uma diocese reunida em volta do seu Bispo na sua Catedral. Foi bonito ver tantos rostos, tantas caras, novas e velhas, com rugas e sem rugas, a celebrar a alegria da fé e o compromisso na missão. Somos, agora mais que nunca, uma Igreja em estado de missão. Vive esta hora!

Deixo e partilho alguns excertos da homilia de D. António Francisco na abertura da Missão Jubilar na Sé de Aveiro


1.Jesus escolheu a sua terra (...) para iniciar o Ano de graça do Senhor.
Aquele momento, (...) foi para Jesus o dia sonhado pelo Pai, a hora pensada pelo Espirito que O ungiu e o tempo por Ele desejado para ser tempo novo e único, tempo de vida e de salvação da humanidade.
Esta é, a partir da igreja-mãe da Diocese, casa e escola da fé e da comunhão do Povo de Deus em Aveiro, verdadeira hora jubilar.
Daqui vão partir como mensageiros da profecia de Isaías, testemunhas das bem-aventuranças, discípulos de Jesus e missionários em Seu nome.

2. Do tempo vivido como Diocese, desde 1938, guardamos a memória abençoada, hoje feita profecia e missão (...).
A intuição sentida e a decisão firmada de convocar uma Missão Jubilar, por ocasião dos setenta e cinco anos da restauração da nossa Diocese, inspiram-se na certeza de que é o Espirito de Deus que convoca, acompanha e guia a Igreja, (...), e nos oferece horas com oportunidades únicas (...).
Guardei esta hora, desde o início do meu ministério em Aveiro, no silêncio do meu coração, para que ela chegasse, sem pressa nem precipitação, no momento e da forma por Deus escolhidos(...).
Coloquei, desde logo, a Missão no coração de Deus para que seja Ele a moldar o coração humano (...). Levei esta hora aos pés de Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe, e do brilho do seu olhar, senti que nunca faltará à Missão Jubilar a ternura do seu coração e o dom do seu amor pela Igreja de Aveiro.
A Missão Jubilar é dom de Deus traduzido para todos nós em tesouro de fé a dar sentido e luz à vida de tantas pessoas. É farol de esperança (...) e âncora de caridade a dar firmeza aos pés vacilantes (...).

3."Vive esta hora", com sabor a tempo novo e a novo ardor, na terra que Deus nos deu (...) e no campo aberto e livre do coração humano e das novas realidades do mundo.
Hora de levantar as amarras deste Barco que é a Igreja, que queremos renovada na caridade, educadora da fé, Igreja orante, família de famílias, rosto de esperança para o mundo, para que saibamos colocar Deus nos (...) espaços humanos desertos, sem vida, sem fé, sem esperança e sem amor.
Hora para erguer e alargar a tenda de Deus, (...) nesta nova geografia da missão e neste tempo único da evangelização, uma tenda onde Deus envolva a nossa humanidade.
Hora de mensagem levada às crianças e aos jovens, que lhes fale (...) da alegria de acreditar e do testemunho feliz da vocação que se reflectem na beleza do nosso ministério, na diversidade dos carismas da vida consagrada e no amor das famílias.
Hora de oração, de celebração e de formação da fé, de vivência em comunidade cristã (...).

4.Vamos levar a cada família e deixar em cada casa, mês a mês, o eco da Palavra de Deus e da voz da Igreja, que abre a porta da fé e do coração e nos ensina o caminho da confiança, da proximidade, da relação fraterna e da ajuda solidária.
Vamos aprender de Jesus a revestirmo-nos desta identidade feliz que nos vem do baptismo e a vestirmos a alma desta pureza de vida que investe e faz a diferença, sempre que proclama e vive as bem-aventuranças.
Vamos fazer tudo para que, pela fé e pelas obras dos cristãos, brilhe, na nossa terra, «a alegria e o encanto do nosso encontro com Cristo» (Bento XVI).

5.Estamos em Missão. Trabalhemos, como se tudo dependesse do nosso ânimo, do nosso entusiasmo e da nossa entrega. Rezemos, porque a Deus devemos a inspiração, d’Ele esperamos a força e n’Ele reside a eficácia da Missão Jubilar, para que aqui nasça um imenso património de esperança e daqui se anteveja e antecipe este viver renovado da Igreja do futuro.

brevemente ecos aqui e aqui
Pe. JAC

20 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar: Chegou a hora para Viver esta Hora! Hoje é o Dia!





A Igreja de Aveiro quer ser “rosto de esperança, vivendo em permanente abertura solidária ao mundo, crescendo na alegria da fidelidade a Jesus Cristo, organizando-se e renovando-se nas suas estruturas para melhor servir e intervir no meio humano e social em que vive”. A afirmação é de D. António Francisco, Bispo de Aveiro, e assinala os modos e a meta da Missão Jubilar (MJ), que tem início no próximo domingo, na Sé de Aveiro, para assinalar até dezembro de 2013 os 75 anos da restauração desta igreja particular.
A MJ pretende “mexer” com todos os que vivem nos 10 arciprestados (Murtosa, Estarreja, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Aveiro, Ílhavo, Vagos, Oliveira do Bairro, Águeda e Anadia), integrados em paróquias e movimentos cristãos – ou não. Na apresentação das comemorações, em junho passado, o bispo de Aveiro falava em “choque operativo”, em “pôr a Igreja diocesana em estado de missão”, enquanto o P.e Francisco Melo, vigário para a Pastoral Geral e coordenador da MJ, realçava que as iniciativas da missão, principalmente “gestos e atitudes”, hão de envolver cada cristão e as pessoas do seu ambiente, independentemente do grau de ligação à Igreja.

De porta em porta
De junho para cá, a preparação da MJ decorreu em todos os arciprestados com sessões alargadas de informação e encontros de formação para coordenadores paroquiais e “missionários”. Estes últimos são os que todos os meses levarão a todas as pessoas uma pequena brochura (“Missão 11”) com informações e ideias para viver cada dia 11 (ver perguntas e respostas na página 2), a começar já nos próximos dias, com o convite a colocar no exterior de cada casa o estandarte da MJ. “Não se trata só de entregar um papel na caixa do correio. Trata-se de bater porta a porta, passar uma e outra vez, falar, convidar, provocar. Isto não é muito habitual, porque não faz parte do nosso ADN católico, mas é o que pode fazer a diferença”, diz ao “Correio do Vouga” o P.e José António Carneiro, membro da comissão diocesana da MJ.

Início em festa
No próximo domingo, 21, dia mundial das missões, os cristãos são convidados a participar na abertura solene da MJ, na Sé de Aveiro, a partir das 14h30. A celebração começa às 15h30, mas antes disso, no adro da Sé, haverá muita música, com ranchos e fanfarras em atuações “mais ou menos espontâneas”, segundo explica Pedro Ventura, que também integra a equipa da MJ. Nas imediações da Sé de Aveiro o trânsito estará cortado e condicionado, de modo a circular-se a pé e sem perigo.
Depois da celebração, novamente no adro da Sé, o símbolo da MJ, um barco (concretamente o dóri, do tempo da pesca do bacalhau à linha), será repartido pelas 101 paróquias. Espera-se que nas grandes celebrações diocesanas cada paróquia volte a trazer a sua peça. O barco, já com novas cores (pode-se escrever nas peças e repintá-las), será refeito, mostrando a unidade e diversidade diocesana.
A este início da MJ deu-se o nome de “Génesis”, título do primeiro livro da Bíblia, significando “origem”. Sente-se que este dia é o início de um novo tempo, de uma nova hora na vida da nossa Igreja diocesana.


Os Números da MJ

Os números iniciais da Missão Jubilar já são expressivos.
Note-se que a diocese de Aveiro tem 101 paróquias.

408: Tarjas colocadas nas igrejas paroquiais e noutros edifícios da Igreja católica, por estes dias.
22 407: Estandartes encomendados com base nos pedidos paroquiais. Para pôr no exterior das casas de quem vive a MJ.

95 409: Folhas “Missão 11” que serão impressas em cada mês para entregar porta a porta antes de cada dia 11.

J.P.F.
fonte Correio do Vouga em 17/10/2012

Pe. JAC

16 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Somos Barco!


Diário da Missão Jubilar 22



Somos «Barco» que se faz ao largo, sem medo e de amarras soltas. Somos «âncora» de horas firmes e «farol» de esperança para navegar em alto mar. Somos «luz» e «sal», à boa maneira do Evangelho de Jesus e utilizando a linguagem tão própria das gentes da Ria e do Mar. Somos peregrinos em busca de Deus e mensageiros das bem-aventuranças nas terras de Aveiro.

Pe. JAC

4 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Da Vocação à Missão – Amar a Deus é servir



 

Diário da Missão Jubilar 14

Sempre foi claro, como objetivo presente em cada ano, no espírito de todos nós e no horizonte de uma esperança fundada, a prioridade a dar à dinamização vocacional.

Coloco no centro das nossas intenções de oração e do nosso caminho de missão esta mesma prioridade pastoral que assumi desde a primeira hora, olhando o nosso Seminário e Pré-Seminário e as várias Comunidades Religiosas, Institutos e formas de consagração presentes na Diocese. Confio a Deus, com particular alegria e fundado júbilo, os seminaristas da nossa Diocese e todos os jovens que sentem o apelo do Senhor e se decidem a seguir o Mestre, com confiança e generosidade.

Espero que da Missão Jubilar surjam frutos abundantes de novas vocações (...)
 
A abrir este belo caminho da Missão, quero deixar uma palavra de particular incentivo e comunhão aos sacerdotes, dedicados, generosos e imprescindíveis colaboradores em toda a Missão. É com todos vós, irmãos sacerdotes, que quero caminhar em Missão Jubilar. (...)
Connosco estão os diáconos permanentes, a viverem a alegria do ministério ordenado a que foram chamados (...)

Temos a alegria de ter, em todos os Arciprestados, Comunidades Religiosas e é significativa a presença e a diversidade dos carismas de consagração secular. (...)
Somos uma Diocese jovem no tempo e na presença de milhares de jovens cristãos, desde a Universidade, às Escolas, às Famílias, às Comunidades e aos Movimentos, que sente este crescer da vida e da fé em tantos sinais de esperança e de dinamismo pastoral que à juventude se devem. Vós sois, em tempo de Missão Jubilar, mensageiros ativos da alegria da juventude e da firmeza da fé que vos habita.

As crianças de hoje são os herdeiros do amanhã e é também para eles e com eles, nas famílias, nas catequeses e nas escolas que queremos celebrar e viver a Missão Jubilar. No vosso encanto queremos ler o brilho do olhar de Deus sobre a nossa terra. Na vossa alegria aprenderemos o fascínio da Missão que tomareis nas mãos como um belo sonho de criança que vai comandar as vossas vidas para sempre.

Confio esta Missão ao desvelo, à oração e ao carinho dos doentes, dos idosos e de todos os que sofrem. Vós sois alavancas do mundo e convosco descobrimos valores preciosos que nos ajudam a dar sentido à vida e valor à missão.

Não esqueço aqueles que nesta hora difícil de crise económica e de precariedade de trabalho sentem mais provações e vivem a braços com situações de pobreza. Queremos caminhar com todos vós em Missão, que aqui se faz experiência de partilha e vivência mais sentida de fraternidade. Também aqui se cumpre o lema da nossa Diocese: Amar a Deus é servir.

(...)
 
Somos «Barco» que se faz ao largo, sem medo e de amarras soltas. Somos «âncora» de horas firmes e «farol» de esperança para navegar em alto mar. Somos «luz» e «sal», à boa maneira do Evangelho de Jesus e utilizando a linguagem tão própria das gentes da Ria e do Mar. Somos peregrinos em busca de Deus e mensageiros das bem-aventuranças nas terras de Aveiro.
 
da Mensagem de D. António Francisco
 
Pe. JAC 

2 de outubro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Abrir-se ao mundo com ânimo evangelizador






Diário da Missão Jubilar 12

O mundo que Deus ama é o mundo em que vivemos e que somos chamados a evangelizar. O desafio da evangelização é o horizonte sempre presente na missão da Igreja.
A experiência sinodal feita ao longo deste quinquénio pela ampla participação e diálogo aberto de pessoas, serviços e instituições, pela proposta e resposta e pela comunhão sentida na missão, indica-nos a pedagogia mais adequada para o nosso agir pastoral. Os métodos dão-lhe consistência e viabilidade. As iniciativas proporcionam a oportunidade para implementar esta prática pastoral que garante o envolvimento de todos, porque todos somos convocados e necessários para a missão.
As iniciativas da Missão Jubilar estão marcadas por um singular dinamismo e visam envolver plenamente a realidade de que fazemos parte: a pessoa, a família, a paróquia, a instituição diocesana; situam-se em casa, na rua, nos templos, nos espaços públicos; revestem um apreciável estilo de comunicação; transmitem uma confiança alegre, uma certeza sólida, própria de quem sabe firmar os seus passos e quer afirmar e testemunhar a fé.
Inspiram-nos neste caminho jubilar o gesto profético e a consciência evangelizadora do Arcebispo João Batista Montini, futuro Papa Paulo VI, ao propor a Missão para a sua Diocese de Milão, e o desassombro de João Paulo II ao querer transpor o limiar do novo milénio com um Jubileu que significasse para a Igreja uma abençoada oportunidade de renovação e um novo impulso dado à evangelização e ao diálogo com a cultura contemporânea.
A mensagem jubilar pretende impregnar de alegria e de fé tudo quanto se faça e envolver todos os cristãos fazendo-a ecoar na opinião pública, dando ao mundo uma imagem bela e atraente da Igreja. Estas dimensões da nossa ação constituem o horizonte em que nos movemos e dão realismo à missão em que estamos empenhados.
Uma atenção especial é devida aos «mensageiros» pelo trabalho que lhes é pedido. São de algum modo a missão em movimento, o rosto da esperança que nos anima, a proximidade familiar que nos irmana.
Todavia, numa Igreja em estado de missão, não há propriamente agentes e destinatários simetricamente definidos. Todos somos destinatários, protagonistas e agentes da missão.

Da mensagem de D. António Francisco
Pe. JAC

29 de setembro de 2012

Diário da Missão Jubilar. Viver, evangelizar, celebrar e servir na alegria




Diário da Missão Jubilar 9


Um jubileu é simultaneamente um momento de chegada, num tempo histórico concreto, a dizer-nos que o vigor do tempo, o dinamismo da vida e o encanto da fé não se diluem com os anos, que aparentemente tudo envelhecem e desgastam.
A alegria que queremos viver e celebrar na busca da própria raiz bíblica e etimológica do Jubileu convida-nos a olhar com gratidão a nossa história e todos quantos a construíram e cimentaram solidamente: bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos (as), consagrados (as) e leigos (as).
Sabemos como se foram definindo e multiplicando, nestes setenta e cinco anos, as comunidades cristãs, com o crescimento das paróquias, em número e em população, com a vinda de várias comunidades religiosas e com o surgimento de diversificadas instituições sociais, culturais e educativas. Conhecemos igualmente tantos dinamismos pastorais que foram surgindo ao longo do tempo, inspirados na ousadia profética de quem vê antecipar-se o futuro e quer caminhar ao ritmo do Espírito que diariamente conduz a Igreja.
O tempo vivido e a hora agora celebrada dizem-nos da maturidade da fé de tantas pessoas, habitadas por este sonho de Deus que, dia a dia, crescem na fidelidade e se sentem disponíveis para a missão como discípulos de Jesus, o Mestre.
De década em década, fomos vendo surgir instituições e estruturas que configuraram a identidade da Igreja que somos, como Diocese, e que determinaram e promoveram muito do bem conseguido e da missão até hoje realizada.
De todas as instituições, que na Diocese nasceram, destaca-se a criação e a construção do belo e funcional edifício do Seminário de Santa Joana, para aí se prepararem os futuros sacerdotes diocesanos, a dizer-nos da abençoada decisão, logo no início do ministério episcopal do nosso primeiro bispo. Nesta sua intuição, nas reflexões pastorais aí inspiradas e na mobilização que implementou na Diocese em ordem à construção do Seminário, encontraremos sempre o paradigma para outras iniciativas que, nos diferentes âmbitos da missão pastoral e da edificação das infraestruturas físicas, foram surgindo.
Queremos, assim, em comunhão de Igreja e em uníssono, dar graças a Deus e reconhecer o bem aqui realizado por meio de quem nos precedeu ou connosco partilha a alegria pascal da missão. E quanto bem o Senhor realizou com todos quantos nos precederam!
A memória agradecida do passado compromete e fortalece as forças dos agentes, no tempo presente, e abre o nosso coração às energias do futuro. O tempo dá-nos esta tríplice dimensão. O presente é o ponto de encontro que nos possibilita viver e celebrar, com alegria, o crescimento da Igreja que somos: «Hoje é o dia que o Senhor fez» (Sal 118, 24).

Da Mensagem de D. António Francisco, para a Missão Jubilar


Pe. JAC

28 de setembro de 2012

Diário da Missão Jubilar. As belas heranças que se recebem. D. António Francisco dos Santos




Diário da Missão Jubilar 8


D. António Francisco dos Santos chegou à diocese de Aveiro depois de curta passagem pela Arquidiocese de Braga (aí o conheci como bispo, verdadeiro pastor e pai) depois de ter sido nomeado em 2004, por João Paulo II.
A 21 de Setembro de 2006 foi nomeado pelo Papa Bento XVI, Bispo de Aveiro, onde fez a entrada solene a 8 de Dezembro, dia da Solenidade da Imaculada Conceição.

Do actual bispo aveirense merece destaque a sua acurada e zelosa dedicação aos sacerdotes, particularmente aos idosos e doentes, que o levou a tomar a iniciativa de promover a construção da casa sacerdotal. A sua inauguração está, aliás, prevista que aconteça no decurso da Missão Jubilar.

Tem sido testemunho de incansável dedicação apostólica e realiza as visitas pastorais com critérios e dinamismos assumidos ao longo da história da Diocese.

Bispo próximo e presente, tem revelado uma profunda preocupação em despertar e fomentar a vocação ao ministério presbiteral e às outras vocações de vida consagrada.

Logo que chegou a Aveiro manifestou vontade de celebrar com a dignidade que o acontecimento merece, os 75 anos da Restauração da Diocese.

Para isso se elaborou um plano pastoral de cinco anos que culmina nesta Missão Jubilar. Quis fazer das bem-aventuranças o programa base dessa celebração, como se veio a manifestar no Guião da Missão Jubilar, já distribuído pela diocese.



Pe. JAC

23 de setembro de 2012

Diário da Missão. Coração agradecido que reza a Deus




Diário da Missão Jubilar 3

Porque hoje é domingo, neste caminho rumo ao início da Missão Jubilar, convido os corações agradecidos a rezar:
Senhor, nosso Deus,
nós Te confiamos a Igreja de Aveiro
e a nossa Missão Jubilar.

De Ti, Senhor, recebemos o convite
e partimos para anunciar
o evangelho das bem-aventuranças
e ser Teu rosto vivo junto de cada pessoa.

Que a Missão Jubilar seja
momento de renovação para a Igreja,
aurora de alento para o Mundo
e certeza de Páscoa perene para a Humanidade.

A Maria, nossa Mãe,
pedimos a força da fé e a alegria da confiança
para amar a Deus e servir os nossos irmãos.

Que Santa Joana, nossa Padroeira,
nos proteja e ajude
a «viver esta hora» de Missão Jubilar.

Amen.

(D. António Francisco, bispo de Aveiro)


Pe. JAC

[A propósito da solenidade de Cristo Rei]

  “Talvez eu não me tenha explicado bem. Ou não entendestes.” Não penseis no futuro. No último dia já estará tudo decidido. Tudo se joga nes...